Leia um trecho erótico do livro “Apaixonadamente Teu”

Se apaixone por essa história lendo um trecho bem quente do livro escrito por Janice Diniz, acredite você vai querer comprar o livro.

Ao chegarem à parte oposta da casa-sede, onde a planície ampla se perdia de vista amarelecida por causa da estiagem, Vince apeou do seu cavalo, deu-lhe uma palmadinha no traseiro e o mandou sozinho de volta à baia. O animal cruzou o prado correndo livre como se tivesse a tarde de folga. E o cavaleiro se voltou para a moça ao seu lado, sentada sobre o alazão que ganhara de presente do tio oito anos atrás.

— Vamos seguir juntos.

Ele disse e sorriu com charme debaixo da sombra do seu chapéu. Montou em Baccio, ajeitando-se atrás dela e ajustando o quadril colado às costas da moça.

— Deixa nosso amigo nesse passo manso. — sussurrou ele.

A respiração tépida bateu detrás do lóbulo de sua orelha e, imediatamente, um raio de eletricidade percorreu-lhe cada terminação nervosa alvoroçando um corpo já quente devido à proximidade do corpo dele e todo aquele calor erótico e narcotizante de Santa Fé.

Deitou a cabeça para trás encontrando o tórax firme, e duas mãos insolentes deslizaram suavemente pelos seios cujos bicos duros estavam protegidos pela delicadeza do tecido do vestido curto.

Ele mal a tocava, as palmas abertas apenas insinuavam o toque e faziam a imaginação da mulher correr solta, antecipando sua próxima ação e segurando em suspenso a própria vontade e a respiração delicadamente ofegante.

— O que pensa sobre se tornar minha mulher?

A pergunta foi feita quando ele pegou um mamilo, mantendo-o refém entre dois dedos com suave firmeza, e a boca, com os lábios entreabertos, roçou a pele fina do seu pescoço.

— Penso que já me sinto sua mulher.

O vagar na cadência da cavalgada e a languidez do toque sensual dos dedos de Vince sobre o seio, agora, pegando-o todo, tomando com a mão cheia, pressionando-o esparramado e duro entre seus dedos, deixavam-na entorpecida, a cabeça sem pensamentos, cada pedaço de pele latejando.

— Pegue as rédeas, Valentina.

E foi o que ela fez.

Ele a abraçou por trás e a beijou na nuca, por cima dos cabelos.

— Não sabe o inferno que passei longe de você. — gemeu as palavras e arrastou com elas a respiração pesada. — É certo que ninguém irá nos separar. Nada e ninguém, entendeu?

As alcinhas do vestido foram abaixadas, e ela sentiu o ar da tarde beijando-a nos seios nus. Inclinou a cabeça para o lado e teve a boca coberta pela de Vince, a língua penetrando-a até encontrar outra língua, que foi chupada com sofreguidão.

À medida que o desejo o consumia, ardendo furioso por suas veias, fervendo o sangue, estirando os músculos, ele perdia o pouco que lhe restava de autocontrole.

Ela ergueu-se ligeiramente da sela, esfregando o traseiro no pau duro projetado contra o jeans.

Ele a puxou pelo quadril contra o seu tronco e, com a mão livre, ergueu-lhe o vestido até encostar no cós da calcinha e parou, falando baixinho, rouco de tesão:

— Estou com fome de você.

Em seguida, passou um braço pela cintura dela e a outra mão tomou-lhe as rédeas, impondo ao cavalo um galope puxado em direção ao celeiro abandonado havia meses, visto que outro fora construído perto do casarão.

Era uma construção de madeira numa fileira de tábuas na vertical, entre elas os vãos onde os raios de sol se jogavam para dentro, alcançando as pilhas de feno que ainda não haviam sido transportadas para o novo celeiro.

Vince apeou e ajudou-a a fazer o mesmo, segurando-a pela cintura. Havia nele um olhar diabolicamente sedutor como se expressasse os próprios pensamentos sobre o que tencionava fazer com ela, nuances de malícia e, mais do que isso, era um olhar de promessa tão intenso que arrepiou sua pele e uma contração na linha da cintura indicou que a viagem ao mundo de sensações, ao mundo particular de Vince, recomeçara.

 

 

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