Sexo urgente – Conto de amor e sexo

Antes de se juntarem aos convidados, Gwyneth e Duncan, recém-casados, fazem amor com paixão, como mostra "Um Beijo do Destino"

Foto: Getty Images

Duncan precisou controlar-se para não pressionar Zeus para irem mais rápido. Seus novos cavalos vinham trabalhando arduamente enquanto ele e a esposa galopavam pelas colinas do norte da Inglaterra e da Escócia. Esse último trecho da viagem havia sido um tipo especial de lua de mel. Gwynne, sua esposa, cavalgava meio corpo à sua frente, e ele aproveitou a oportunidade para estudá-la. Já conhecia bem o corpo leve e sensual, a pele sedosa e macia contra a sua, tão áspera. A cada dia, ela lhe parecia mais bela. À sua frente, Gwynne remexeu-se:

– Falta muito ainda?

– Após a próxima curva.

Gwynne chegou ao seu novo lar despenteada e sem fôlego pela cavalgada. Duncan tomou a esposa pela mão e subiu com ela meia dúzia de degraus que levavam ao castelo. Gwynne examinou o imenso salão com admiração. Ele girou-a e sapecou-lhe um beijo. Ela retribui o beijo, a boca tão doce quanto o mel.

– Há uma celebração de boas-vindas, formando-se no pátio, que durará até a madrugada.

Duncan já sentia o sangue latejando, mas não por causa da música. Ele passou um braço em torno dos ombros da mulher e a guiou. Ela olhou brevemente para seus trajes de montaria empoeirados.

– A carruagem com nossa bagagem ainda não chegou. Tenho apenas essas roupas e um vestido todo amassado.

– Você é ainda mais adorável sem um fio de tecido sobre o corpo

– Você está se tornando mais escocês e desbocado.

– Temos alguns minutos antes de descermos – Ele voltou a beijar a esposa, começando abaixo de sua orelha e descendo.

– Definitivamente mais ousado. Você parece outro homem.

– E você gosta?

– Ah, sim. – Ela pressionou o corpo contra ele, sentindo-se latejar suavemente entre as pernas.

– A comemoração pode esperar – disse ele, em voz rouca

Ele levantou a saia e a anágua, correndo a ponta dos dedos para cima na parte interna das coxas, antes de mergulhar na umidade aquecida que o esperava. Ela arfou. Gwynne deslizou as mãos para as calças do marido. Um botão voou longe enquanto Duncan esforçava-se para abrir as calças. Excitado demais para sutilezas, ele lançou-se com urgência no corpo que ansiava pelo seu. Por um instante, ambos ficaram imóveis, paralisados pelo prazer intenso da união. Gwynne começou a movimentar seus quadris, com a respiração feita de gemidos. Seus movimentos o levavam à crescente loucura, enquanto o queixume das gaitas ecoava seu voo sobrenatural. Embora desejasse que essa harmonia abrasadora durasse para sempre, ele sabia que estava a instantes do clímax. Deslizando a mão entre os corpos, ele a tocou intimamente. Ela dissolveu-se em convulsões frenéticas, que apenas serviram para liberar seu próprio prazer. Agarraram-se um ao outro, apoiados pela parede. Ele riu brevemente e disse, enquanto espalhava beijinhos na testa e têmporas de sua mulher:

– Não existem palavras para descrever um prazer assim.

– Nunca mais conseguirei ouvir gaitas de fole sem recordar nosso momento.

– Então, contratarei um músico para o castelo — disse ele.

– Ela riu enquanto afastava-se.

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