Telefonema quente – Conto de amor e sexo

A jovem Kathy Goolsbee entra em um jogo erótico delicioso com o experiente Mickey Sabbath

Foto: Getty Images

Tudo começou quando Kathy telefonou para o seu professor Sabbath, para falar de um trabalho. A solidão, a atenção dele, e o papo ficou picante.

– O que você está fazendo agora?
– Estou deitada de barriga para baixo. Estou me masturbando.
– Onde você está?
– Estou em casa, estou na cama.
– Está completamente sozinha?
– Brian foi a um jogo de basquete.
– Sei. Bem, estou feliz por você ter ligado. O que está vestindo?
– Estou usando jeans e um pulôver. A roupa de sempre
– É, essa é sua roupa padrão, não é? Fiquei muito excitado da última vez que conversei com você.
– Hmmmmm.
– Você se masturba muito?
– Bem, não.
– Não?
– Bem, não tenho lá muitas oportunidades. Fico na aula.
– Você tem pensamentos sexuais.
– Constantemente. E eu só… Acho que eu apenas sexualizo qualquer interação que tenho com as pessoas.
– Sente isso comigo?
– Bem, hmmmmm…
– Sabe o que eu queria muito que você fizesse?
– O quê?
– Abrir o zíper da sua calça.
– Tudo bem.
– Soltar o botão.
– Tudo bem.
– E abrir o zíper.
– Estou na frente do espelho.
– Agora, puxe sua calça pelas pernas…
– Vejo minhas pernas. E vejo a parte entre as minhas pernas.
– Pegue sua mão e ponha o dedo bem entre uma perna e a outra. Por fora da calcinha, e esfregue para cima e para baixo. Apenas esfregue de leve. Que tal se sente?
– Tão gostoso. Está molhado.
– Você ainda está por fora da calcinha. Agora empurre a calcinha. E ponha o dedo no seu clitóris. E esfregue para cima e para baixo. E me diga o que está sentindo.
– É gostoso.
– Vá ficando excitada desse jeito.
– Estou deitada no meu dedo.
– Está de barriga para baixo ou para cima?
– Estou me sentando. Eu queria que fosse você
– Molhe os dedos com a língua e molhe a ponta do mamilo. Não é bom? E me diga o que você quer. Diga o que mais deseja
– Quero suas mãos em mim toda. Quero suas mãos nas minhas pernas. Na minha barriga. Nas minhas costas. Nos seus peitos…
– E o que mais?
– Ah, quero que você me aperte. Depois quero que você comece a entrar e sair.
– Ah, é? Já estou entrando e saindo agora. Diga o que mais quer.
– Estou de barriga para baixo. Sentada em cima do meu dedo. Queria tanto que fosse você.
– Vai gozar?
– Eu quero. Quero você aqui em cima de mim. Ah, isso é uma tortura. Está tão gostoso.
– Mexa seu dedo.
– Ah! Ah! Ah! Michey! Ahh! Ahh!
– Você gozou?
– Gozei e foi muito bom.
– Ah, meu anjo. O que você é?
– Uma moça que não presta.
– Isso é uma coisa boa de ser.

*Texto de “O teatro de Sabbath”

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