Casar faz bem para a qualidade de vida

Cientistas já levantaram muitas semelhanças entre o casamento e melhoras ligadas à saúde e finanças. Quer ver?

Mais felizes

Sabia que há, sim, um vínculo entre o casamento e a felicidade? É o que concluíram pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Eles perceberam, ao entrevistar 10 mil pessoas durante 15 anos, que o grau de felicidade cai bem a longo prazo para os solteiros, enquanto os que estão casados se mostram mais satisfeitos com a vida. O estudo evidencia que, na média, o casamento é bom e faz muito bem. A pesquisa, divulgada em 2014, foi uma das primeiras a fazer a relação entre casamento e esse tipo de benefício.

Bom para o bolso

Além de fazer bem para o astral, o casamento também pode aumentar os valores de sua conta bancária. O National Bureau of Economic Research, no Canadá, demonstrou, em pesquisas publicadas no anuário de 2014 da instituição, que quem casa acumula mais dinheiro. Entre os casados, cada um tinha cerca do dobro da riqueza de pessoas solteiras que nunca se casaram. Os resultados coincidem com os do pesquisador Jay Zagorsky, da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, de 2013. Ele levantou dados do censo americano que mostravam que em 2010 um casal com idade entre 55 e 64 anos ganhava, em média, de três a quatro vezes mais que uma pessoa solteira na mesma faixa etária.

Cabeça feita

Uma pesquisa liderada por pesquisadores da University College London, no Reino Unido, e divulgada em novembro de 2017, sugere que solteiros têm 42% mais chances de desenvolver demência ao longo da vida do que quem é casado. Segundo o estudo, os casados apresentaram menos indícios de declínio e confusão mental, perda de memória e desorientação, alguns dos sintomas primários da desordem.

Boa noite!

As casadas dormem melhor e mais que as solteiras? Em 2016, a Universidade de Pittsburgh, nos EUA, entrevistou 1 938 mulheres e constatou que sim. De acordo com a pesquisa, a principal causa da tranquilidade reside em adormecer ao lado da pessoa amada. Que amor! Os estudos apontaram que o fato de a mulher estar diariamente ao lado de quem ama pesa mais do que um bom espaço na cama e o silêncio noturno.

Sucesso nas redes

Se você está pensando em convencer alguém a comprar um produto via Facebook, saiba que suas chances aumentam se você for casada. É o que diz uma pesquisa feita pela Universidade de Nova York, nos EUA, em 2016. De acordo com o estudo, pessoas com o status “casado” no perfil têm mais força na rede social do que solteiros. Para chegar à conclusão, os pesquisadores avaliaram o nível de convencimento dos usuários em recomendações para que amigos começassem a usar um aplicativo de avaliação de filmes. Em relação ao status, casados convenceram mais do que solteiros. Pessoas em “um relacionamento enrolado” foram os que menos convenceram.

Imunidade lá em cima

Uma pesquisa da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, apontou que o casamento pode diminuir o stress e aumentar a imunidade. Os testes foram feitos com a saliva de mais de 500 adultos entre 2011 e 2015, e mostraram que os níveis de cortisol, hormônio associado ao stress, são menores entre as pessoas casadas. Isso gera menores riscos de doenças cardíacas e protege o organismo contra outros males.

Sem Alzheimer

E tem mais benefícios para a saúde. O casamento também diminui o risco de desenvolver Alzheimer. Segundo um novo estudo publicado no periódico científico Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry, em 2017, pessoas solteiras têm maior risco de apresentar sintomas da doença. Pesquisadores da Universidade College London, no Reino Unido, analisaram 15 estudos com dados sobre casos da doença e estado civil de mais de 800 mil pessoas na Europa, América do Norte, América do Sul e Ásia. A conclusão foi que os solteiros mostraram-se 42% mais propensos à doença em comparação aos casados.

Bate, coração

Estar casado ajuda seu coração a bater forte e saudável por seu boy. O estudo de 2014 feito nos Estados Unidos pela Universidade de Nova York foi considerado o maior a fazer essa relação, já que mais de 3,5 milhões de pessoas foram ouvidas. O risco de os casados desenvolveram alguma doença cardíaca foi 12% menor do que entre solteiros e viúvos nos grupos de pessoas até 50 anos.

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