10 filmes que explicam a causa LGBT

Preparamos uma lista de outras produções incríveis que ajudam a compreender o universo LGBT. Vem!

 Stonewall (2015)

O filme com Jonathan Rhys Meyers que estreou em 25 de setembro nos Estados Unidos ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, mas já é aguardado por causa das polêmicas que gerou lá fora. A produção retrata as revoltas de Stonewall, que rolaram em 1969 no bar de mesmo nome em Nova York. O conflito histórico começou quando uma batida policial violenta com o público gay terminou em confronto entre os dois grupos e deu origem ao movimento pelos direitos LGBT. Para os especialistas dentro da comunidade, o filme criou uma versão “hetero” dos fatos.

Carol (2015)

Cate Blanchett e Rooney Mara são as estrelas da adaptação do clássico romance de Patricia Highsmith que conta a paixão de Therese, uma aspirante a fotógrafa, e Carol, uma dona de casa da Nova York dos anos 50. O filme só estreia em circuito nos EUA em 20 de novembro e ainda não há previsão para chegar por aqui, mas vale a pena ficar de olho: a interpretação das atrizes para um dos primeiros romances lésbicos provocou elogios da crítica em festivais.

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014)

A produção brasileira vencedora de dois prêmios no Festival de Cinema de Berlim retrata a descoberta da sexualidade em um grupo de três amigos adolescentes, Giovana, Gabriel e Leo. Os dois últimos lidam com homofobia dos colegas de escola, com a novidade da paixão, os conflitos com Giovana – que se sente deixada de lado por eles – e também com as dificuldades trazidas pela deficiência visual de Leo. Fofo e com uma trilha sonora boa de adicionar ao seu player! 😉

Leia também: Você sabe porque julho é o mês da parada do orgulho LGBT?

 

O Jogo da Imitação (2014)

Indicado ao Oscar de Melhor Filme, entre outros, O Jogo da Imitação é a biografia do matemático inglês Alan Turing – criador do computador moderno. Turing, vivido pelo muso Benedict Cumberbatch, liderou a equipe que quebrou o código da Enigma, a máquina responsável por enviar as mensagens nazistas durante a Segunda Guerra. Mas, no pós-guerra, acabou julgado por atos homossexuais, que eram crime no Reino Unido à época. Como uma alternativa à prisão, topou se submeter à castração química para reprimir seu desejo sexual. Abatido, ele cometeu suicídio em 1954. O filme é um retrato imperdível de sua trajetória.

Orgulho e Esperança (2014)

Essa comédia delícia conta a história de um grupo de ativistas LGBT que levantou dinheiro para ajudar as famílias afetadas pela Greve dos Mineiros Britânicos de 1984. O sindicato dos trabalhadores foi super relutante em aceitar ajuda do grupo pelo medo de ser considerado também um movimento gay. Os ativistas, então, levaram seu apoio aos mineiros de Onllwyn, no país de Gales – resultando em uma aliança incomum (e curiosa!) entre as duas comunidades.

Azul é a Cor Mais Quente (2013)

Baseada no romance em quadrinhos homônimo de Julie Moroh, a história de amor superhot entre Adèle e Emma venceu a Palma de Ouro em Cannes e ganhou o público por mostrar o amadurecimento emocional e sexual de Adèle enquanto se apaixona pela garota mais velha de cabelos azuis. A protagonista é interpretada pela também Adèle Exarchopoulos, enquanto Emma é vivida por Léa Seydoux.

Minhas Mães e Meu Pai (2010)

Um dos primeiros filmes hollywoodianos a mostrar uma família nascida de uma relação homossexual, também abocanhou prêmios como o Globo de Ouro e o BAFTA (O Oscar inglês) ao retratar a relação de Nic, interpretada por Annette Bening, e Jules, vivida por Julianne Moore. O Paul de Mark Ruffalo é o pai biológico das crianças com quem a família se envolve depois de 18 anos. É engraçado, é emocionante. Must see!

Uivo (2010)

Ousada, a produção coloca James Franco no papel do poeta americano e ativista da causa gay Allen Ginsberg. Através de seu poema mais famoso, Uivo, vemos a trajetória de Ginsberg e, principalmente, o julgamento de seu trabalho por obscenidade, contados de maneira não-linear. Traz um retrato de época interessante e apresenta nomes fortes do que já foi considerado “cultura gay”, como os poetas Peter Orlovsky e Neal Cassady.

 

Milk (2008)

Harvey Milk, que ganhou vida nas telas pelas mãos de Sean Penn, foi um político e ativista gay importantíssimo para a história americana. É que, além de Milk ter sido a primeira pessoa abertamente gay a ser eleita para um cargo público, sua carreira acabou de maneira trágica quando ele foi assassinado em 1978. O filme de Gus Van Sant é preciso em transmitir a importância de sua trajetória.

O Segredo de Brokeback Mountain (2005)

O cineasta chinês Ang Lee levou o Oscar de Melhor Diretor por este filme, que retrata a paixão proibida entre dois cowboys – vividos por Heath Ledger e Jake Gyllenhaal – do meio-oeste americano nos anos 60. O laço entre eles sobrevive ao tempo, aos relacionamentos de fachada com outras mulheres e até às circunstâncias da vida. Emocionante, o filme ganhou o conservador júri da Academia e o público em diversos países.

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