Bruna Surfistinha revela segredos íntimos

A ex-garota de programa mais famosa do país conta com exclusividade a NOVA seus segredos quentíssimos!

Bruna Surfistinha
Foto: Divulgação

Continuação da matéria.

Não eram só os clientes que realizavam fantasias comigo. Quando rolava uma boa química entre nós, eu também aproveitava para colocar em prática as loucuras que me davam tesão. Verdade que entrei na prostituição para me sustentar, e não por diversão afinal, fugi de casa depois de brigar tanto com meus pais. Mas vivi intensamente a minha curta carreira, que durou três anos. Fazia de cinco a seis programas diários e cheguei a orgasmos alucinantes em muitos deles. Como nestes que conto a você agora.

A expectativa turbina o prazer

Não saber o que me aguarda na hora do sexo me deixa louca de desejo. Lembro-me de um cliente que pediu para me massagear. Começou de mansinho pelas costas e, de repente, em vez de partir para os lugares óbvios, acariciou regiões do meu corpo que homem nenhum havia explorado: atrás do joelho, na panturrilha. Fazia assim: lambia a minha nuca e descia para o tornozelo! Era como se eu estivesse vendada, não conseguia adivinhar o que aquele homem faria no minuto seguinte. Graças a ele, descobri que sinto muito prazer na sola do pé.

Sussurros picantes

Costumo dizer que tenho outro ponto G no ouvido, porque adoro escutar uma boa sacanagem durante o rala e rola. Um dos homens que pagou para me ter explorou essa tara nas preliminares, conduzindo minha imaginação por terrenos que, para a maioria das mulheres, são proibidos. Dizia para eu pensar que havia mais um homem ali me pegando; depois, fantasiar que outra pessoa nos observava. Situações que eu costumava (e amava) experimentar ao vivo e em cores. Fechava os olhos e embarcava na brincadeira. Me lembrei do desconhecido caindo de charme que havia encontrado num café naquele dia, então inventei que ele estava ali com a gente, me querendo, pedindo mais.

Bônus no final da carreira

Acredita que, apesar de todas as experiências que tive, só fui descobrir onde fica o ponto G poucos meses antes de abandonar a profissão? O engraçado é que não foi na cama, e sim no consultório do ginecologista. Pedi, morrendo de vergonha, que o doutor, com toda sua educação, me mostrasse o local exato. Ele me explicou onde era, colocou a luva e tocou bem lá. Tive uma sensação diferente, boa, e repeti em casa, durante a masturbação. Como aprendi o caminho das pedras, apliquei na relação sexual aí, descobri que a melhor maneira de o homem estimular esse ponto é quando transamos de lado.

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