Moda gorro de inverno

Elas sonharam grande e alcançaram conquistas maiores ainda. Confira as peças chave que as levaram ao sucesso para você investir em seus projetos e conquistar o sucesso.

Oportunidade, paciência e paixão

Alessandra Orofino, 25 anos, fundadora do Meu Rio.

Alessandra não imaginava que o telefonema de um amigo de infância mudaria sua vida. Ela trabalhava na Purpose (propósito, em português), uma empresa que apoia organizações
de mobilização, nos Estados Unidos, em 2008. Foi então convidada para trabalhar em um projeto: uma plataforma online  de mobilização social na cidade do Rio de Janeiro. Alessandra topou na hora. Mas não largou o emprego de cara. “Eu não tinha certeza se conseguiria viver daquilo, então comecei a tocar de longe.” Três anos depois, aos 23, ela foi escolhida para montar o escritório da Purpose no Brasil e promovida a diretora — a mais nova no cargo. De volta ao país, fez sua ONG crescer e, aos poucos, se desligou da instituição americana para se dedicar integralmente ao Meu Rio. Hoje a plataforma reúne 170 mil membros entre 20 e 29 anos, um em cada 15 jovens cariocas. O sucesso é tanto que o projeto já ganhou o nome de Nossas Cidades e agora recebe candidaturas a fundadores da ONG em outros locais. 

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Gene empreendedor, networking e iniciativa

Isabella Botelho, 27 anos, fundadora da Pin People

A atitude empreendedora de Isabella está no DNA. Enquanto cursava administração, ela trabalhou com o pai, empresário da área de agronegócios. Até que encontrou o cargo que revelou seu verdadeiro talento: na Endeavor, organização que incentiva o empreendedorismo no Brasil. “Em quatro anos lá, construí uma rede de relacionamentos com os maiores executivos do país. Alguns me serviram de mentores”, diz. Quando se sentiu preparada, ela
deu o start no seu próprio negócio: a Pin People, tipo uma versão corporativa do e-Harmony, site americano de relacionamentos. Nesse caso, os “matchings”, em vez de formar casais, unem candidatos e empresas com perfis parecidos — tudo baseado em estatísticas. Quem diz como é trabalhar em cada uma delas são seus próprios funcionários, por meio de questionário.
“O que te faz feliz hoje pode não ser o que te fará feliz amanhã. Mas amanhã terá outra empresa que combina com você.” 

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