Não deixe o amor escapar!

Quantas vezes você desistiu de esperar pela ligação de um homem sem pensar em tomar a iniciativa de procurá-lo? Agarre seu amor! Inspire-se nos depoimentos a seguir

Casais improváveis contam como ficaram juntos e estão até hoje
Foto: Getty Images

Quem pegou no pé foi ela

A jornalista Andréa Guedes, de 25 anos, e o radialista Daniel Batista, de 30, se conheceram num ambiente familiar: a festa de aniversário do irmão dela. Ao pousar os olhos em Daniel, ela pensou: “Vou me casar com esse homem”. E não é que a premonição deu certo? Depois daquele encontro, não se separaram mais. Mas nada disso teria acontecido se não fosse a iniciativa de Andréa de telefonar atrás dele várias vezes.

A versão dela

“O Daniel já trabalhava com meu irmão havia três anos quando nos conhecemos. Frequentávamos os mesmos lugares, mas nunca na mesma ocasião. Assim que o vi, tive certeza de que passaria o resto da vida ao lado dele. Ficamos juntos e foi ótimo. Ele pegou meu telefone e combinamos de nos falar no dia seguinte. Acontece que não deu as caras. Nunca liguei para quem conhecia na balada, mas com o Daniel foi diferente. Eu queria revê-lo e por isso corri atrás. Quando finalmente atendeu ao telefone, não nos separamos mais”.

A versão dele

“O irmão da Andréa sempre teve fama de proteger demais as irmãs, por isso fiquei preocupado com sua reação. Conversamos a respeito e ele levou numa boa. Mas preferi não arriscar uma amizade por um relacionamento que nem sabia se daria certo. Um dia resolvi atender porque pensei: ‘Se ela está insistindo tanto é porque tem alguma coisa aí’. Quando nos reencontramos, me sentia atraído e começamos a namorar. Sempre a agradeço pela iniciativa dela. Do contrário, não teríamos nos casado e tido o nosso bebê”.

Amor de verão que venceu a distância

O romance entre a assistente financeira Lucimar Moura Silva, de 37 anos, e o empresário Paulo Henrique da Silva, de 36, foi aquele típico de verão. Ela estava de férias no litoral paulista, onde ele servia na Aeronáutica. O cenário não podia ser melhor: praia, calor e dois jovens em busca de curtição. Passaram 20 dias juntos. Mas a paquera que era para findar com as férias subiu a serra e o casal está unido há mais de 14 anos.

A versão dela

“Conheci o Henrique na praia e marcamos um encontro no fim do dia. Logo descobrimos afinidades. Nossa história poderia acabar com as minhas férias, mas gostei dele e me entreguei ao sentimento. Difícil foi me despedir. Não sabia se nos veríamos novamente e se ele cumpriria a promessa de me procurar. Assim que voltei, recebi seu telefonema e vi que era sério. O começo do namoro foi mais complicado. Eu era ciumenta. Com o tempo, aprendi a confiar no nosso amor, apesar de morarmos em cidades diferentes. Hoje, somos casados e vivemos como eternos apaixonados”.

A versão dele

“Conheci a Lucimar na minha primeira folga depois de 19 dias seguidos trabalhando na base aérea de Santos. Saí com amigos para aproveitar a praia e lá estava ela. Quando percebi que correspondeu aos meus olhares, tomei coragem e me aproximei. Naquela mesma noite rolou o primeiro beijo e de longe eu já senti que me apaixonaria. Passamos os dias seguintes juntos, até que ela partiu. Nos falávamos por telefone e só depois de 60 dias consegui visitá-la. Quanto mais me apaixonava, menor era o intervalo entre cada encontro, até que passei a ir a São Paulo todos os dias. Nosso romance seguiu desse jeito durante três anos, quando decidi me mudar de vez. Não foi fácil manter o namoro a distância durante tanto tempo. Mas não me arrependo, pois sei que hoje estou ao lado da minha alma gêmea”.

Eles se amaram à segunda vista

Foi preciso mais que um encontro entre a relações públicas Nathalya Calil Jorge, de 22 anos, e o bancário Leonardo Loré, de 28, para que se apaixonassem. Quando trocaram os primeiros olhares, em julho de 2005, Nathalya achou Leonardo quietinho. Já ele a considerou interessante, mas não o bastante para criar coragem de se aproximar. Até que no Réveillon ficaram juntos. Mas só embalaram um romance na segunda festa da virada.

A versão dela

“Quando conheci o Leonardo, me relacionava com outro cara, por isso nem dei bola. Ele era tímido e eu gostava de homens mais extrovertidos. Quando ficamos em uma festa de Ano Novo, foi por iniciativa minha – não queria passar a noite desacompanhada. Depois disso nos víamos só de vez em quando, o que me deixava bastante frustrada. Apenas no ano seguinte, quando viajamos para mais uma virada de ano com a mesma turma, me deu um estalo. Nós já estávamos mais íntimos, por isso o beijo da comemoração rolou naturalmente. Fico feliz por termos proporcionado mais uma chance à relação. Do contrário, teríamos mantido uma amizade colorida que eventualmente esfriaria”.

A versão dele

“Na primeira vez que vi a Nathalya, ela me pareceu simpática, bonita e charmosa, mas não tivemos chance de conversar. No Ano Novo fomos viajar com a mesma turma de amigos e nos conhecemos melhor. Só que eu não queria me envolver. Para não magoá-la, deixei as coisas como estavam. Um ano depois, ficamos juntos de novo e percebi que algo tinha mudado na minha cabeça. Comecei a pensar que ela poderia ser a mulher da minha vida. Então resolvi não deixá-la escapar. Desde então engatamos um namoro”.

Eles se apaixonaram em plena micareta

Quem diria que a ficada em um Carnaval fora de época poderia dar em casamento com troca de alianças, festa e tudo? Foi o que aconteceu com Eliane Gomes, de 30 anos, assistente comercial, e Rogério Pessotti da Silva, de 27, analista de importação. Eles se conheceram numa micareta em São Paulo, se beijaram, trocaram telefone e em pouquíssimo tempo estavam juntos. Em outubro do ano passado, oficializaram a união.

A versão dela

“Eu estava com algumas amigas quando o Rogério se aproximou. Lembro que perguntou meu nome, mas naquela bagunça mal nos ouvíamos. Mesmo sem nos entender, a química agiu e nos beijamos. Depois, trocamos telefone e cada um foi para o seu lado. Pensei: ‘Homem solto em micareta? Vai beijar quantas conseguir’. Quando resolvi ir embora, o encontrei e ficamos juntos novamente. Depois de esperar a ligação por uma semana, decidi arriscar. Trocamos e-mails e um mês depois ele me pediu em namoro. Logo em seguida, em casamento! Era para ser, não?”.

A versão dele

“Assim que cheguei ao show, dei de cara com a Eliane. Ela era linda e se destacava no meio da multidão. Como naquela época eu ainda estava com 23 anos, só queria saber de curtição. Tanto que logo depois do beijo fui aproveitar a noite com meus amigos. Não liguei no dia seguinte por puro desleixo, assumo. Por isso, adorei a iniciativa dela. No começo, tinha medo de perder a liberdade da vida de solteiro. Mas percebi que não dava para ficar sozinho para sempre. Como sonhava em casar e ter filhos, não quis perdê-la”.

Ele era comprometido

A assessora de comunicação Patrícia Oliveira, de 28 anos, e o técnico em informática Arrison de Mello Gouveia, de 26, trabalharam no mesmo escritório durante um bom tempo, sem nunca trocarem mais do que cumprimentos sem segundas intenções. Foi apenas ao viajarem para a praia com uma amiga em comum que notaram de fato um ao outro. Na época, Arrison era comprometido, o que quase colocou o romance em risco.

A versão dela

“Quando trabalhávamos juntos, eu nem sequer o notava. Por isso me surpreendi quando me peguei interessada por ele. Saímos para caminhar uma tarde e nos beijamos. Era Carnaval e ficamos juntos todos os dias, como se fôssemos namorados. Só quando voltamos a São Paulo ele lançou a bomba: já tinha namorada. Na época, eu não queria saber de compromisso e o mandei ficar com ela. Acontece que isso me derrubou e percebi que gostava mais do cara do que imaginava. Em menos de uma semana, Arrison terminou com a ex e nos acertamos. Posso dizer que ele me completa em todos os sentidos”.

A versão dele

“Eu tinha brigado com a minha namorada e me sentia magoado. Por isso, o jeito carinhoso da Patrícia me cativou. Não quis contar nada, pois não sabia se continuaria comprometido e também não desejava perder a chance de ficarmos juntos. Estar ao lado dela foi a melhor forma de suportar a fase ruim. Quando voltei para casa, vi que não dava para levar meu antigo relacionamento adiante. Sabia que ao revelar a verdade correria o risco de perdê-la, mas estava disposto a tudo para ficar ao lado da mulher por quem me apaixonara. Hoje, tenho a relação que sempre quis”.

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