Leia um trecho erótico de “Desejada”, de Sylvia Day

O pirata St. John e a viúva Maria são famosos pelos crimes que cometem. E agora são convocados para a mais provocante das missões: descobrir os segredos íntimos um do outro.

“Assegurando a si mesma que era apenas a necessidade que a forçava, Maria abriu a porta para o corredor, olhou para os dois lados e andou em silêncio até chegar aos aposentos de St. John.

(…)

De repente, a porta se abriu e ela se viu de frente a um pirata infame, completa, maravilhosa e pecaminosamente nu. Pele e cabelos dourados estavam iluminados por trás pela luz das velas, delineando a rigidez dos músculos magníficos. (…)

Antes que ela pudesse se recompor, ele agarrou sua mão ainda parada no ar e a puxou para o quarto.

– Você está louca? – Christopher fechou a porta com violência, depois olhou para a tentação diante dele e concluiu: – Você não pode andar por aí vestida dessa maneira!

O levíssimo tecido feminino que tocava as curvas que ele desejava era alarmante de tão transparente, revelando cada pedaço dos charmes abundantes de Maria – longas e ágeis pernas, quadris plenos, cintura fina, e seios exuberantes e suculentos. A junção erótica entre suas coxas e os círculos escuros das aréolas estavam claros como o dia.

(…)

Maria encolheu os ombros com elegância.

– Você também não deveria atender à porta nu.

– Eu estou no meu aposento.

– Eu também estou em seu aposento – ela respondeu calmamente.

(…)

Christopher levou a mão entre as pernas dela e encontrou sua b** molhada, quente e pronta. Estudando-a, ele notou sua excitação refletida em seu olhar vidrado e em sua pele corada.

Graças a Deus. Ele estava quase se derramando em sua impaciência para inundá-la com seu desejo.

Maria parou por um momento, sua respiração entrecortada era o úni­co som do quarto, pois o ar nos pulmões de Christopher estava preso com a sensação de ter o corpo dela debaixo do seu. Ele acariciou entre os lábios de seu sexo com dedos trêmulos e olhos fechados. Sem pensar no que estava fazendo, ele baixou a cabeça e pressionou os lábios na curva do ombro dela.

A mão dele se moveu, separando-se dela para direcionar sua ereção pulsante em sua entrada molhada.

Maria – afinal. Uma palavra. Espremida para fora de sua garganta pela sensação da b** dela apertando a cabeça de seu pau.

Ela gemeu e arqueou os quadris até onde o peso dele permitia, alte­rando o ângulo em que ele pressionava dentro dela. Christopher deslizou um pouco mais fundo.

Ele respirava entre os dentes. Deus, ela era quente lá dentro, quente como o inferno, e tão deliciosamente apertada…

(…)

Christopher contraiu as nádegas e deslizou ainda mais fundo, sen­tindo tonturas com a sensação do corpo dela se apertando ao seu redor.

A b** dela se contorcia faminta, sugando-o para o fundo, provo­cando uma sensação tão intensa que ele estremeceu contra ela.

– Maria – ele sussurrou, deixando a cabeça pender ao lado dela. – Você…

Com seu cérebro perdido em uma loucura sexual, ele não conseguia pensar em nada que pudesse descrever… seja lá o que queria descrever. Em vez disso, ele se retirou dela, gemendo com suas suaves carícias enquanto se separava.

– Maldito – ela murmurou, rolando de costas.

(…)

Ele sorriu, adorando o som de sua voz, cheia de desafio. Deixando a sala de estar, ele entrou no quarto de dormir. Cruzou o vasto espaço e a jogou no colchão.

(…)

– Vou comer você cara a cara (…) – ele murmurou, prendendo-a com seu corpo muito maior. – Por isso mudei o local. Va­mos passar um bom tempo aqui, e não quero machucar meus joelhos ou seus seios perfeitos.

Ela enterrou as unhas nas costas das mãos dele quando Christopher entrelaçou seus dedos nos dela. Com um forte empurrão do joelho, ele abriu suas pernas outra vez e então investiu dentro de Maria. O som que escapou de sua garganta quando mergulhou até o fundo foi áspero e visceral. Arrebatado com a sensação, ele baixou a cabeça até os seios e tomou um mamilo em sua boca.

– Sim! – ela gritou, mexendo enlouquecida debaixo dele.

(…)

Os quadris subiam e desciam lentamente, arrastando seu pau para fora, de­pois empurrando para dentro. Maria gemia e Christopher esfregou o rosto contra o dela.

– Admita – ele sussurrou, beijando seu rosto. – Diga o quanto você gosta disso.

Ela virou a cabeça e mordeu a orelha dele. Com força.

Você pode me dizer o quanto gosta, se algum dia resolver começar logo!

Ele rosnou e aumentou o ritmo, sabendo que estava a alguns momen­tos de um orgasmo de proporções épicas. Não poderia ser de outro jeito. Por causa dela, sua boca suja e seu temperamento que o enlouquecia. (…) Agora, ele estava tão excitado que sua ereção doía, sua pele esta­va coberta de suor, sua respiração queimava nos pulmões enquanto ele montava seu corpo com investidas fortes e profundas. E, por todo o tem­po, ele tentava fazer de um jeito que ela também gostasse, uma preocupação que nunca tivera antes, mas que o impelia ferozmente agora.

(…)

Christopher entrava até o fundo, encarando seu rosto. Ele observava os olhos dela se arregalarem, os lábios se abrirem, o pescoço se curvar quando sua pélvis circulava contra o clitóris. Ele observou o orgasmo tomar conta dela, se mover através dela. Viu seus olhos se fecharem e suavizar a tensão que sempre apertava sua boca.

(…)

Sentiu os es­pasmos da b** dela o apertando, sugando seu pau, puxando-o mais fundo, até ele não conseguir mais segurar.

A pressão se acumulou em seus ombros, desceu pelas costas e explo­diu na ponta de seu pau em um jato de sêmen escaldante.

(…)

E um beijo. Tão leve quanto uma pena no pescoço.

Perdido para um clímax violento, ele ainda assim sentiu aquele beijo.”

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