Pulseira de berloque: por que eu amo tanto

O vício da repórter Rafaela Polo começou há anos. Hoje ela já tem duas pulseiras lotadas no braço e quer muitas mais!

Eu sempre gostei de pulseiras, é meu tipo de joia preferida. Então, quando a febre das pulseiras de berloque chegou ao Brasil e meu namorado me deu uma Life by Vivara de presente de aniversário, essa minha aventura de registrar todas as minhas experiências e carregá-las no braço iniciou.

Comecei com apenas uma pulseira e três berloques: um casal se beijando, um coração e um porquinho de coroa. Eles fazem muito sentido para mim, para o meu namorado e para o nosso relacionamento. Daí em diante, meu braço foi se recheando cada vez mais com itens que eu gostava. Veio a bolsa, o fone de ouvido, um vestido lady like, um castelo… A cada novo berloque era como se eu acrescentasse um toque da minha personalidade naquela joia que uso todos os dias.

 

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Quando começaram a surgir os berloques de viagem eu já era uma viciada. Vieram a Torre Eiffel, o Arco do Triunfo, o Vaticano, o Coliseu, todos que estavam relacionados à Nova York de alguma forma (tenho a Estátua da Liberdade, o táxi, o LOVE que fica na sexta avenida e o Empire State). Toda vez que eu entrava em um avião para um novo destino, já colocava na minha lista de presentes qual seria o próximo berloque a ser acrescentado na minha pulseira. Inclusive foi assim que acabei meu aniversário esse ano com dois Caminitos, que ganhei antes de ir para Buenos Aires. Isso que eu nem comecei a falar sobre os modelos da Disney! — tenho uma pulseira inteira só dedicada a eles e pelo menos mais uns 10 que gostaria de acrescentar a minha coleção.

Ou seja, desde que ganhei a pulseira, há uns quatro anos, a cada data comemorativa ela ganha novos enfeites. Atualmente meu braço esquerdo tem duas pulseiras, uma 15 berloques  e outra com 13. Minha lista de Natal mesmo já está cheia de pedidos. Acredito que esses vários pedacinhos explicam a Rafaela que sou para todos que perguntam: “Deixa eu ver sua pulseira?”. E temos direito a amar mais, querer mais e conhecer mais. Então, sempre cabe mais uma pulseira no braço.

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