Leia um trecho erótico do livro “Onde Mora o Coração”

Nada como uma bela história para dar uma agitada na sua noite com o boy!

Eu era uma estudante do ensino médio que vivia de mesada. Luke se virava com a grana de suas apresentações, então hotel ou motel eram luxos dos quais, às vezes, nos permitíamos. Essa era uma das ocasiões que mereciam uma cama quentinha, mas, desde que saímos do bar, a necessidade de um pelo outro era tão grande, que mal podíamos esperar para chegar até um local deserto na praia.

Luke dirigia sua velha caminhonete com uma mão na direção e a outra no meio das minhas pernas. Assim que entrei no carro, ele me fez tirar a calcinha e colocar uma perna de cada lado do câmbio, ficando exposta e totalmente à sua mercê. Seu dedo entrava e saía de mim, me deixando en­louquecida. Coloquei o rosto em seu pescoço e gemi.

— C!@#$, você está tão molhada! Ann baby, eu juro, um dia você ainda vai me matar. É só eu te tocar que você fica assim.

Queria poder responder, dizer que ele tinha aquele efeito sobre mim, mas não conseguia formular palavras, não assim, quase explodindo em sua mão. Remexi meu quadril, indo ainda mais de encontro a sua mão e gemendo feito louca. Luke rosnou e tirou o dedo de dentro de mim, deixando-me incomodada.

— Lucas… —Protestei, irritada. Ele me deu um sorriso com o canto da boca, aquele que é capaz de molhar um monte de calcinhas — tantas que eu nem queria imaginar —, levou o dedo até a boca e o chupou. Isso me deixou ainda mais quente.

— B!@#ta doce da p!@#$! Ann Baby, eu não posso continuar. Se continu­ar, você vai gozar e eu não quero que goze assim. Quero que goze primeiro na minha boca e depois no meu pau, que vai ficar todo molhado por causa da sua pequena e doce b!@#$.

Recostei-me no banco e respirei profundamente. O caminho até a praia parecia levar uma eternidade. Luke era um jogador e sabia exatamente como me enlouquecer, como me deixar desesperada por ele. O sorrisinho e o olhar de canto de olho que me deu, me confirmava isso.

Tocava Fly Away From Here, do Aerosmith, na estação de rádio local. Fechei meus olhos, sonhando com o dia em que voaríamos para longe daquele lugar. Luke e eu, juntos.

— Chegamos. — Luke me tirou dos meus pensamentos.

A praia estava deserta. Ele estacionou em um ponto próximo à areia, desceu do carro, o contornou e abriu a porta do passageiro, estendendo a mão para mim. A música continuava tocando, e ele me puxou para si. Com um impulso, minhas pernas estavam enroladas em seus quadris, ele me levou até o capô da sua velha caminhonete, colocando-me sentada sobre ele. Então, beijou meus lábios e se afastou, com os olhos semicerrados. Empurrou meu tronco levemente para que eu me deitasse. Fiz o que ele queria. Ele sorriu e se abaixou, indo em direção ao meu sexo.

— Amo essa b@#ta! B!@#ta doce do c!@#$, Ann. — Ele levantou minha saia, abriu minhas pernas e me abocanhou, invadindo-me com a língua. Se­gurei seus cabelos com força, enquanto ele me explorava com a boca habilido­sa. Eu era como uma gelatina, mole e entregue às suas carícias. Gemi e falei palavras incoerentes; palavras que não deveriam fazer parte do vocabulário de uma moça, mas foda-se. Quando Luke Daniels fazia sexo oral em você, palavras sujas estavam incluídas no pacote. Ele continuou com sua tortura sexual e, quando levou o polegar ao meu ponto mais necessitado e inchado, desmoronei e gozei, gritando seu nome.

Fiquei mais algum tempo perdida em minha névoa sexual e quando vol­tei a mim, olhei para Luke. Ele estava entre minhas pernas, com o tronco sobre o meu corpo, um braço de cada lado.

— Eu amo colocar esse olhar de mulher bem fodida e satisfeita em seu rosto, amor. — Olhei para ele, que sorriu. Então, lembrei-me das palavras sa­canas que me ele disse no bar: “Depois, vou meter meu pau tão fundo em sua garganta, que te farei engasgar”. Sorri para ele e o empurrei para trás, saindo de seu domínio. Sai do capô e inverti nossas posições, encostando-o no carro.

— Agora é minha vez. — Caí de joelhos em sua frente, abri e abaixei sua calça e a boxer, apenas o suficiente para tirar seu pau para fora. Passei o dedo sobre a cabeça de seu pênis, que estava molhado. Salivei, desejando-o. Ergui meus olhos e assim que nossos olhares se cruzaram, passei levemente a língua em seu pau e o engoli.

— P!@#$, baby! P!@#, p!@#$, p!@#$! — Luke gritou ao primeiro contato de minha boca com seu membro. Com uma das mãos, o bombeei para cima e para baixo. Ele agarrou meus cabelos com força e investiu fundo, chegando até minha garganta. Tudo isso sem nunca tirar seus olhos dos meus. Então, engasguei e meus olhos ficaram cheios de lágrimas. — Essa visão é como o pa­raíso. — Continuei chupando-o. Ele gemeu e balançou os quadris em minha direção. Mas, de repente, seu membro saiu da minha boca.

— Luke? — Eu perguntei e fiz beicinho.

— Estou muito próximo, Ann. — Disse, me estendendo a mão. — Que­ro gozar dentro da sua b!@#ta. Quero sentir suas paredes me apertando, en­quanto chupo esses seios macios. — Ele me virou, me colocando novamente em cima do capô e tirando rapidamente minha blusa. — C!@#$, Ann! Você está sem sutiã. — Meus mamilos, naquele momento, já estavam rígidos e totalmente necessitados dele. Luke tirou a camisa, abaixou um pouco mais as calças e segurou um dos meus seios, levando o mamilo entre os dedos. — Tão rosados. — Logo em seguida o levou à boca, enquanto acariciava o outro. Arqueei as costas, levando o quadril em sua direção, precisando dele dentro de mim. Gemi com o desejo. Ele entendeu meu apelo e entrou em mim de uma vez, com pressa, duro e forte.

— Gostosa do c!@#$! — Ele se afastou para dizer. — Você me enlou­quece, Ann. Essa b!@#ta é minha e é o melhor lugar do mundo para estar.

— Luke, mais rápido, mais forte. — Disse, me agarrando a ele e fincando as unhas em suas costas. Mexi meu quadril, indo cada vez mais de encontro ao seu corpo, ansiando por mais. Ele enrolou meu cabelo em sua mão e bombeou mais forte. Depois de alguns minutos, eu estava prestes a desmoronar.

— Luke, eu… Eu…

— Diga, baby, fala para mim que você vai gozar. Fala, Ann.

— Eu vou gozar, Luke… Ahhhh…

— Eu te amo, Ann, eu te amo. — Ele falou no momento em que encon­trou o ápice do seu prazer.

— Deus, Anne! Isso foi insano. — Disse, ainda dentro de mim. Minhas pernas ainda estavam em volta de seus quadris. Ele me beijou e se afastou. Mesmo deitada, consegui sentir o líquido escorrendo pelas minhas pernas. Ele passou as mãos entre elas e me mostrou. — É lindo te ver assim, marcada pelo meu gozo. Você é minha, Ann. Minha Ann Baby, só minha.

 

 

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