Leia um trecho erótico do livro “Insensatez”

Pronta para se aquecer para a noite com o boy? Pire com esse trecho escrito por Josy Stoque

Devidamente montada nele, ensandecida por aquela vontade libidinosa incontrolável, Marco me colocou sobre o aparador, que dividia a sala de jantar da de estar, ao mesmo tempo que descia aquela boca pecaminosa pelo meu pescoço, me marcando definitivamente com um chupão no ombro. Apoiei as mãos no mogno, me curvando para trás, e estendendo meu corpo todo para ele, que continuou a me beijar por cima do vestido, o que me enlouquecia ainda mais. O safado, de quem senti tanta falta, apertou minha cintura e mordeu a carne macia do meu seio, que saltava no decote, no mesmo instante em que elevou os olhos travessos para mim.

Duas imensidões do universo me sugaram e mergulhei feliz e entregue, vivendo aquele frenesi que era Marco Carlot na minha pele.

Minhas unhas tentaram se cravar no móvel assim que ele raspou os dentes pelo tecido, fazendo meu baixo ventre tremer em descompasso com meu coração. Pelos santinhos de todas as galáxias, ele podia rasgar aquela porcaria, que eu não estava nem aí!

Não tinha como me controlar mais, de jeito nenhum!

Num movimento ágil, agarrei o colarinho e puxei com força descomunal. Foi botão para tudo que é lado. Ele sorriu perverso e antes que o último tilintasse, saltei do aparador e tirei o vestido por cima, sob o olhar ardente de Marco, que queimou cada centímetro de minha pele exposta.

Éramos dois amantes descontrolados.

Ele me puxou e fomos parar no tapete felpudo da sala, sob uma claraboia divina, que permitia que fôssemos iluminados pela luz da lua também. Vê-lo em cima de mim com o céu escuro como fundo me proporcionou uma sensação nova, era uma fotografia perfeita, se é que isso existe. Marco me excitava e me enlevava ainda mais a outra dimensão de loucura e conexão, que eu jamais pensei ser possível alcançar. Os beijos e a língua dele consumiam e recarregavam minhas energias, numa velocidade absurda. Os dedos de Marco eram brasas ao me despir do sutiã e da calcinha com certa reverência no olhar e urgência nas mãos.

Forcei nossos corpos a inverterem as posições e fiquei por cima. Em seguida, me arrastei por ele, me esfregando até chegar ao cinto. Eu também queria brincar com ele. Mordisquei o tecido da calça e lambi o zíper, olhando para ele, que gemeu. Subi as mãos pela parte interna das coxas de Marco, esfregando as virilhas até desafivelar e abrir as calças, liberando o conteúdo ainda envolto pela boxer, pequena demais pelo entusiasmo contido nela. Antes de soltar a peça, retirei o que percebi, pelo barulho e forma, se tratar de um preservativo. Peguei com os dentes do bolso e a joguei para longe.

— Pra que isso a essa altura do campeonato, Marco?

Ele deu de ombros, sorrindo, tímido. Ownt! Marco Carlot tendo uma crise de timidez? Aquilo foi inédito, fofo e muito, muito lindo!

— Sei lá, eu só queria que você soubesse que estou sendo sincero e que me importo.

— Pra mim isso quer dizer que você estava muito a fim de transar comigo — caçoei.

— Também, Isa, você ainda não percebeu que quero tudo com você, tudinho?

Estreitei os olhos, sem abandonar o sorriso brincalhão, e fingi desconfiar dele.

Sorri, divertida, para os mares que brilharam para mim, com um misto de emoção e adoração. Achei por bem encerrar o papo furado e ir direto aos “finalmentes“. Passei a língua pelos meus lábios e, depois a mergulhando direto no umbigo dele. Eu a girei, úmida, enquanto tirava a boxer e massageava suas bolas.

O sabor da pele dele era indescritível, uma mistura de passado e futuro que se fundiam no presente. Lambi os gominhos do abdômen, sentindo sua ereção cutucar meu pescoço, em seguida o colo e, por fim, ficar entre meus seios. Eu os apertei pela lateral com os braços para friccionar o membro em movimentos de vai e vem enquanto me satisfazia de seu gosto e deslizava as unhas pela cintura dura e definida daquele ser esculpido pelos deuses. Meus mamilos friccionaram em sua barriga conforme eu me movia, me fazendo revirar os olhos de prazer amplificado. Era o dele e o meu, juntos, me dividindo ao meio. Uma parte era luxúria e a outra pura paixão.

— Goza, Marco — murmurei, em um tom sensual, com a boca contra seu peitoral viril. — Goza para mim.

Sem demora, senti o jorro entre nós, lambuzando ambos os corpos. Prossegui a provocação, distribuindo lambidas nos mamilos dele, ao som extasiante de seus arquejos e de sua respiração fora de rumo. De repente, ele me puxou para cima, pelos braços, apoiando-me para erguer meu tronco e fazer com que meu quadril fosse parar sobre seu rosto. Resfolegando, com um misto de surpresa e prazer pulsando em meu sangue. Eu me contraí ao sentir sua língua alcançar meu centro, úmido e latejando, tão desejosa por ele, cada parte dele, principalmente a que eu acabara de estimular entre os peitos.

Uau! Transar com Marco era sempre tão intenso, tão erótico, tão despudorado!

E eu amava! Amava o tesão infernal que ele me provocava, a língua atrevida que bisbilhotava cada curva sem preterir a nem uma, as mãos que achavam carnes para apertar e beliscar, os dedos que encontravam morada dentro de mim de diversas formas, a boca abusada que causava calafrios na espinha toda vez que me tocava com maciez, os dentes que me mordiam onde queriam e não deviam, mas ainda assim eu permitia, o pênis duro e magnífico, que parecia se encaixar perfeitamente em qualquer entrada de meu corpo, como feito sob medida para mim.

Senhor! Eu estava nas nuvens! Marco chupava, mordiscava e ao mesmo tempo acarinhava com a ponta úmida… Ah! Meu clitóris intumesceu e, em seguida, se rendeu ao clímax explosivo.

 

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