Leia um trecho erótico do livro “Alguns Minutos Com Você”

Sem ideias para a noite ficar mais quente com o boy? Temos a solução, esse trecho vai te ajudar e muito!

Suas mãos foram para minha cintura, e levemente deslizaram por minhas costas até a curva de minha bunda, a expectativa me fez gemer baixinho dando a ele a permissão de mais. Então ele me apertou contra ele. Suspirei ao sentir o tamanho monstruoso da sua ereção, seu pau duro dentro da calça se encostava de forma sublime em mim. Ele rosnou forte.

— Nossa, Theo! — eu rosnei entredentes.

— Ah, Bia… Você me deixa maluco — confessou, pressionando-me ainda mais apertado contra ele. Eu estava fora de mim, entorpecida. No entanto havia um resquício ainda de juízo, eu tinha que dar um basta naquilo.

Não caia novamente em sua lábia, idiota!

— T-Theo, o que está fazendo? — murmurei num fio de voz.

Segurando forte em meu quadril, ele me empurrou de costas contra o carro, pressionando o corpo dele sobre o meu, sem parar de me beijar. Seu pau duro como pedra roçava na minha vagina sobre o tecido da saia, e mesmo assim podia senti-lo pulsando dentro da calça jeans. Fiquei louca por mais, mas não podia.

— Matando a saudade que senti de você, ah, minha, querida, minha Bia…

— Por favor, não podemos… não…

Tentei sair dali escorregando para o lado e ele me segurou nos braços e os ergueu, enquanto me pressionava, sua língua explorava minha boca de forma voraz como um animal selvagem, me fazendo babar literalmente por cima e por baixo.

— Me deixa sentir você… Eu preciso muito, Bia — sussurrou quando sem fôlego pausou para respirarmos.

Ouvir sua voz, imersa de prazer, me chamar de Bia me fez acreditar que eu não tinha que pensar, na verdade era solteira, adulta e aquele momento era apenas um desejo carnal ao qual eu merecia depois de tantos anos sem sentir tamanho tesão.
Então, mais uma vez, me permiti, quando ele sentiu minha rendição, me soltou e suas mãos voaram aos meus seios numa massagem delirante. Eu arqueei minha cabeça para trás dependurada em seu pescoço, seus lábios desciam na pele do meu deixando um rastro de arrepio. Então, sua mão esquerda desceu até a barra da minha saia e suspendeu-a até a cintura.

— Que pele gotosa, macia — rugiu em minha boca tocando com carinho a pele do meu quadril. A mão forte agarrou-me pela bunda e levantou-me, e eu entrelacei minhas pernas ao redor de sua cintura. Ele me colocou sentada no capô do meu carro.
Theo ergueu meus braços lentamente com seus olhos em brasas, cheios de desejo como os meus e então tirou a minha blusa, me admirando. Só de sutiã, com meu peito agitado subindo e descendo devido à respiração ofegante, eu estava enevoada em desejo, minha vagina latejava me fazendo contorcer ali sentada… não dava mais para pensar, eu só o queria.

Gentilmente me arrastou mais para a beirada e tirou o cinto, abriu a braguilha e desceu calça e cueca juntos libertando o mastro enorme, duro e grosso. Afastou minha calcinha para o lado e me encaixou nele, seu pau apontado para cima deslizou em meu líquido de prazer, aquilo me atiçou ainda mais e gritei num gemido prolongado, sentindo-o pulsar. Aquela relação soou íntima demais, seria mais prudente dar um basta, isto se eu estivesse no meu juízo normal. O Theo causava delírios em todo meu ser e me tornava dependente dele.

— Hum… — gemeu ele. — Você está extremamente apetitosa, bem lubrificada.

— Oh… — engoli em seco me remexendo e ele também e tomou subitamente meus lábios me beijando fogosamente outra vez, pressionando-os com força.

Apertando minha cintura, em contato com seu pênis escorregando em minha umidade quente, nos mexíamos gostoso.

— Que saudade que eu estava de você, nossa! — sussurrou em meus lábios e, em seguida, enfiou a língua novamente explorando cada canto ali dentro em total posse.

Ali, eu precisei me fazer de ignorante, resolvi acreditar em suas palavras. No entanto, eu estava ciente de que não passava de enrolação para mais uma conquista.

Em total desespero, esfregando aquele pau pulsando gostoso, eu sentia contrações deliciosamente dolorosas com a excitação nas alturas enquanto recebia seus beijos ardentes, sua língua dançava junto a minha num ritmo de desespero de desejo mútuo.

— Isso é loucura! — murmurei em seus lábios trêmulos. Suas mãos foram para debaixo da minha bunda e apertou com vigor sem me machucar.

— Não… — Soprou ele sem separar dos meus lábios, em êxtase com seus olhos fechados. — Nunca estive tão lúcido em minha vida, nunca… — Não pude deixar de me emocionar, tomei suas palavras como uma declaração. Era exatamente o que eu queria que fosse.

Sua boca molhada desceu pelo meu queixo e mordiscou meu pescoço e deslizou em direção à minha orelha mordendo levemente o lóbulo dela me deixando maluca de tesão. Tomou meu seio em sua mão e o acariciou. Sua mão forte e sábia como nenhuma outra tomava-o quase por inteiro e, aproveitou o momento, tirou o sutiã.

De leve acariciou os bicos que enrijeceram, empinaram. Eu projetei meu peito na sua direção, eu precisava dele por completo. Ele entendeu, sugou um deles e depois o outro com muito carinho. Eu o apertava com os meus braços, desesperada.

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