Leia um trecho erótico de “Salve-me”, da autora Maya Banks

A história é envolvente e vai te deixar querendo muito mais...

(…)

Lentamente, como se estivessem mesmo em um sonho, Ari levantou a cabeça e começou a deslizar a mão sobre o braço de Beau, subindo até seu ombro. Ela acariciou de leve a pele sensível do pescoço dele e enfim pousou a mão em seu queixo. Os lábios de Ari estavam a poucos centímetros dos de Beau, e sua respiração tocava levemente a boca e o queixo dele.

Cuidadosamente, quase como se estivesse com medo de ser rejeitada, ela inclinou a cabeça, apenas um pouco, para que as bocas ficassem perfeitamente alinhadas, e então ela pressionou seus lábios quentes e exuberantes contra os dele. Foi uma descarga elétrica, um choque que percorreu o corpo inteiro de Beau.

Ele prendeu a respiração e ficou com os músculos tensos e contraídos enquanto Ari explorava sua boca, com alguma hesitação no começo. Depois, quando não encontrou resistência, ela ficou mais ousada, e começou a tocar os lábios de Beau com a língua, um convite para que ele se abrisse a ela.

(…)

Ele atendeu ao pedido silencioso, relaxando a boca e permitindo o acesso. O toque leve da língua de Ari na dele o estava deixando louco de desejo e necessidade. Desejo como jamais tinha sentido antes na vida, com nenhuma outra mulher. Beau nunca sentiu com ninguém aquela vontade arrebatadora de proteger, dominar, possuir, cuidar, tranquilizar, de fazer
promessas que ele não tinha como saber se poderia cumprir, mas que ele fazia questão de prometer mesmo assim.

Ele rapidamente descobriu os pontos sensíveis de Ari, e sabia exatamente como deixá-la maluca, provocando-a com seu toque. Descobriu lugares que Ari nunca imaginou que poderiam ser zonas erógenas, percorrendo seu corpo da cabeça aos pés com suas mãos, sua boca e sua língua. Meu Deus, que língua… Ari estava delirando, sem controle, chegando cada vez mais e
mais perto do arrebatamento. Diversas vezes ela achou que iria chegar lá e estava pronta para sair voando, mas Beau parecia sempre saber o momento certo de segurá-la, impedindo que ela explodisse em direção ao espaço.

Ari estava pronta para gritar, para implorar que acabasse com aquela tortura, com aquela tensão que não parava de aumentar, que a estava fazendo fervilhar, deixando-a cada vez mais inquieta e agitada, a ponto de ter se tornado um caldeirão borbulhante de êxtase. Logo quando Ari estava chegando a um ponto sem volta e respirando de boca aberta, na tentativa de aspirar oxigênio o suficiente para conseguir balbuciar qualquer coisa, Beau, que explorava com volúpia o clitóris inchado, afastou o rosto, pegou
com firmeza o quadril dela e afastou-lhe as pernas com o joelho. Então ele a penetrou com uma estocada firme.

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