Leia um trecho erótico de “Driven”, de K. Bromberg

Rylee Thomas está acostumada a ter sempre o controle de tudo em sua vida. Até conhecer o piloto Colton Donavan, capaz de virar seu o mundo dela de ponta cabeça.

“Olho para ele por entre os cílios, com o lábio inferior entre os dentes e faço um sinal afirmativo com a cabeça. Quando ele continua olhando para mim, consigo finalmente encontrar minha voz e deixar os nervos de lado.

– Sim, Colton.

Sua boca se atira contra a minha instantaneamente, sua fome se torna palpável conforme ele me arrasta do elevador em direção ao apartamento de cobertura. Dou risada enquanto ele tenta enfiar a chave na fechadura sem tirar os lábios de cima dos meus. (…) Ele empurra a porta e pressiona meu corpo contra ela; suas mãos estão agora presas entre a porta e a minha bunda. Seus dedos agarram meu corpo de maneira fervorosa, prensando-me contra seu corpo musculoso.

Entrego-me completamente a ele. Ao seu toque, seu calor, seus elogios doces, e ele cobre os meus lábios, meu pescoço e toda a pele exposta pelo decote do vestido com beijos. Cedo ao momento e descubro o que é sentir novamente. Sentir desejo de novo.

(…)

Seus lábios alcançam aquele lugar secreto de prazer sob a linha do meu maxilar, e então cerro os punhos sobre sua camisa, enquanto uma sensação ardente me absorve, me consome. Um grito abafado escapa da minha boca, sinto pequenas explosões se espalhando desde o pescoço até minhas entranhas.

Colton volta a apertar minha bunda, e coloco minhas pernas ao redor de seu quadril no momento em que ele me ergue no ar. Uma de suas mãos apoia minhas costas e a outra mergulha por debaixo do vestido para tocar meu seio. Eu me curvo sobre ele conforme seu polegar e dedo indicador acariciam gentilmente meu mamilo duro e saliente. O choque elétrico causado pelo seu toque incendeia meu sexo e inflama meus sentidos.

Ele começa a se mover, segurando-me firme, seus lábios se deliciando nos meus ombros hipersensíveis. Sinto sua ereção entre minhas coxas. A cada passo que ele dá, ele se esfrega contra o meu corpo, criando uma fricção deliciosa e estimulando meu clitóris.(…)

Entramos pela porta da suíte e, apesar da abundância de sensações que permeiam meu corpo, ainda estou nervosa.

(…)

Ele também me encara e logo percebo que está dopado pelo desejo, inflamado pela luxúria. (…) Ele estica as mãos e com elas emoldura meu rosto, sua boca sobre a minha num beijo lento e provocante, que me faz pressionar ainda mais meu corpo contra o dele. Suas mãos deslizam do meu rosto, percorrendo meus ombros e descendo vagarosamente até minhas pernas, para a pele das minhas coxas.

– Meu Deus, Rylee, quero sentir sua pele contra a minha. – Seus dedos brincam um pouco com a bainha do vestido antes de agarrá-lo e levantá-lo suavemente. – Sentir seu corpo sob o meu. – Suas palavras são hipnóticas, convidativas. – Sentir meu pau enterrado em você – ele murmura perto dos meus lábios antes de se inclinar um pouco, seus olhos nunca abandonando os meus, para puxar o vestido por sobre a minha cabeça.

(…)

– Eu acho…

Shhh – ele sussurra contra meus lábios. – Não pense, Rylee. O tempo de pensar já ficou para trás. – Ele nos conduz para trás, a parte de trás do meu joelho bate na beirada da cama e ele me deita lentamente, enquanto sua boca me cobre de beijos. – Apenas sinta – exige, com a voz rouca. Uma de suas mãos se coloca sobre a minha nuca ao mesmo tempo em que a outra desliza levemente até a renda do meu sutiã, envolvendo minhas costelas e depois retornando ao ponto inicial. Um gemido escapa de meus lábios. (…)

– Deixe-me ver você – ele murmura, apoiando-se sobre o cotovelo. –Meu Deus, você é linda.

(…)

Um gemido selvagem sai de dentro dele, sua língua percorrendo uma trilha sobre meu corpo, alcançando meu pescoço. Ele coloca as mãos em meus seios, escorregando o dedo por debaixo da renda e arrancando meu sutiã. Sua boca brinca com o tecido antes de abocanhar meu mamilo.

Grito em puro êxtase enquanto ele lambe meu seio, chupando-o com sua boca quente e voraz. Sua mão ataca o outro seio, acariciando o mamilo com o polegar e o dedo indicador, obscurecendo a linha tênue entre o prazer e a dor. A atenção a meus seios envia chamas ao meu sexo, que se aperta, pulsa e umedece, silenciosamente implorando que ele continue e me leve além de todos os limites. (…)

Enfio os dedos nos cabelos dele enquanto ele suga, beija e mordisca minha pele rumo ao meu ventre. (…)

– Tão linda – ele continua a descer. Ele para logo na linha da minha calcinha e posso sentir um sorriso se formando em sua boca pressionada contra a minha pele.

Ele olha para mim e sorri, malicioso.

– Espero que essa não seja sua lingerie preferida. – Sequer tenho tempo de responder antes que ele a arranque do meu corpo. Um rugido de satisfação parte de dentro de sua garganta ao mesmo tempo em que ele escorrega o dedo sobre os pelos escondidos sob a renda. – Gosto disso – ele rosna, alcançando a região desprovida de pelos. – E gosto ainda mais disso.

Prendo a respiração quando ele enfia o dedo na minha vagina, deslizando- o para frente e para trás. – Ah, meu Deus – murmuro, agarrando firmemente os lençóis. Meu corpo é tomado de puro êxtase enquanto, mesmo com as pálpebras fechadas, consigo vislumbrar fagulhas brilhantes no ar.

Colton respira alto e fundo ao enfiar o dedo provocantemente devagar em minha passagem.

(…)

Ergo minhas costas e pressiono os ombros contra a cama, no momento em que seu dedo desenha círculos dentro de mim, roçando meu ponto mais sensível antes de tirá-lo deliberadamente só para poder recomeçar o delicioso processo.

– Hum, as coisas que eu quero fazer com essa sua boceta – ele murmura, quando sinto sua outra mão me tocando novamente. Aquelas palavras bruscas me excitam ainda mais, provocando sentimentos inesperados.

(…)

Ele olha para mim por entre minhas coxas.

– É agora, gata – ele canta no momento em que mergulha de cabeça sobre mim, fazendo-me sentir o calor de sua boca capturando meu clitóris, ao mesmo tempo em que enfia dois dedos em mim.

Grito, atirando a cabeça para trás conforme um calor insuportável e crescente se espalha a partir do centro do meu corpo, tomando conta, avançando, me possuindo.

– Olhe pra mim! – ele geme mais uma vez. Abro os olhos, o erotismo de observá-lo me olhando enquanto me enche de prazer é melhor do que jamais conheci.

Sua língua desliza preguiçosamente indo e vindo várias e várias vezes, e seus dedos continuam sua deliciosa massagem. Ele tira e enfia, esfregando minhas paredes internas sem pressa. Movimento meus quadris contra ele, implorando por mais pressão, sentindo que estou prestes a perder minha sanidade.

(…)

No momento em que ele substitui o calor de sua boca pelo polegar, o ritmo e a fricção em minha pele são exatamente o que preciso. Ele escorrega para cima do meu corpo enquanto seus dedos continuam a deliciosa tortura em meu sexo. Seus lábios me beijam, me mordem e sua língua me lambe até alcançar meu rosto, fazendo com que eu deseje como nunca desejei.

– Vamos, Rylee – ele exige, com sua ereção pressionando a lateral do meu corpo. – Sinta isso, querida – ele sussurra, enquanto minhas mãos envolvem seus ombros e minhas unhas se prendem à sua pele suada. A tensão aumenta, implorando para ser libertada. De um jeito selvagem, encaixo meus quadris e sinto seus dedos acelerarem o ritmo, esfregando, penetrando e me levando a um estado de entrega e esquecimento absolutamente arrebatador.

– Goze pra mim, Rylee – ele murmura quando chego ao limite e grito de prazer ao atingir um orgasmo explosivo. (…)

 Ele inclina a cabeça em minha direção com os olhos cheios de prazer e um sorriso de satisfação, e lentamente desabotoa a calça.

– Você é de tirar o fôlego – ele diz enquanto eu o observo, tentando controlar a respiração. – Não consigo saber o que é mais alucinante, Rylee, ver você gozar ou fazê-la gozar. – Os olhos dele faíscam com pensamentos libidinosos. – Acho que vou ter que repetir a dose para descobrir – ele sussurra.”

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