Leia um trecho erótico do livro “Através do Tempo”

O que faltava para apimentar as suas noites quentes com o boy — ideias não vão faltar!

Ele tirou a roupa aos poucos, abrindo botões e zíper como se tivesse todo o tempo do mundo, deixando que Ailey relaxasse enquanto o admirava.

— Está gostando do que vê? — perguntou ele ao atirar a calça no chão e subir na cama usando apenas uma cueca box branca. A ereção pulsava atrás do tecido, pesada e volumosa.

— Eu… — Ailey engoliu em seco, admirada com a beleza do corpo dele, e sentiu seu rosto queimar em vergonha. — Bem, sim. Você é lindo, eu…

— Então eu quero que você me toque e me descubra. — disse Kiran, deitando ao lado dela. — Me descubra.

Ailey ficou de joelhos ao lado dele e se aproximou o suficiente para sentir o seu coração retumbar no peito. Ao mesmo tempo em que se sentia extremamente envergonhada, também havia algo dentro dela que a fazia querer seguir adiante apenas para saciar os seus instintos e desejos.

— Posso tocá-lo? — perguntou ela, desviando o olhar do dele.

— Foi o que eu pedi. — respondeu Kiran com um sorriso sensual. — Sou todo seu pelos próximos minutos.

Ailey assentiu e abaixou as duas mãos no corpo musculoso com pelinhos aparados. Sentiu a pele quente e acariciou. Subiu as mãos um pouco mais, lentamente, e parou quando chegou ao coração. O coração de Kiran pulsava velozmente, talvez tanto quanto o dela, fazendo-a sorrir aliviada.

— Quero beijá-lo. — sussurrou ela.

— Beije-me. Onde quiser e como quiser. — respondeu ele.

A inocência dela o enchia de ternura e amor. Queria penetrá-la e fazê-la gritar seu nome, mas antes das suas próprias vontades Kiran pretendia esperar o tempo que fosse até que Ailey se sentisse segura e pronta para ele.

Ailey abaixou a cabeça e o beijou nos lábios, em seguida na bochecha direita e no pescoço. A pele dele era salgada e quente, e fazia algo estranho dentro dela se remexer em excitação e desejo.

— Não sei o que fazer. — disse ela em um tom de voz quase inaudível.

Kiran se levantou e ficou de joelhos de frente para ela. Levou uma das mãos na direção da cintura fina e a puxou para si, unindo os corpos. Sem dizer palavra, ele a beijou lenta e profundamente, sentindo seu sabor e sua alma, entregando-se da maneira mais completa.

A ereção dele pulsava de encontro à calcinha úmida, e de maneira ousada Ailey fez alguns leves movimentos na cintura para que sentisse mais dele em sua região sensível.

Ele tirou o sutiã dela e o atirou ao chão, admirando os seios redondos e fartos se libertarem. Em seguida a deitou na cama e lhe tirou a calcinha, deixando-a completamente nua para si.

— Linda, simplesmente linda. — sussurrou ele ao ouvido dela quando os dois já estavam nus.

Aos poucos Ailey foi se sentindo mais calma e confiante. Fechou os olhos e pousou as duas mãos na cabeça dele quando Kiran abriu-lhe as pernas e se posicionou entre elas. A língua invadiu sua fenda úmida e rodopiou, fazendo-a revirar os olhos e estremecer de prazer. Logo Kiran começou a tocá-la com os dedos abeis que iam e vinham ao redor dos lábios vaginais inchados e pulsantes que ansiavam por ele.

Ailey nunca havia sido tocada daquela forma antes, nunca se entregara de maneira tão complexa e sem limites. Sentia-se quase como uma louca por fazer algo daquela magnitude sem ao menos se perguntar se aquilo não traria arrependimentos no dia seguinte. No entanto ela não conseguia pensar direito, por isso apenas decidiu se entregar cada vez mais e mais na direção de um precipício invisível.

Após alguns minutos que passaram lentamente, uma impulsão lhe invadiu o corpo, fazendo-a gritar de prazer e deixando-a trêmula. Mas Kiran não deixou que ela descansasse após toda a pressão sexual que ele lhe infligia. Se afastou e abriu a gaveta ao lado da cama, pegando uma camisinha e voltando a focar toda a sua atenção totalmente nela.

Kiran posicionou seu membro pulsante e extremamente duro, apenas roçando na pele úmida, e em seguida começou a preenchê-la lentamente, centímetro por centímetro.  No início Ailey sentiu uma ardência dolorida e fechou os olhos, mordendo os próprios lábios para segurar a dor que crescia dentro dela.

— Relaxe. — ordenou Kiran ao perceber que Ailey estava começando a ficar tensa outra vez. Ele abaixou para beijá-la e a abraçou, seu corpo suado colado ao dela.

Ele era um homem grande, forte e poderoso em todos os sentidos, no entanto Ailey era uma mulher pequena de seios fartos e pele branca, por isso quando Kiran decidiu tomá-la em seus braços para penetrá-la mais fundo e fazê-la cavalgar cada vez mais rápido, ela sentiu que se perdia no prazer de ser dominada por um homem tão vigoroso quanto Kiran.

Seus músculos procuravam se adaptar ao membro duro que entrava lentamente, invadindo e impondo uma mistura de prazer e dor que transpassava tudo o que ela era.

Ailey o abraçou forte, sentada em seu colo enquanto Kiran a segurava pela cintura, direcionando os movimentos ritmados.

— Beije-me. — ordenou ele quando a pousou na cama mais uma vez e pressionou seu corpo musculoso e suado contra o dela, entrando e saindo cada vez mais rápido.

 

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