Fernanda Machado confessa: “Encontrei o amor da minha vida depois dos 30”

A atriz que dá a vida a uma das vilãs da novela Amor à Vida, não tem nada de má. NOVA conversou com ela e descobriu vários de seus segredos.

Foto: Karine Basílio

A Leila pode até ser má, mas Fernanda Machado é exatamente o oposto da sua personagem na trama Amor à Vida. Depois de passarmos um dia todo ao lado da atriz em busca de revelar seus segredos, só podemos concluir uma coisa: ela está (mais) que apaixonada e superfeliz. Em um papo rápido, ela contou o quanto o filme Tropa de Elite é importante na sua vida e qual o seu maior sonho.

Todo mundo fala que a vida da mulher muda por completo e melhora depois dos 30. Você concorda?
Sim! Melhorou tudo. Acabou a ansiedade, as neuras. É muito bom fazer 30 anos. Eu encontrei o amor da minha vida quando completei as três décadas. Tudo que estava meio errado eu resolvi. Amei chegar lá.

Você tem algum grande sonho que ainda falta realizar?
Quero ser mãe. Logo, logo…

Você está fazendo par romântico com o Ricardo Tozzi em “Amor à Vida”. O Bob, seu noivo, não fica com ciúmes?
Ele é muito tranquilo. Na primeira vez em que me viu trabalhando, foi no set do filme Confie em Mim. Eu e o Matheus Solano nos pegávamos muito nas cenas. Cheguei a consulta-lo se aquilo não o incomodava, e ele disse que não – e continuou por lá tirando fotos, já que ama fotografia. A família do Bob é toda do cinema. O pai dele, por exemplo, é produtor. Ele cresceu nesse meio e entende. E, além disso, ele é uma pessoa muito calma. Se fosse o contrário, não sei se conseguiria ficar tranquila (risos).

Eu não ia conseguir assistir com essa tranquilidade também…
É… Eu namorei só um ator na vida. Não morria de ciúmes, mas em alguns momentos não era confortável. Meu gringo é muito evoluído. (risos)

Em Confia em Mim (que estreia em novembro), o seu papel é pesado, de uma mulher que sofre muito (no longa, Fernanda faz o papel de Maria, uma chefe de cozinha que sonha em ter seu próprio restaurante. O problema é que ela conhece Caio, um homem que parecia poder ajudá-la nisso. Mas a história não era bem essa…). Você acha que muitas mulheres passam por isso realmente? Elas deveriam assistir e tirar uma lição da trama?
Eu acho que sim. O filme fala sobre um golpe que uma garota jovem, inteligente e estudada tomou. Acho que nos dias de hoje isso acontece muito, ainda mais com a internet. O que é legal é que ela se fragiliza, cai, vai ao fundo do poço e depois se levanta e vai atrás do que quer. É um filme para mulher, sem dúvida alguma.

Já na novela, quem dá o golpe é você. Dá para aprender alguma coisa fazendo uma vilã?
A primeira coisa que se percebe é que a Leila é ambiciosa, gananciosa e invejosa. Aí você começa a perceber que quem sente tudo isso é a pessoa que mais sofre no final. Ela será a mais afetada. Uma coisa que já sabemos: fazer maldade só traz maldade, e fazer o bem só traz o bem. Mas o papel ajuda a reafirmar essa verdade.

Você já fez TV, cinema teatro… Dá para eleger um preferido?
Essa pergunta é a mais dolorida, porque eu amo fazer os três, mas eles são muito diferentes – desde o modo de fazer até o set e a quantidade de pessoas ao seu redor.  O cinema é mais intimista, tem poucas pessoas ao seu redor, na TV você está sempre rodeado por gente e, no teatro, é você o público. Cada um se faz de uma maneira, embora o trabalho do ator seja sempre atuar. Eu amo fazer os três, não consigo escolher. Nasci no teatro, minha formação é teatral, fui para TV e depois realizei o sonho de fazer cinema. Agora, quero permanecer nos três.

Você já tinha experiência no cinema antes de Tropa de Elite, não é?
Minha estreia foi em um longa, no mesmo ano, chamado Inesquecível, no qual eu fazia um papel pequeno. Mas o Tropa foi a minha grande estreia e mudou minha vida por completo. Por causa dele eu recebi um convite para ir para Los Angeles (EUA) trabalhar e lá encontrei o amor da minha vida.

Você tem algum truque de beleza, para cuidar da pele, cabelo, manter a formar?
Não sou a pessoa mais vaidosa do mundo, mas tento comer direito, me exercitar. Na Califórnia eu estava usando só cosméticos naturais, livres de parabeno e base de petróleo.

Se você pudesse dar um conselho para alguém, qual seria?
Seja feliz, a vida é curta. Não se encane com coisas pequenas. Não tem nada que não tenha volta, a não ser morte. Se o problema não é de saúde, relaxe e siga em frente.

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