Leia um trecho erótico do livro “O Último Adeus”

Nada como uma leitura bem quente para dar ideias ótimas para a sua próxima noite com o boy — vocês vão adorar!

Minha boca se entreabriu quando o encarei.

– Vamos ali fora na minha caminhonete. Só preciso tocar um pouco em você, Addy. Por favor – implorou ele, me puxando para junto de si.

Ele não me beijou. Ele ficou me encarando enquanto esperava pela minha resposta. Franny tinha um sono profundo. Era seguro ir com ele. Ela não poderia nos escutar lá fora.

– Tudo bem – sussurrei.

Ele fechou os olhos por um momento e então apertou mais a minha mão, caminhando tão rápido que eu quase caí. Ele praticamente me puxou porta afora. Quando chegamos nos degraus, ele me pegou no colo e deu vários passos largos até sua caminhonete, então abriu a porta. Caí de costas com os cotovelos no banco de trás e o encarei enquanto ele pairava sobre mim. Seus olhos lentamente percorreram o meu corpo, até que pousaram na barra do meu vestido, que subiu quando deslizei para trás, deixando minhas coxas e parte da calcinha vermelha, que combinava com o vestido, à mostra.

– Vermelha – disse ele, então olhou para mim. – Caramba, ela é vermelha.

Estava a noite toda atormentado, imaginando de qual cor ela devia ser. Nunca pensei que ela estaria combinando com esse vestidinho sexy. O vestido não era sexy. Era um vestido vermelho simples. Gostava do jeito que ficava em mim. Ele ficou olhando para o meu rosto enquanto passava a mão pela minha perna. Seus dedos deslizaram entre as minhas coxas que estavam juntas, então ele as abriu.

– Eu quero isso – disse ele, levando sua boca até a minha.

Eu também queria, e se ele não me desse, eu pegaria de qualquer jeito. A boca dele tocou a minha, e eu me arqueei para sentir o seu gosto. Eu amava os lábios dele. Quanto mais ele me beijava, mais obcecada eu ficava por eles. Eu queria mordê-los e lambê-los. Queria senti-los no meu corpo. Tremi quando meus pensamentos se tornaram mais impróprios do que eu havia permitido que eles fossem por muito tempo. Capitão moveu a mão até que seus dedos tocaram o cetim da minha calcinha. Eu estava encharcada e sabia disso, mas fazia tanto tempo e eu queria ele tanto que não pude evitar. Ele interrompeu o beijo, mas não
se afastou dos meus lábios.

– Tão molhada. Isso é muito excitante. Vou precisar provar isso, gata.

Queria implorar para que ele fizesse exatamente isso, mas, em vez disso, eu gemia. Que era tudo que ele precisava. Capitão praguejou com um rosnado, e então suas mãos foram para baixo do meu vestido, para tirar minha calcinha. Levantei meus quadris e minhas pernas, ajudando-o a me livrar daquela barreira indesejada. Ele cheirou a calcinha com um sorriso malicioso, então a dobrou cuidadosamente e a colocou no painel, como se tivesse todo o tempo do mundo. Eu rebolei, precisando de alguma coisa. O gesto era doce e verdadeiramente sexy, mas parecia que meu corpo estava pegando fogo.

– Calma – disse ele, deslizando a mão pela minha perna. – Vou fazer de um jeito gostoso. Eu juro.

Então ele levantou minha perna e a colocou por cima do seu ombro, antes de fazer o mesmo com a outra. Parei de respirar quando ele me encarou, abaixando a cabeça até o  primeiro toque que me fez quase sair voando do banco. Gani, mas a língua dele deslizou de novo sobre o meu clitóris inchado, e comecei a gemer. Aquilo era muito bom. Tinha estado tanto tempo sem, e aquilo ia ser demais para mim. Agarrei os longos cabelos dele com minhas mãos, enquanto ele continuava seu doce tormento, me tocando. Cada lambida fazia eu ter vontade de me agarrar em alguma coisa. Implorar e suplicar. O prazer estava crescendo rápido, e meu corpo estava pronto para o que vinha vindo. Quando o calor explodiu dentro de mim, joguei minha cabeça para trás e meu corpo tremeu, enquanto Capitão continuava com seus beijos íntimos. Quando saí do meu êxtase, ele beijou a parte interna das minhas coxas, devagar tirou minhas pernas de seus ombros e se ergueu para ficar por cima de mim. Através do meu atordoamento de felicidade, olhei fixamente para ele. O sorriso largo no rosto dele me fez rir. Ele estava se vangloriando por
dentro por ter me feito perder o controle daquela maneira. Estava me sentindo tão bem que não me importava. Ele podia se vangloriar o quanto quisesse. Se eu apenas pudesse ter mais um pouco daquilo de novo.

– Está se sentindo bem? – perguntou ele, esfregando o meu lábio inferior com seu polegar.

Assenti com a cabeça. Eu não conseguia evitar o sorriso idiota no rosto.

– O seu gosto estava incrível – disse ele com a voz rouca. – Tão bom que eu poderia provar um pouco mais.

Eu gostei muito dessa ideia. A evidência da sua excitação estava pressionando a minha coxa. Ele ainda estava com a calça, mas eu podia sentir a rigidez e queria aquilo também. Queria fazê-lo se sentir tão bem quanto ele me fez. Movimentei minha coxa para esfregá-la na sua ereção, e ele soltou um chiado por entre os dentes.

– É a minha vez – disse eu, fazendo o movimento de novo.

Dessa vez ele mexeu os quadris, provocando a fricção.

– Nada disso. Essa noite é só sua. Eu queria aquilo – disse ele, me imobilizando para que eu não conseguisse alcançar o seu zíper e libertar o que eu queria.

– Mas eu quero – insisti, deixando minhas pernas caírem abertas para que ele ficasse entre elas.

Tudo que ele tinha que fazer era subir um pouquinho para pressionar onde eu queria.

– Porra, Addy – disse ele sem fôlego, movendo os quadris de modo que meu calor ficasse junto ao dele. Eu queria mais do que isso. Queria dar mais a ele.

– Deixa – falei, movendo minha mão para baixo, para segurá-lo através da calça jeans. Ele fechou os olhos quando toquei sua rigidez. – Quero tocar você – disse, tentando desabotoar sua calça.

Ele abriu os olhos e olhou para mim. A vontade me fez tremer e apertá- lo mais forte. Ele cerrou os dentes.

– O que é que você quer? – perguntou ele, movendo os quadris.

– Quero seu pau na minha boca – respondi ousadamente, enquanto o apertava com delicadeza.

Ele soltou um gemido e se afastou de mim até ficar sentado. Me apressei para ficar de joelhos ao lado dele antes que ele mudasse de ideia.

– Não era minha intenção que você fizesse isso, mas, porra, não tenho como negar com você me pedindo assim.

Rapidamente tirei a calça dele até que o segurei em minhas mãos. Ele soltou um chiado entre os dentes de novo e bateu com a cabeça no encosto do banco, mas não tirou os olhos de mim. Gostava de saber que ele queria me ver fazendo isso. Abaixando minha boca, beijei a ponta, e ele tremeu com meu toque. Adorava o poder que isso me dava. Queria fazê-lo tremer. Queria que ele se desmanchasse na minha boca da mesma forma que ele havia feito comigo. A ideia me excitava, e eu sentia o calor entre minhas pernas começar a aumentar novamente. Separei levemente minhas pernas e agarrei a base do pau dele com uma
das mãos, então deslizei minha outra mão entre minhas próprias pernas para amenizar a dor suave que tinha retornado.

– Caraaaalho – gemeu ele, e olhei para cima e o vi me observando enquanto eu me tocava. – Vou gozar só de olhar para isso, gata.

Sorrindo, deslizei os lábios sobre ele até que a cabeça bateu no fundo da minha garganta, me fazendo sufocar.

– Calma, gata. Não vai se machucar. Não quero que faça isso.

A preocupação na voz dele veio junto com uma corpulência que me fez entender que assim como ele não queria que eu me machucasse, também estava gostando daquilo. Chupei com força enquanto o tirava da minha boca com um estalo.

– Eu gosto assim – disse a ele, então o coloquei de volta na minha boca enquanto ele enrijecia. Eu tinha total poder sobre ele.

 

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