Leia um trecho erótico do livro “O Despertar”

Que tal uma leitura mais quente para fazer com o boy? Então se prepare, porque essa é arrepiar.

Nunca havia se excitado desta maneira. Sempre viu mulheres nuas, principalmente as lobas, era tão natural para ele como olhar para uma mão ou um pé. Claro que sempre que teve sexo com uma fêmea lhe dava prazer incrível tocá-los e amamentar-se deles, mas com Kira passou todos os limites de sua imaginação. Ele deslizou as duas mãos pelos seus seios e Kira ofegou.

— Erick…

— Shhh, está tudo bem, princesa.

Não estava tudo bem exatamente, porque ele estava morrendo, mas tocá-la era a coisa mais prazerosa da eternidade.

— Eu gosto de tocar sua pele, é suave, delicada como se estivesse tocando seda.

— Já deve ter feito muito isso.

Ele escorregou os dedos por entre seus seios.

— Ah, eu fiz. Minha vida parece passar de cem anos, mas de toda ela este momento é um dos mais perfeitos — disse com um leve sorriso.

Sua mão ensaboada escorregou pela sua barriga e ela prendeu a respiração novamente.

— Isso não parece um banho normal.

— Querida, acredito que está certa e também acredito que isso é delicioso. Mentiria para mim se eu perguntasse se gosta ou não?

— Mentir é errado.

Isso foi como um tapa na cara de Erick. Ele estava mentindo para ela e isso lhe dava remorso, mas era por uma boa causa e ele chegaria à verdade.

— Então, responda à pergunta.

Ele deslizou a mão lentamente para seu seio e ela ofegou quando ele acariciou seus mamilos com os polegares, e Kira gemeu.

— Vamos, princesa, responda à pergunta.

— É muito bom.

— Quer que eu pare?

— Não.

— Você é pequena, delicada.

Ele lentamente deslizou as mãos pela sua barriga novamente e afastou o seu braço com a tala para o lado.

Kira fechou os olhos e pensou que suas pernas cederiam, mas ele fez aquilo de maneira tão prazerosa que era como flutuar.

Erick se ajoelhou e deslizou as mãos pelas laterais de suas pernas e desceu lentamente até seu tornozelo e o massageou ali, depois subiu novamente.

— Eu não sei se posso permitir que você faça isso, e disse que teria paciência.

— Estou tendo paciência. Confie em mim.

— É difícil para eu confiar, e você… Eu não sei como consegue chegar tão longe, me convencer de qualquer coisa. É como se fosse inevitável aceitar que me toque. Não sei por que não consigo negar você.

— Porque sente o mesmo desejo que eu.

— Não posso, não ainda. Desculpe.

— Não precisa se desculpar. Eu disse, eu vou esperar, mas devo confessar que no momento me sinto imensamente egoísta e penso que merecemos um carinho. Podemos fazer carinho, Kira. E já que diz que não pode me negar… — disse sorrindo.

Kira gemeu descontrolada quando Erick tomou seu mamilo na boca. Suas pernas fraquejaram, mas Erick a segurou. Ela mal percebeu que ele havia sentado sobre os calcanhares e a trouxe para seu colo, deixando-a escarranchada sobre suas coxas. Erick a abraçou pelas costas, segurando-a enquanto sugava seu seio.

Kira quis protestar, mas não conseguia soltar as palavras, parecia estar sufocando, e uma dolorosa sensação atravessou seu ventre e desceu pelo seu centro. Em seguida, ofegou e gemeu.

Ele soltou de um seio e tomou o outro, lambeu com tanto gosto como se fosse um doce e Kira contorceu-se em seus braços.

— Deixaria que lhe mostrasse a paixão? — ele sussurrou roucamente.

— O quê? — perguntou atordoada.

Ele a ergueu e a sentou na beirada da banheira que continha uma bancada de mármore.

— Erick, o que está fazendo?

Ele se ajoelhou ficando entre suas pernas e beijou seus lábios docemente, várias vezes, então a segurando pela nuca devorou sua boca, num beijo profundo e carregado de luxúria. Quando Kira estava ofegante e atordoada o suficiente, com sua mente nublada, ele sussurrou:

— Deixe-me fazer isso por você.

— Fazer o quê?

— Lhe dar prazer.

— Está me dando prazer.

— Posso dar mais.

— Não vamos fazer sexo.

— Tudo bem, mas estamos nas preliminares e quero lhe mostrar uma coisa, permite-me?

— Não sei se devo.

— Se não gostar, pode me mandar parar. Se pedir, eu pararei. Prometo.

Ela ficou pensativa por alguns minutos.

— Ok.

Ele sorriu quando viu que ela estava ruborizada, envergonhada e receosa, mas estava excitada e seu cheiro o estava deixando louco. Ele beijou seus lábios novamente e depois seu pescoço, e foi descendo, fazendo-a gemer quando se deliciou com seus seios, e depois desceu dando doces beijos pela sua barriga. Kira gritou quando ele abriu suas coxas e tomou sua parte íntima na boca.

— Erick!

— Relaxe pra mim, princesa.

Ela ofegou e gemeu novamente. Ele pensou que ela o mandaria parar, mas ela não o fez. E ele não deu oportunidade para que ela o parasse, porque Deus o perdoasse, mas estava louco de prazer e excitação.

Ele devorou-a com tanta maestria que ele mesmo não sabia que era tão prazeroso fazer isso, até agora.

Kira contorceu-se, enfiando a mão em seu cabelo quando sentiu como se um raio estivesse atravessando o seu corpo, sentiu o coração acelerar loucamente e mal conseguia respirar.

— Erick!

Ele a envolveu com os braços e a puxou para ele, fazendo-a sentar-se sobre suas pernas novamente, mergulhadas na água morna e a abraçou fortemente enquanto ela convulsionava em seus braços. Ele a abraçou, a amou e agradeceu aos céus, porque ele havia entrado nele.

Erick queria fazer amor com ela, afundar-se nela, mordê-la e reclamá-la como sua companheira, estava quase perdendo o controle de seus próprios pensamentos e o controle de seu lobo.

Dar prazer à sua companheira foi tão mágico que sentiu sua garganta se fechar. Seu coração se encheu com um sentimento, com uma sensação tão intensa que doeu.

Se entrasse nela, poderia morrer de prazer. Esperaria ansioso por este momento. Tudo era divino, seu gosto, seu prazer, seus gemidos. Era tudo o que ele necessitava na vida.

Erick a embalou em seus braços, para frente e para trás, com o rosto enfiado em seu pescoço. E seu lobo surgiu, ele pôde sentir suas presas crescerem e doerem. Sabia que seus olhos deviam estar cintilando, porque parecia que seu corpo inteiro estava em chamas.

 

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