7 dicas para que uma viagem a dois seja perfeita

Não abra as malas nem compre as passagens ainda: viajar é preciso, mas entender direitinho este guia básico da viagem do amor também!

1. Com um mapa: escolham um destino

Você quer ir pra Grécia e ele pra Los Angeles? Esse desentendimento só significa que as férias serão em um terceiro destino. Por mais que o maior sonho da sua vida seja passear pelas ilhas gregas, na hora de baterem o martelo sobre as passagens é necessário um consenso. Agora, se o gato topou a sua sugestão, não significa que é a dona da viagem, ok? “Mesmo que tenha mais vontade de ir para determinado local, quando convida o parceiro a viagem passa a ser dos dois”, diz a psicóloga Pamela Magalhães, de São Paulo. Decidam o que vão fazer e tracem um roteiro antes de sentarem no avião.

 

2. Hora do roteiro: valorizem seus pontos fortes

Você é ótima em matemática e ele tem um senso de direção impecável. Você domina o idioma do lugar que vão visitar como ninguém e ele é expert em todos os cantinhos turísticos que não podem deixar de conhecer. Em uma dupla, uma das partes sempre domina melhor uma habilidade do que a outra — e é aí que vocês se completam. Dividam as atividades principais de acordo com as aptidões de cada um para fazer a viagem ser um sucesso.

Revista NOVA

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3. Na casa de câmbio: vai pagar quanto?

O valor total da viagem e quanto estão dispostos a gastar nesse destino são assuntos que devem ser conversados. “O acordo financeiro é fundamental porque cada um tem uma relação diferente com o dinheiro, que não está relacionada a quanto se ganha por mês”, diz Pamela. Se você ganha mais e quiser bancar a viagem, vai com tudo. Se o cara é quem tem mais grana e faz questão de dar esse presente a você, não tem problema. Da mesma forma que tudo bem se quiserem dividir os custos por igual.

 

Veja também: Dicas para quem vai viajar pela primeira vez com o novo namorado

 

4. Na fila do táxi: a mala é minha

O tamanho da bagagem não é uma questão de gênero, apesar de esse velho clichê existir. O ideal é cada um cuidar da sua. E nesse universo a pessoa também tem que entender que ela vai carregar, levantar e puxar aquilo tudo que resolveu levar por todos os lugares. E o mesmo serve para quando precisarem de espaço extra para trazer lembrancinhas.

LuminaStock/Thinkstock/Getty Images

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5. No quarto do hotel: maratona do sexo? 

Como vão passar todas as horas do dia juntos, as chances de terem um número recorde de orgasmos são bem altas. Mas, depois de um dia inteiro caminhando e de muitos passeios, pode ser que não sobre muita energia para uma sequência de noites intensas de prazer. E tudo bem: é melhor uma rapidinha bem-feita do que uma transa só pra cumprir tabela. “O casal que encara uma viagem como uma sex trip precisa analisar como está administrando a sexualidade no relacionamento. A transa não é uma obrigação, é consequência do momento”, diz Pamela. Pode levar uma coleção de lingerie de renda para cair na estrada com o gato, mas sinta-se livre para colocar o pijama quentinho quando o cansaço falar mais alto.

 

6. Parada obrigatória: separem um tempo particular 

É claro que quando você faz uma viagem com seu namorado quer passar a maior parte do tempo grudada nele — o que é diferente de só fazer os passeios que o gato curte e passar vontade de conhecer outros locais. Quer ir ao museu, mas ele está louco para fazer umas compras? Determinem uma quantidade de horas em que irão fazer passeios separados e marquem um ponto de encontro. Assim ninguém sai perdendo na experiência. “As pessoas pensam que precisam viver grudadas, e não é bem assim. A individualidade deve ser respeitada tanto no dia a dia quanto nas viagens”, diz a psicanalista Cristiane M. Maluf Martin, de São Paulo.

Reprodução

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7. Sete dias de estrada: se precisar a gente briga

Brigas são inevitáveis durante viagens. Não aquele tipo de DR que leva horas para terminar, mas discussões mais rápidas e de motivos cotidianos, como a hora de acordar, qual lugar visitar primeiro, onde comer… “Discutir não é um problema, faz parte da vida e é sinônimo de opiniões diferentes. O importante é prestar atenção em quanto vocês conseguem se ouvir e chegar a um acordo juntos”, diz Pamela. É claro que vez ou outra um dos dois terá que ceder, mas também não é saudável evitar todos os tipos de conflito e deixar que a vontade de alguém prevaleça só para não entrar em um impasse. “Dá para resolver qualquer briga, desde que estejam dispostos”, afirma Cristiane. O diálogo e a capacidade de se colocar no lugar do outro é fundamental. Por exemplo: se ele reclama que você não para de checar os e-mails do trabalho, combine de fazer isso só uma vez ao dia. O mesmo acontece se o cara quiser mandar cliques do passeio em tempo real no grupo dos amigos. Vale mais um “Vamos combinar assim?” do que um “Será que você não percebe que…” Ninguém quer estragar os dias de descanso por motivos bobos.

 

 

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