Este paraíso tailandês vai ser o seu próximo destino

Esqueça aquele filme do Leonardo Dicaprio. Krabi, no coração do país, é pura paz e relaxamento, perfeito para uma viagem cheia de romance.

Imagine entrar em um quarto em que a cama tem 4 metros (sim, são duas camas king-size coladas): ou você aproveita ou pode nunca mais encostar em quem divide a cama. Mas isso não na Tailândia, mais exatamente em Krabi, lugar feito para o romance. Para chegar, você viaja muito, mas muito — no total, mais de 13 horas. Com uma parada estratégica em Doha, no Qatar, a vida fica bem mais fácil, até porque lá tem o melhor free shop que já vi, com todas as marcas que imaginar.

Fiquei cinco dias viajando, três deles em Krabi. A chegada à cidade não é das mais lindas que você vai ver — é como chegar às praias populosas que conhecemos de litoral com bastante gente, sabe? Mas, de van, se vai para o Phulay Bay, o resort da rede Ritz-Carlton, daquelas coisas que você acha que nunca vai conhecer na vida. Logo na entrada do hotel, uma recepção com um gongo grande, num espelho-d’água; pronto, estamos na Tailândia!

Cada hóspede é cuidado por um mordomo, que parece quase adivinhar seus pensamentos, te leva para as massagens, refeições e, principalmente, para o sunset bar, onde tem um cardápio de thai mojitos pra você fazer um open bar enquanto vê o pôr do sol de frente para o mar — parece um fundo de tela ao vivo. A temperatura é amena (fui em março), nada que já não tenhamos vivido no Brasil.

Todo mundo tinha me dito: se te oferecerem massagem na Tailândia, aceite. Fui fazer uma relaxante, porque não gosto de sentir dor, mas tem para muitos gostos. Antes, você pode relaxar numa piscina beeem quentinha, com umas duchas superfortes que caem exatamente sobre os ombros, naquele lugar que dói só de pensar. Os óleos são cheirosos e podem ser levados pra casa, vale muito a pena comprá-los. Eu sempre digo que já estou naquela idade em que separo a hospedagem por “se tem ou não roupão”, então resolvi ir pro quarto enrolada em um bastante felpudo. Uma das coisas que mais amei em Krabi é a ideia de que você tenha a estada perfeita. Isso inclui uma refeição à beira-mar com churrasco de frutos do mar e carnes, mais vegetais ou qualquer coisa que você imaginar. A lua cheia, a comida boa e o vinho gelado são perfeitos pra ter o jantar a dois dos sonhos. Vale investir.

Tailândia

(Divulgação/Cosmopolitan)

Eu sou mais pra caseira, menos aventureira, mas tem coisa pra fazer junto se enjoar de tanta lua de mel, como navegar de caiaques em duplas (bora pôr em prática a sintonia do casal?), aulas de muay thai e ioga em frente ao mar. Não importa se você não falar inglês superbem, os tailandeses se fazem entender com muita delicadeza e cuidado. A Thanya, minha mordoma, era sensacional, absolutamente gentil, desde avisar de um degrau até indicar um passeio. Escute e pergunte sempre para os locais pra ter as melhores experiências. Fiz a primeira aula de ioga da minha vida com um professor que parecia de borracha. Foi engraçado, pra ser fofa comigo mesma — descobri que tenho alongamento de uma senhora de 90 anos. Depois, fomos passear de barco até Hong Island. E aí, minha amiga, a Tailândia é um tapa de beleza, daquelas coisas impressionantes. Pedras gigantes no meio do mar, como se fossem de brinquedo, mas com a altura de prédios assim, colocados no oceano. A frequência é diversa, meio festa das nações — famílias de todo o mundo, grandes grupos de chineses e também mulheres que mergulham de burca. O hotel providencia snorkel pra quem quiser mergulhar, mas é tudo bastante regrado, com boias que delimitam o perímetro de natação (que é de bom tamanho). Quando eu estava em alto-mar, olhei pra praia e vi uma torre com alto-falantes e lembrei que foi no país que o tsunami passou. Felizmente, na minha passagem por lá, só tsunami de beleza (desculpa, não resisti).

Então, se eu puder te dar um conselho na vida, vá pra Tailândia na lua de mel. Não existe melhor vibe pra um relacionamento começar bem.

Tailândia

(Divulgação/Cosmopolitan)

 

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