Leia um trecho erótico do livro “Irrefreável”

Para deixar qualquer noite mais quente ainda peguem ideias de trechos calientes como esse! Vai ser uma delícia

Lennon me coloca no chão, acende a luz e percebo que é um cômodo único, grande, muito parecido com um bangalô, limpo e organizado, onde há equipamentos esportivos muito bem arrumados em armários embutidos e onde o silêncio é quebrado apenas pelo estrondo das trovoadas e pelo som longínquo da música instrumental que toca na recepção.

Sem a proximidade com seu corpo, fico trêmula de frio, mas logo Lennon me trás uma toalha de banho com a qual me ajuda a me secar, esfregando-a em meus cabelos encharcados.

— Onde você estava com a cabeça para entrar nessa chuva? — ele indaga, mas não respondo. Estou nervosa demais. — Eu conheço um jeito melhor de te aquecer.

Com isto ele joga a toalha no chão e abraça-me apertado, colando seu corpo no meu e me beija daquela forma erótica, meio selvagem, que me deixa sem chão. Desce a boca pelo meu queixo, deslizando-a pelo meu pescoço e colo, deixando um rastro de chamas por onde passa.

Ele estava certo quando disse que isto me aquece melhor, estou quase em chamas.

Suas mãos vão para as minhas costas e abrem a o zíper do meu vestido, devagar, escorregando a veste pelos meus ombros até que caia aos meus pés, de modo que fico só de calcinha. Lennon se afasta alguns centímetros, o suficiente para examinar o meu corpo inteiro, com olhos brilhantes de luxúria.

— Linda! — sussurra.

Fico surpresa quando de súbito ele se ajoelha à minha frente, escorrega minha calcinha para baixo, tirando-a pelos pés e contempla minha intimidade com olhos brilhantes, para no instante seguinte trazer sua boca para mim, colocando-a bem ali no meio das minhas pernas, plantando beijos estalados na minha vulva depilada, tão gostosamente que lanço a cabeça para trás, inebriada. Depois, me faz abrir mais as pernas, afasta meus grandes lábios com os polegares, aspira profundamente, absorvendo meu cheiro antes de enterrar sua língua em mim, movendo-a sobre meus clitóris, em círculos.

— Ahhh… — o grito me escapa e preciso segurar-me em seus cabelos curtos para não cair no chão, porque já não tenho o domínio sobre minhas pernas, tudo em mim é luxúria, o tesão toma conta de todo o meu ser.

P!@#a m!@#a! Como ele faz gostoso, como aquilo é bom.

Estou completamente perdida em sensações libidinosas, arrebatada de desejo, a tal ponto que abro ainda mais minhas pernas, puxo seus cabelos com força e movo meus quadris, esfregando minha intimidade na sua boca, sem que nada mais nesse mundo pareça me importar.

Sem deixar de lamber meu clitóris, Lennon enterra seu polegar na minha vagina escorregadia, massageando em cheio o meu ponto G e é assim que mergulho no êxtase, gemendo alto e me contorcendo toda, tão arrebatadoramente que minhas pernas falham e caio de joelhos diante dele.

Eu nunca tive uma visão mais magnífica que a expressão de Lennon quando seu olhar encontra o meu, é um misto de prazer, selvageria e luxúria que o torna o mais irresistível dos seres.

— Você é deliciosa, Lucy. — diz, com a voz meio rouca, para em seguida segurar-me os cabelos molhados atrás da cabeça e levar minha boca para a sua.

Enterra sua língua gostosa na minha boca, impetuosamente, numa ordem silenciosa que obedeço de imediato e a chupo com volúpia, provando do meu próprio gosto, quando tudo dentro de mim implora por senti-lo mais intimamente e é seguindo a esse instinto, que levo minhas mãos trêmulas ao botão da sua camisa, mas só consigo abrir o primeiro, pois Lennon levanta-se e me puxa para cima.

— Eu faço isso mais depressa. — diz e é verdade, em questão de segundos ele livra-se de todas as suas roupas molhadas.

Fico completamente sem ar ao observar seu corpo nu. É a criatura mais magnífica sobre a qual meus olhos já estiveram. Tem os ombros largos, o peito musculoso, desprovido de pelos, o abdômen é sarado, totalmente reto e a pélvis ligeiramente peluda. O pênis é grande, grosso e está totalmente duro, apontando para cima, com suas veias protuberantes e a glande ligeiramente molhada.

Como se estivesse atraída por um ímã, volto a colar meu corpo no seu, extasiada com o calor da sua pele em contato direto com a minha. Abraço-o pelo pescoço e fico na ponta dos pés para alcançar sua boca, quando o beijo vem, faminto e violento.

Lennon contorna minha cintura com um braço e aperta minhas nádegas com a outra mão, pressionado meu ventre contra sua potente ereção, o que me arranca um gemido de prazer.

Não resisto e levo minha mão àquela maravilha, masturbando-o, sentindo-o latejar entre meus dedos, quando então minha vagina pulsa, ansiando por tê-lo todo enterrado em mim.

— Eu te quero tanto… — minha voz sai trêmula e posso sentir seu corpo estremecendo de encontro ao meu em reação às minhas palavras.

— Não mais do que eu a você.

Quando ele se afasta, é como se uma parte de mim fosse levada junto, sinto frio e uma estranha solidão.

Observo-o forrando alguns colchonetes no chão e meu coração bate descompassado no peito. Está muito perto de acontecer aquilo que tanto tentei evitar e o pior é que quero que aconteça, quero tanto que tenho a impressão de que serei capaz de morrer se ele não me fizer sua neste momento.

Lennon tira um pacote de preservativos do bolso da sua calça, abre a embalagem e cobre-se, para em seguida voltar para mim. Ergue-me em seus braços e deita-me sobre os colchonetes, cuidadosamente, colocando-se sobre mim, com o peso do seu corpo apoiado nos seus cotovelos, seus olhos lindos presos aos meus.

É um momento tão íntimo, tão único, que tenho a sensação de que conheço aquele homem há muito mais tempo, de que, de alguma forma, ele faz parte de mim. É algo que não consigo compreender, afinal eu deveria odiá-lo.

— Você é tão linda. — ele sussurra e me beija novamente na boca enquanto encaixa seus quadris entre minhas pernas.

Segura seu pau pelo meio e esfrega a glande na entrada da minha vagina melada, como se tentasse, deliberadamente, aumentar minha expectativa e consegue.

Quando me penetra, é com um movimento rápido e brusco dos seus quadris que o leva inteiro para dentro de mim, seu tamanho me esticando toda, alcançado-me muito fundo, tão deliciosamente que deixo escapar um grito agudo.

— Estou te machucando? — ele parece espantando.

— Não. Pelo contrário, isso foi gostoso demais.

O canto da sua boca se dobra em um sorriso muito sutil e ele faz de novo, puxando os quadris para arremetê-los contra mim novamente, com uma força absurda, como se sua intenção fosse me partir ao meio.

Ele está enterrado em mim até a raiz quando para de se mover e minha vagina lateja em torno da sua rigidez, pedindo por mais.

Seu membro é muito grosso e longo. Se eu não estivesse tão excitada, tenho certeza de que não aguentaria aquele tamanho todo, mas a verdade é que meu corpo parece clamar por ele, por mais do que está me proporcionando.

Sem desviar seu olhar selvagem do meu, Lennon passa a me penetrar em vai e vem, sem pausas, entrando e saindo depressa, tão deliciosamente que meus gritos ecoam altos. Estou muito perto da perdição quando ele nos gira sobre os colchonetes e me coloca por cima, de modo que apoio minhas mãos em seu peito largo, para ganhar equilíbrio, abro mais minhas pernas, apoiando meus dois pés no chão e o cavalgo, movendo-me freneticamente, para cima e para baixo, em círculos, sua pélvis peluda chocando-se contra meu clitóris, intensificando o meu prazer.

Estou ensandecida, gemendo alto, às vezes gritando, apreciando tê-lo todo enterrado em mim e ao mesmo tempo ansiando por uma libertação.

— P!@#a gata… que delícia… — Lennon diz e com um gesto muito rápido, sai de mim, deita-nos de lado no colchonete, colocando seu corpo atrás do meu, ergue uma de minhas pernas e me penetra assim, metendo fundo, depressa, implacavelmente, acabando comigo, dando-me mais prazer do que já tive durante toda a minha vida.

Movo meus quadris no mesmo ritmo que os dele, para a frente e para trás, buscando-o, descontrolada, louca de tesão.

Sua mão escorrega para o meio das minhas pernas e me toca intimamente, seus dedos massageando meu clitóris. Solto um grito de puro prazer e viro meu rosto para ele, recebendo sua língua gostosa que entra toda na minha boca ordenando que eu a chupe e obedeço de bom grado, extasiada.

Aquilo é a minha perdição, quando penso que não, estou gozando no pau dele, gemendo e gritando seu nome, me contorcendo inteira, deliciosamente preenchida.

Sem que eu perceba as lágrimas brotam dos meus olhos e me dou conta de que jamais vivi algo tão intenso, tão arrebatador. É como se eu jamais tivesse existido por inteiro e isso me assusta demais. É algo que não compreendo.

Lennon continua enterrado em mim até a raiz, duro, quente pulsante, imóvel. Segura meu rosto com uma mão e me beija com uma selvageria excitante, enfiando sua língua na minha boca e tirando, para em seguida chupar a minha, numa promessa silenciosa do que acontecerá em seguida.

— Eu não sou um cara fácil de gozar, gatinha. — diz. — Espero que você não se canse fácil.

Em resposta, seguro seus cabelos curtos e os puxo com força, intensificando o beijo, sendo recompensada pelo seu gemido abafado.

Sua mão passeia por sobre os meus seios, massageia meu mamilo esquerdo, depois o direito e é assim que Lennon volta a se mover dentro de mim, lentamente, entrando e saindo, indo ainda mais fundo, esfregando seus pelos púbicos na minha bunda.

— Fica de quatro. — ele ordena e me sinto meio safada por obedecer tão depressa.

Lennon coloca-se atrás de mim, de joelhos, espalma uma mão em minhas costas, fazendo uma leve pressão para abaixar o meu torso, até que meu rosto encontre a maciez do colchonete e empina mais minha bunda. Usa as duas mãos para abrir minhas pernas, deixando-me totalmente arreganhada diante dos seus olhos famintos e sibila excitado antes de se inclinar para colocar sua boca deliciosa em mim, por trás. Acaricia meu ânus com a ponta da sua língua, para em seguida sugar o lábio direito da minha b@#$a, com força, depois o esquerdo e finalmente lamber meu clitóris, freneticamente.

— Ahhh… p!@#a… que delícia… — deixo escapar, sentindo-me uma safada, mas a sensação é boa.

Lennon enfia sua língua na minha vagina, tira, volta a lamber meu clitóris, e então a enterra novamente em meu canal, deixando-me cada vez mais alucinada, perdidamente excitada.

Por fim, ergue-se e me penetra, sem a menor delicadeza, entrando em mim com uma arremetida brusca, rápida, certeira, indo fundo, me abrindo toda, se refestelando na minha carne molhada e eu gosto tanto disto que não consigo parar de gemer e gritar, maravilhada, pedindo por mais.

Ele enche uma de suas mãos com os meus cabelos e mete em mim com toda força, cada vez mais depressa, em vai e vem, até que o sinto ficar mais duro em meu interior e sua voz rouca me alcança.

— Vou gozar gata, goza comigo…

Meu corpo reage de imediato ao comando da sua voz e todos os meus músculos se retesam para que logo eu exploda em outro orgasmo, desta vez junto com ele, seus espasmos se fazendo ao mesmo tempo que os meus, tornando tudo mais gostoso, inesquecivelmente bom.

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