Leia um trecho erótico do livro “Um Casamento Quase Real”

Nada que um trecho beeem quente possa te ajudar a aproveitar do melhor jeito possível a noite com o boy.

” ― Você é tão linda, Princesa ― sussurrou, antes de passar a mãos em meus seios e lambê-los. Eu gemi. ― Mas tão teimosa ― disse, antes de morder cada um dos meus seios e abocanhar um mamilo, me fazendo arquejar e gemer alto.

 

― Théo… ― gemi, seu nome precisando dele urgentemente dentro de mim.

 

― O que foi, Princesa? Está ruim, é? ― perguntou desdenhoso, quando beliscou meu clitóris, antes de enfiar um dedo no meu sexo que pingava por ele.

 

― Não… ― consegui responder, com outro gemido.

 

― Então o que é, Stephanne? Você quer gozar? Quer gozar em meus dedos? Ou quer gozar em minha boca? Ou melhor, quer gozar com meu pau todo enterrado nessa b!@#$#@a, apertada, que parece que vai esganar meu pau quando você está gozando? ― perguntou com a voz em necessidade e eu gemi, porque eu sabia que ele era capaz de cada uma dessas coisas.

Não respondi. Não precisava. Théo sabia que sim. Ele sabia que eu queria tudo dele, por isso riu baixinho. Eu gemi de novo, quando ele alcançou com os dedos  um ponto perfeito dentro de mim, misturado com a eficiência dos seus dedos que circulavam meu clitóris.  Ele foi descendo sua cabeça até o meio das minhas pernas, segurou em minhas coxas, escancarando-a sem o menor pudor. Sua língua deslizou em meu sexo, abrindo caminho para dentro de mim. Lambendo. Chupando. Devorando-me, como se fosse a melhor das sobremesas. Comendo-me com a boca e me enlouquecendo, da maneira que só Théo sabia fazer.

 

― P!@#a, eu amo chupar essa sua b!@#$%$a linda. Você tem o melhor gosto que já provei. Uma delícia ― sussurrou, na minha pele sensível, me fazendo gemer.

 

Quando voltou a me chupar, meus quadris se mexiam por vontade própria, querendo, implorando por mais. Eu não conseguia controlar os gemidos que saíam da minha garganta com suas investidas. E, sinceramente? Eu não me importava que alguém nos ouvisse, pois o desejo e o prazer que eu sentia por ele, chegava a níveis inimagináveis. Meu corpo se sacudiu quando suas leves sucções e lambidas perfeitas me levaram à beira do orgasmo. Meu corpo sacudiu violentamente quando eu gozei, chamando seu nome. Théo beijou minhas coxas e levantou-se.

 

Tentei pensar em algo para dizer, mas eu não consegui pensar em nada quando o olhar feroz e cheio de luxúria me paralisou.

P!@# que pariu! Como pode ser lindo e perfeito desse jeito?

Ter a visão de Théo, com aquele rosto lindo, seus olhos azuis, de tão quentes, faziam-me derreter. Seu corpo nu, grande e perfeito, seus músculos rígidos e bem desenhados, parecendo ter sido feito para enlouquecer-me. Sua mão segurando seu pau, grande, grosso, lindo, delicioso, masturbando-se lentamente, fazendo-me salivar, era a visão mais linda e prazerosa que eu poderia ter na minha vida.

― Fique de quatro, Princesa. Porque o que você tem que entender, tem que penetrar profundamente na sua b!@#$%¨a apertada, no seu corpo, mas principalmente na sua cabecinha teimosa. ― Ordenou, com a voz cada vez mais grossa de desejo.

Obedeci. Meu corpo parecia seguir instintivamente as ordens que saíam da sua boca. Quando já estou de joelhos na posição, Théo desceu sua mão em meu sexo, brincando com meu clitóris, antes de enfiar dois dedos dentro da minha abertura molhada.

― Hm. Bom. Muito bom. ― murmurou, parecendo satisfeito, e logo tirou os dedos dentro de mim.

Théo brincou com a cabeça gorda do seu pau em minha entrada e entrou em mim de uma só vez. Pelo tamanho enorme e a grossura do seu pau, com certeza teria me rasgado por completamente se eu não tivesse completamente encharcada. Ainda assim soltei um grito abafado, sendo acompanhada por um palavrão de Théo, que agarrou meus quadris com suas duas mãos e avançou sobre meu canal estreito, aceitando-o por inteiro, até as bolas. A penetração era tão intensa e profunda que eu mal podia suportar.

― Minha nossa, Steph! Você tem uma b!@#$%a tão gostosa e apertada para c!@#$o! ― rosnou, fazendo uma pausa, como se quisesse se controlar.

Depois de alguns segundos, Théo voltou a se movimentar, entrando e saindo em um ritmo perfeito. Ele arremetia contra mim com uma ferocidade e maestria, que me deixava insana, e eu estremecia e gemia, quase chegando ao orgasmo.

P!@#a! Era sem palavras!

A forma como nossos corpos se conectavam, era esplêndida. E eu sabia que ele se sentia da mesma maneira também. Era impossível não sentir. Théo parecia que a cada investida me dizia o que meu corpo já sabia, mas minha mente se recusava a aceitar: Nunca foi assim com ninguém. Nunca será. Isso é real. É só nosso.

Você é minha!repetia.

A cada nova estocada do seu pau em minha b!@#$a, algo parecia mudar em mim. E quando Théo se debruçou sobre mim, enterrando a cabeça em meu pescoço, segurando meu cabelo e tragando meu cheiro, ao mesmo tempo em que entrava e saía dentro de mim e ainda por cima murmurava safadezas no meu ouvido, fazia com que eu enlouquecesse cada vez mais de desejo e de vontade dele. Nunca me senti tão entregue e possuída dessa maneira. O suor pingava em nossas peles. O atrito de nossos corpos era magnífico. Ele começou a me foder com força, fazendo com que meu joelho afundasse mais no colchão. Uma onda de prazer reverberou pelo meu corpo, intensificando a cada arremetida do seu pau delicioso dentro de mim. Gozei gritando seu nome em um grito agudo, sentindo todo meu corpo vibrar pelo êxtase. Ele rosnou e me virou com maestria, sem sair de dentro de mim, ficando de frente para ele.

― Ainda não terminei. Agora você vai gozar, olhando nos meus olhos, quero ter certeza de que entendeu ― ele disse, com a voz entrecortada.

Oh Jesus! Eu tava fodida!Não apenas de forma metafórica, mas literalmente falando!

― Não. Eu não aguento ― murmurei, quase sem voz.

Era verdade. Eu já tinha gozado duas vezes desde que começamos e fora as milhares de vezes que ele me fez gozar durante toda a noite. Eu estava esgotada.

― Aguenta sim. Eu sei exatamente do que você precisa para gozar ― falou, elevando minha perna.

E Théo realmente sabia. Ele não parou. Beijou-me com necessidade, agarrei seus cabelos, passando minhas mãos em suas costas. Com seu corpo completamente suado, ele ia e vinha e remexia os quadris de uma forma enlouquecedora, entrando cada vez mais fundo. E eu entendi o que ele estava fazendo, ele estava me punindo. Punindo-me por ter agido como uma criança mimada. Punindo-me não apenas por ter ferido seu ego masculino, mas porque eu não queria admitir o que realmente havia entre nós. Meu corpo se reascendeu e meu coração se acelerou com a descoberta. O prazer e o desejo eram tão grandes, que o terceiro orgasmo que se formava parecia mais uma tempestade se formando dentro de mim.

― Minha… Minha… Vou te deixar marcada com meu gozo, para você entender isso de uma vez por todas! ― rosnou, e eu ofeguei, antes da sua boca cobrir a minha.

Seu corpo enrijeceu e ele se afastou da minha boca, soltando um palavrão quando eu apertei seu pau, indicando que mais um novo orgasmo estava próximo. Suas palavras. Seus toques. Os movimentos dentro de mim. Tudo me deixando possuída de uma forma arrebatadora. O orgasmo ganhando cada vez mais força, me deixando no limite, cravei minhas unhas nas suas costas. As sensações se intensificando cada vez mais próximas do que ele queria. E tudo explodiu. Théo jogou a cabeça para trás e fechou os olhos, antes de abrir os olhos novamente, estremeceu, gozando dentro de mim, soltando um rosnado animalesco sem parar de me penetrar. Junto com ele, cheguei ao clímax de uma forma arrebatadora, gemendo seu nome, em uma espécie de frenesi, com uma intensidade sem tamanho, que me trouxe lágrimas aos olhos.

Eu ainda estava quase fora de mim, quando seu corpo caiu sobre o meu, os dois ainda ofegantes, com os corpos trêmulos. Théo me beijou com ternura. A ligação entre nós dois era tão intensa, que estava além do compreensível. Era apenas forte demais para negar. A sensação era de que ele possuía não só meu corpo, mas também minhas emoções. Tudo. Théo sem dúvidas era a encarnação de todas as minhas fantasias, de tudo que eu nunca quis verdadeiramente para mim, mas agora eu sabia que queria. ”

 

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  1. Paula Almeida

    Ótimo Livro! A autora criou uma obra envolvente, com muito romance , comédia e suspense.

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