#ClubeDoLivroCOSMO: Porque você tem que ler Como Eu Era Antes de Você antes de ver o filme

O longa é lindo e bem fiel ao livro, mas nada se compara ao poder que as páginas têm.

 

Eu sempre acho melhor ler o livro antes de assistir ao filme. E se você sabe que a história tem potencial para prender a sua atenção, melhor ainda: é leitura boa garantida. Essa semana estreia Como Eu Era Antes de Você, uma adaptação para o cinema do best-seller da autora inglesa Jojo Moyes. O fenômeno em torno dessa produção é tão grande (e a quantidade de fãs tão significativa), que resolvi que era primordial me entregar as páginas antes de relaxar em uma poltrona de cinema com uma pipoca na mão. 

Vou falar a verdade: esse não é o tipo de leitura ou de filme que eu escolheria para curtir nas horas vagas. A Jojo é uma ótima escritora e a história é linda, mas simplesmente não gosto de finais tristes. A Culpa é das Estrelas? Nunca nem cheguei perto. Marley e Eu? Sem chance! Só de pensar que eu vou começar a ler algo para sofrer no final já me dá um negócio no coração.

Mas voltando à história de livros primeiro, filmes depois, a produção desse longa merece um elogio. Apesar da história que chega às telonas ser uma versão beeem compacta (só tem 1h50 de duração), alguns personagens terem sido cortados (nada de Georgina, irmã do Will) e com uma cena que eu acho primordial para a história deixada de lado (aquela em que Louisa conta porque nunca mais entrou no castelo), os diálogos entre Will Tucker (Sam Claflin) e Louisa Clark (Emilia Clarke) são tão fiéis, que você se sente dentro do livro. De uma forma geral, a produção levou para as telas o que o livro trouxe para as prateleiras – só que quem quiser entender detalhes do sofrimento, da dificuldade que é ajudar um membro da familia que tomou uma decisão como a de Will e saber como é perder um amor que nem se quer teve tempo de começar, é melhor correr para a livraria mais próxima e deixar a bilheteria pra depois. 

O filme é lindo: tem uma trilha sonora impecável, fotografia maravilhosa, atores ótimos (Matthew Lewis, o Neville Longbottom da saga Harry Potter, pro exemplo, faz o papel do namorado de Lou), looks incríveis no figurino de Louisa (eu mesma usaria vários!)… Sim, a produção é cheia de acertos, mas para mim, nada superar a emoção de virar uma folha (mesmo que seja de forma digital, tá?), esperar o próximo capítulo, sofrer ao ler “fim” na última página. 

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