Leia um trecho erótico do livro “Eu devia ter confiado em você”

Whitney G. conta a história quente e apaixonante de Andrew e Alyssa, e quem já leu os outros volumes da série sabe do que a gente está falando!

– Pare de me tocar, Aubrey – sussurrei, avisando-a. – Não vou mais ser capaz de ser um cavalheiro se você não parar…

– Levantei-me e caminhei até a porta, afastando-me um pouco. – Estou tentando provar para você que podemos ter um encontro sem eu precisar comer você…

Ela me seguiu, sorrindo.

– Tenho certeza que já falhou… – Ela enfiou os dedos em meus cabelos e rapidamente desabotoou minha camisa.

Empurrei meu joelho entre suas pernas e deslizei a mão por suas coxas, suspirando quando senti o quanto ela estava molhada.

– Aubrey… – gemi quando ela enfiou a mão em meu bolso e tirou um preservativo. – Eu posso esperar…

– Eu não posso. – Ela tirou meu pau da calça e rolou o preservativo em mim sem soltar meus lábios por um segundo sequer.

Coloquei os braços em volta de sua cintura. Levantando-a, levei-a até as grades de proteção da área aberta.

Você não tem ideia do quanto senti falta da sua boceta. – Beijei seus lábios. – E da sua boca.

– E isso é tudo de que você sentiu falta? – As mãos dela envolveram meu pescoço.

– Se fosse, não estaríamos aqui agora. – Deslizei lentamente para dentro dela, preenchendo cada centímetro seu, fitando o interior de seus olhos enquanto me lembrava de como era boa para caralho a sensação de estar dentro dela.

Sem dizer mais nada, deslizei as mãos para baixo, segurando-a pela cintura, movendo-a para cima e para baixo, gemendo
enquanto sua boceta agarrava-se mais e mais apertada a meu pau a cada golpe.

Seus lábios encontraram os meus e nenhum de nós os separamos enquanto a neve fraca caía sobre nossos corpos.
Ela cravou as unhas em minhas costas quando estava perto de gozar, os dentes presos no lábio inferior impedindo o grito iminente.

– Não goze ainda, Aubrey… – Meu pau estava latejando, enorme, dentro dela. – Espere…

Ela balançou a cabeça, lutando contra isso, mas resistiu por mais alguns segundos, olhando em meus olhos.

– Senti tanto sua falta – sussurrei. – Pra !@#$…

Caindo para a frente em meu peito, ela gozou comigo, mordendo minha pele quando suas pernas, entorpecidas, largaram-se extasiadas em volta de minha cintura.

Ambos estávamos respirando ofegantes, olhando um para o outro, como acontecera meses atrás. E mantivemos nossos corpos entrelaçados.

Beijei seus lábios, repetindo o quanto eu sentira sua falta e ela sorriu, suavemente, dizendo-me para sair de dentro dela.

 

 

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s