9 histórias de encontros nada previsíveis e muuuito quentes

Sexo é sempre bom, claro. E se a chance de transar aparece quando você nem está esperando, então... É ainda mais maravilhoso!

 

1. Treino pesado

“Trabalho em um estúdio de pilates e tinha uma cliente de 40 anos, casada. Durante as sessões, ficávamos sozinhos na sala. Com o tempo, percebi que ela estava me dando mole. Não sabia se partia para cima ou não, afinal é um espaço profissional. Aí, durante um exercício, ela chegou bem perto de mim. Na segunda repetição, a gente se beijou. Já tirei a roupa dela e só não transamos ali mesmo porque eu não tinha camisinha. Paramos no sexo oral. Nas sessões seguintes, a gente só transava. Três meses depois, ela falou que ia viajar nas férias com os filhos e não apareceu mais. Voltou dois anos mais tarde. Logo que entrou na sala, eu disse para ela se preparar. Era para ficar de short e top, para uma avaliação profissional normal. Só que ela respondeu: ‘Mas já?’ Entendi suas intenções e começamos a transar. A história durou um tempo, mas acabou porque ela disse que estava muito envolvida. Até hoje, ainda tento marcar um novo encontro.” Vinicius Britto, 33 anos, fisioterapeuta, Rio de Janeiro (RJ)

2. Horário do silêncio

“Como não gosto muito de ir para a balada, criei uma conta em um site de relacionamentos. Nele, conheci uma guria muito bonita e a convidei para ir ao meu apartamento tomar um vinho. Quando chegou, ela desceu do táxi e veio na minha direção, na entrada do prédio. Ao se aproximar, murmurou, com uma voz meio fanha: ‘Sou deficiente auditiva’. Quando sentamos no sofá, eu coloquei o computador na nossa frente para que a gente conversasse por ali. Depois de algumas garrafas de vinho, fomos para o quarto. E, no meio do sexo, a mulher  omeçou a gritar muito alto. Como ela não escuta, acho que não tinha a noção da altura de sua voz. Fiquei preocupado com os vizinhos, porque não eram gemidos de sexo comuns. Parecia que eu estava matando alguém ali.” F., 35 anos, corretor de imóveis, Porto Alegre (RS)

3. Teve Copa

“Fui a uma festa em um hostel, bem no meio da Copa do Mundo. A balada estava cheia de gringos. Quando passei por um corredor, em direção ao banheiro, percebi que tinha um cara lindo me olhando! Loiro, olhos azuis, alto. Pedi licença e ele falou algo em um idioma que eu não entendi. Sorte que ele estava com um amigo brasileiro, que traduziu a conversa. Só que não por muito tempo. Logo, a gente começou a se beijar e o amigo dele ficou para trás. Acabamos transando no banheiro, sem trocar uma só palavra.” Júlia, 22 anos, estudante, Porto Alegre (RS)

4. Até debaixo d’água

“Fui com um ficante ao apê de uma amiga. Estava quente e tinha uma piscina no prédio. Decidimos dar um rápido mergulho. Ele parou encostado na borda e eu de costas pra ele. A situação começou a esquentar e, de repente, transamos. No meio da transa, percebemos que diversos moradores do prédio estavam na janela, vendo tudo! Foi aí que nos empolgamos ainda mais. Era uma situação excitante e divertida.” M., 36 anos, relações–públicas, Porto Alegre (RS)

5. Carona aditivada

“Fiquei com um colega de faculdade em uma festa. Na saída, ele me ofereceu carona. Antes de mim, deixaria um amigo em casa. No caminho, paramos para conversar — o amigo no banco de trás e eu no carona. Aí, esse boy começou a dar em cima de mim. Olhei para o cara que estava comigo e disse: ‘Tá vendo isso?’ Pensei que ele fosse xingar o amigo… Mas só disse que eu era livre para fazer o que quisesse. E me beijou, segurou os meus cabelos e puxou a minha cabeça para trás, deixando meu rosto próximo ao do amigo… Que me beijou! Acabei me envolvendo com a situação. O amigo pulou para o banco do carona e começou a transar comigo. Depois, mudei de posição e transei com o meu colega também.” P., 28 anos, publicitária, São Paulo (SP)

6. Hora extra

“Há alguns anos, tive um caso com uma colega de trabalho. Eu era casado na época e ela tinha namorado. Nós costumávamos sair do trabalho juntos e, de lá, íamos para um motel. Até que teve um dia em que a chamei para sair do trabalho comigo. Só que não pegamos o elevador. Enquanto descíamos pelas escadas, começamos a nos beijar e o sexo rolou ali mesmo, dentro da empresa.” S., 39 anos, designer, Rio de Janeiro (RJ)

7. Em fevereiro tem Carnaval

“Era Carnaval e eu estava com dez amigos na Praia do Rosa (SC). Em uma das noites, voltei antes para casa porque queria surfar cedo no dia seguinte. Fiquei vendo TV na sala, esperando o sono chegar, quando um dos caras apareceu com uma mulher e a levou para o quarto. Deixaram a porta aberta e começaram a transar. Eu ouvia tudo. Fui ficando excitado e me aproximei. Eles me viram e não disseram nada. De repente, a mulher me puxou e começou a fazer sexo oral em mim enquanto transava com meu amigo. Foi uma noite louca e ótima. No dia seguinte, a encontrei na balada, mas ela fingiu que não me conhecia.” L., 33 anos, administrador de empresas, Porto Alegre (RS)

8. Tá de parabéns

“Eu estava em um churrasco na casa da minha namorada, no aniversário de uma grande amiga dela. Bebi muito, bateu uma dor de cabeça e decidi deitar um pouco. Logo apareceu a aniversariante, que subiu na cama e disse que ia me dar um remédio. Falei: ‘Tá maluca? E se a tua amiga entra?’ Eis que ela abre a porta e chama a minha namorada, que contou que eu era o presente de aniversário da amiga. Foi inesquecível!” Márcio Farias, 35 anos, piloto, Rio de Janeiro (RJ)

9. Jornada dupla

“Fui ao aniversário de uma menina com quem estava saindo, mas cheguei lá e ela estava com outro. Achei que a noite estava perdida e fui comer um cachorro quente na rua, quando vi duas garotas passando. Fui atrás delas e fomos jogar sinuca e beber. Fiquei com uma delas. Pegamos um táxi para ir embora e, ao passar por um motel, as convenci a ficar lá, só para dormir. Aí, deitei entre elas. Comecei a beijar a garota com quem estava ficando e a passar a mão na bunda da amiga. Elas ficaram brabas, se trancaram no banheiro e começaram a conversar. O clima esfriou e fomos dormir. De manhã, liguei o rádio com funk. As duas dançaram de calcinha e sutiã. Nem sei como, comecei a pegar as duas e rolou.” Leandro Corrêa, 32 anos, autônomo, Rio de Janeiro (RJ) 

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s