Leia um trecho erótico de “Redenção e Submissão” da brasileira Nana Pauvolih

Matt é um romântico assumido, mas nem por isso abre mão de seu lado dominador. Sofia é morena sensual e que sabe como deixar qualquer homem aos seus pés. Mas, quando dois dominadores se juntam render-se se torna uma batalha por poder sexual.

“Caminhamos em direção à entrada, em silêncio. Mas es¬tava muito consciente dele ao meu lado, do seu cheiro delicio¬so e do que íamos fazer. Sexo baunilha. Só Matt mesmo para me fazer desejar aquilo.

(…)

Entrei, largando minha bolsa no chão, dei¬xando a educação para trás. Matt veio e bateu a porta. Já me empurrava para a parede, seu corpo encurralando o meu, sua boca já na minha.
Eu abri os lábios e suguei sua língua deliciosa, embriagada com seu gosto, beijando-o com a mesma paixão com que era beijada. Remexi contra ele, ansiosa, faminta, enquanto a mão grande se encheu com meu seio redondo e farto, a outra já puxando a alça do vestido para baixo com sutiã e tudo. 
Arquejei em sua boca, agarrando sua camisa, puxando-a com violência. Botões voaram. Nossas bocas se devoraram. Matt arriou o vestido e o sutiã até minha cintura e livrei meus braços das alças rapidamente, já enfiando minhas mãos dentro de sua camisa.

(…)

Abri mais a boca, lambi seus lábios, mordi-os gemendo (…) E eu latejava, molha¬da e alucinada, cheia de ânsia e fome. 

(…)

Olhei-o cheia de devassidão e senti uma vontade imensa de obrigá-lo a se ajoelhar e me chupar. Quis vê-lo com as mãos para trás, os pulsos amarra¬dos por seu cinto, um venda nos olhos enquanto eu o mandava lamber toda minha vagina e meu ânus.
Controlei-me ao máximo. Via a mesma fome nele, que me arrancou das minhas roupas e me arrastou para a sala. Fui, mas não o segui. Meti-me na frente dele, agarrei o cós de sua calça na frente com uma das mãos e com a outra cravei as unhas em seu peito musculoso, sorrindo com tesão e malícia enquanto me deliciava com seu abdome definido, os músculos muito malhados fazendo valas em sua barriga e um V na pélvis, sumindo dentro da calça.
Ele sorriu também, nada angelical. Parecia diabólico. Em¬purrou-me para o sofá, e caí sentada, nua.

(…)

Lambeu os lábios e abriu o botão de sua calça jeans, di¬zendo rouco: 
– O que eu ia perder…

(…)

Eu sorri lasciva e desci os dedos até meu clitóris, acari¬ciando-me suavemente, murmurando: 
– Me mostra o que eu ia perder, Matt…
Ele desceu o zíper. Abriu a calça, que escorregou por seus quadris estreitos. Vi a cintura de sua cueca branca, onde enfiou os polegares e a desceu também. 
Seus pelos castanhos doura¬dos bem aparados apareceram e então lambi os lábios quan¬do a cabeça rosada (…), gorda e grossa, encostou em sua barriga. 

(…)

Na mesma hora agarrou o tornozelo da minha perna do¬brada e o ergueu. Caí mais para trás. 

(…)

Levantou os dois, acima de sua cabeça (…), encostou minha bunda em seu peito e abriu minhas pernas, deixando-as sobre seus ombros. Então segu¬rou firme minha cintura e desceu a boca entre as minhas coxas. (…)
Estre¬meci, fora de mim, arrebatada. Minhas pernas tremeram sem controle, meu ventre se contorceu, tudo dentro de mim pareceu dar um nó.

Firmei os calcanhares em suas costas e esfreguei mais os lábios vaginais melados em sua boca e língua, fora de mim, alu¬cinada de tanto tesão puro e bruto. Fechei os olhos e agarrei meus seios, beliscando os mamilos, adorando tantas sensações avassaladoras ao mesmo tempo. 

Matt sabia o ponto certo de sugar, forte, quase no limite da dor, mas gostoso demais. Eu me contraía (…), agoniada, inflamada, desesperada. 

 (…)

– Vire-se. 
Eu só fiz, golpeada demais para pensar.(…) Matt abriu minha bun¬da e vagina, descendo a cabeça, sugando duro meu clitóris e os lábios inchadinhos. (…)

Segurou-me firme e me deitou no sofá, praticamen¬te me jogando lá.

(…)

Pôs o preservativo (…) e veio para cima de mim, arreganhando mi¬nhas pernas, ajoelhando no sofá e se deitando sobre mim.

(…)

Gritei e enlouqueci de vez, movendo meus quadris lou¬camente de encontro às suas arremetidas, cravando as unhas em sua bunda, trazendo-o mais para mim.

(…)

Matt parou com a boca a centímetros da minha. Seus olhos consumiram os meus, desceram com tesão aos meus lá¬bios e voltaram, fogosos, lascivos. Meteu firme em mim, bruto.

(…)

Eu me senti quebrar, a ponto de explodir em um orgasmo dolorido. 

(…)

Cavalguei-o loucamente, passando minhas mãos em seus ombros e cabelos, gemendo em sua boca, enquanto Matt chupava minha língua e agarrava firme minha bunda redonda, ajudando meus movimentos. Era delicioso, nunca tinha sido tão bom, tão alucinante. Estávamos quentes, arfantes e suados. Nossos sexos se encaixavam como se fossem feitos um para o outro, famintos, fazendo barulhos na sala.

Eu queria mais (…), queria muito imobilizá-lo e pegar o meu chicote. Não aguentei e disse rouca contra sua boca: 

– Deixa eu bater só um pouco em você com meu chicote, Matt. (…)
– Deixo. Se me deixar primeiro te amarrar e espancar a sua bunda. – Mordeu meu lábio. 
– Não. Eu primeiro. 
– Não. – Seu tom era firme, duro. 

 (…)

Eu queria ser mais firme, mas o tesão estava cobrando seu preço, e Matt era bonito e gostoso demais para eu aguentar manter o jogo duro. Assim, quando me pegou firme e me virou em seus braços, de costas para ele, não lutei. Empurrou minhas costas para frente e disse num comando: 

– Mãos no encosto do sofá, pernas abertas. 
– Você não manda em mim – reclamei, mas apoiei as mãos.

Estremeci por inteiro quando abriu minha bunda e lam¬beu meu ânus. Na mesma hora escancarei as pernas e me empinei toda, gemendo e estalando quando passava a língua dura e úmida ali.

(…)

Fomos praticamente juntos, abalados, entregues, mo¬vendo-nos como um só. Minhas pernas ficaram bambas, a garganta seca, o coração descompassado. Quando acabei, não aguentei a pressão de tudo e desabei de lado no sofá. Matt deitou atrás de mim, em conchinha, afastando meu cabelo do meu rosto e da orelha, mordendo meu lóbulo. 

– É, foi bem baunilha mesmo – disse com ironia.”

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