O primeiro vibrador a gente não esquece

Nossa repórter teve uma missão NOVA: comprar um vibrador e contar detalhes do test drive!

Nossa repórter conta como foi a primeira vez dela com um vibrador
Foto: Getty Images

Fiquei confusa com a proposta de trabalho: comprar e usar um vibrador. Ao mesmo tempo, fiquei feliz porque nunca tinha testado um desses. Topei o desafio, mas, confesso, que não imaginava tais resultados.

Ao contrário do que imaginei, a sex shop é discretíssima. As vitrines exibem biquínis, lingerie sexy e um ou outro vídeo de sacanagem. Os dois vendedores – uma moça de 25 anos e um homem de 40 – mal me olharam. Devem partir do princípio, corretíssimo, de que parte do barato é poder fuçar à vontade.

Nunca imaginei que existissem tantos tipos de vibrador. De todas as cores e alguns de gosto um tanto duvidoso, como os modelos em forma de um braço e de uma mão. Fiquei especialmente fascinada por um de látex super-realista no formato. A gente aperta um botão e o bicho começa a aumentar em todas as direções.  Mas não tive coragem.

Segui em frente e lá estava ele. De gel, tamanho normal, meio rosado, transparente, com um ratinho em cima para massagear o clitóris. A vendedora me olhou com respeito quando viu meu eleito. Além de vibrar, ele girava de um lado para o outro dentro da vagina, com maior ou menor intensidade, funções que você controla pelos botões na base do vibrador.

Resolvi estrear com meu namorado. Os homens ficam excitadíssimos quando a gente aparece com uma surpresa dessas! Passei a semana inteira atiçando a curiosidade dele, avisando que no sábado levaria uma novidade para esquentar a transa. No dia “d”, tomei um banho caprichado, me perfumei, coloquei  na bolsa o Mr. Big, nome que dei ao meu virbador, e lá fomos nós para uma inesquecível noite erótica. Nem precisei pedir, meu amado tomou a iniciativa de me fazer descobrir as delícias da nova aquisição. A tal da rotação é estranha e pode até incomodar se o vibrador não estiver bem lubrificado. Já o ratinho no clitóris é uma coisa de louco!

O melhor de tudo é que o homem fica alucinado porque é ele quem está dando todo aquele prazer pra gente. E tem outra vantagem: você pode usar seu vibrador nele, excitando os mamilos, a cabeça do pênis, tudo quanto é lugar que a imaginação mandar, como eu fiz. Quando não dava mais para segurar, deixamos o vibrador de lado e gozamos juntos.

Quer saber? O vibrador esquenta o relacionamento, ajuda o casal a conhecer melhor o próprio corpo, desperta a gente para mil sensações novas. E não há perigo de você se viciar, se lembrar que não existe máquina capaz de substituir beijos no pescoço, sussurros no ouvido, um olhar apaixonado e braços onde a gente se aninha satisfeita da vida.

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  1. Maria Rosario

    Que lind

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