Leia um trecho erótico do livro “O Preço De Um Amor”

Está sem ideias para a noite quente com o boy? Resolvemos seu problema rapidinho com essa passagem hot hot. Leia e aproveite!

Tocou a testa na dela por um instante e foi rumo à escada. Estacou outra vez diante da porta. Não porque estivesse sendo assombrado por pensamentos turbulentos. Dessa vez, ao cruzar aquela, o mundo dos dois mudaria.

Deslizou-a pelo seu corpo, mesmo querendo mantê-la em seus braços como estava. Sentia que era o correto sempre tê-la ali, junto a ele. Qualquer tipo de distância, mesmo que mínima, parecia insuportável.

— Rebecca…

Suas palavras foram abafadas pelos lábios suaves tocando os deles. Ela queria que naquele beijo pudesse afastar toda a dúvida e receio que por um instante vira brilhar nos olhos azuis.

Sabia o que aconteceria quando cruzassem a porta. Estivera assustada, mas esperava ansiosamente o momento que pudesse deixar que apenas seus sentimentos os conduzissem.

— Eu sei o que eu quero — disse rapidamente ao se afastar um pouco — E eu quero você, se também me quiser.

Os olhos dele pareciam duas chamas acesas, e naquele momento ardiam por ela.

— Não existe nada no mundo que eu deseje tanto.

Seus lábios voltaram a se unir. O beijo, apesar de fugaz, estava carregado de fome e arrebatamento.

Michael a guiou para dentro do que seria seu paraíso. Tocando, beijando seu rosto, dizendo o quanto a desejava.

Não foram em direção à cama como ela esperava. No breve momento em que ele a soltou e que abriu os olhos, Rebecca se viu dentro do banheiro mal iluminado.

— Vou cuidar de você primeiro — sussurrou ele ao acender a luz.

Rebecca vislumbrou parte de seu corpo refletido no espelho. Os cabelos estavam emaranhados e boa parte do penteado tinha sido desfeito. Lama e marcas de grama manchavam boa parte de cima do vestido, sem contar a barra da saia e sapatos, definitivamente perdidos. Não era dessa forma que esperara que a noite perfeita que iniciaram terminasse. Não era aquela sombra pálida dela mesma que gostaria que Michael olhasse.

Mas mesmo se sentido a parente pobre da Cinderela, nunca o vira olhar com tanto ardor para ela.

 — Eu vou cuidar de você — repetiu ele em uma voz terna — Eu sempre irei cuidar.

Havia tanta ternura naquelas palavras, na forma gentil que ele começara a despi-la, alimentando ainda mais a certeza de quão certo era o que faziam.

Não pôde evitar a timidez quando se viu apenas de calcinha diante dele, mas mesmo isso desapareceu diante da admiração explícita nos olhos dele.

Rebecca se sentia exatamente como Michael a via.

Bonita.

Também queria despi-lo como ele fizera com ela, mas simplesmente estava hipnotizada, vendo suas roupas peça a peça caírem no chão, em cima das dela.

Já o tinha visto sem camiseta ao malhar, apenas de sunga na piscina e algumas vezes suas mãos afoitas sentiram sua ereção quando se tocavam, mas nada se comparava à visão do seu corpo nu e toda exuberância que ele exalava.

Ainda presa a esse magnetismo que a atraía para ele, Rebecca permitiu que Michael a livrasse da última peça em seu corpo.

Os olhos dele acariciaram-na esfomeado. Os olhos dela compartilhavam da mesma intensidade.

Quando Michael a puxou para os seus braços, Rebecca sentiu como se seus corpos começassem a se fundir. Sua pele era seda; a dele aço puro. Duas texturas, a mesma temperatura.

Embriagando-a com seus beijos, ele a conduziu para dentro do box. O som do chuveiro e da água caindo sobre seus corpos eram como uma melodia ecoado pelo pequeno cubículo.

Havia necessidade, euforia, anseio, mas não havia pressa. Desejavam se descobrir.

Michael a banhou, fez com que a água levasse embora não apenas a lama no corpo dela, mas toda a tristeza que por alguns minutos a afetara.

Quando o desejo se tornou mais forte e  os beijos e carícias que trocaram embaixo d’água ficaram quase insuportáveis de controlar, Michael a tomou em seus braços, carregou-a para o quarto e a deitou na cama. Não importava que seus corpos estivessem molhados, umedecessem o lençol.

Enquanto Michael invadia sua boca, Rebecca devorava os seus lábios. Enquanto ele explorava cada parte do corpo dela que suas mãos eram capazes, ela vibrava em cada toque.

Rebecca sentia Michael em todos os lugares: boca, queixo, pescoço, nos seios sensíveis que imploravam por mais e em sua inexperiente intimidade.

Emitiu um breve protesto quando ele se afastou para se proteger, e outro deleitado quando o corpo dele voltou a cobrir o seu.

Houve um mero vestígio de dor quando ele uniu os seus corpos pela primeira vez, mas foi o imenso prazer que a fez voar. Com Michael sussurrando seu nome no pescoço dela, ele voava tão alto quanto ela.

Naquele momento, com suas mãos e pernas entrelaçadas, gozando da plenitude que só o amor poderia proporcionar, Rebecca sabia que entregara a ele muito mais que sua virgindade; tinha entregado completa e irrevogavelmente seu coração e alma.

 

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