Leia um trecho erótico do livro “O Príncipe do Prazer”

O livro traz a história do marquês de Wolverton, Dare para os íntimos. Mas, os mais íntimos mesmo o conhecem como Príncipe do Prazer...

 

“Todos os músculos de Julienne se contraíram com a pressão lânguida de sua mão pelo interior de suas coxas. Ela sentiu a respiração entrecortada e rasa enquanto os dedos másculos vasculharam sua maciez feminina – e o ar lhe faltou agudamente quando ele deslizou por suas pregas repletas de mel.

– Eu diria que você está completamente excitada agora – ele murmurou.

Ela podia sentir sua vontade fraquejando, mas quando os dedos dele reçoram com mais audácia, Julianne segurou seu punho, parando sua mão. 

Dare firmou a vista, fixando os olhos nos dela. A mão estava entre suas pernas, envolvendo-a possessivamente.

– Você ainda insiste em negar que me quer?

Ela não seria capaz de mentir.

– Não – ela sussurrou.

– Abra mais as pernas. – Era um comando m voz grave, gutural, que ela queria obedecer. Ela fechou os olhos brevemente sob a excitação selvagem que a atravessava, enrijecendo-se contra o calor ardente que emanava da palma da mão dele. Quando os dedos gentilmente tocaram a fenda lustrosa e deslizaram para dentro, ela arqueou o corpo. Então a carícia dele ficou mais rítmica, e ela imginou o volume magnífico de Dare arremetendo fundo dentro dela…

Ela tentou abafar um ganido, mas lhe escapou. Em resposta, Dare se posicionou no meio das pernas abertas dela, deixando clara sua intenção.

Você precia detê-lo, uma voz desesperada avisava-a com urgência. Mas o sangue estava latejando em suas veias, provocando um calor abrasador dentro dela. Ela não pôde formular um protesto quando ele pegou seu membro inchado e deslizou a acebça sedosa em sua carne trepidante.

Julienne ofegou diante do enorme volume pulsante dele. Ele estava surpreendentemente  duro, preenchendo-a completamente.

Ele se projetou mais para cima dela, que tentou se afastar. Mas suas mãos a impediram, fixando-se firmes dos quadris. Com um leve sorriso curvando-se em sua boca sensual, ele retirou seu bastão comprido quase completamente, até ela gemer em voz alta, reclamando sua falta.

Então ele avançou dentro dela de novo, fazendo-a dizer suavemente seu nome.

Só foi preciso masi um lento mergulho para inflamá-la. Quando ele se infiltrou ainda mais fundo, enterrando-se dentro dela com mais uma estocada envolvente, Julienne rendeu-se á sua fome. Envolvendo-se sem remédio em volta dele, ela começou a responder ao quadril que lhe arremetia, acompanhando seu ritmo doce e incansável. 

Um soluço brotou de sua garganta quando a força primal cresceu dentro dela. Era elementar, primitiva, e Dare usava suas habilidades para ampliá-la aida mais. Ela olhou para ele do soslaio, com a cabeça descaída para trás, rendida; os dentes dele estavam trincados, suas belas feições contorcidas pela dor e pelo prazer, quanto ela sacudia sua corpo contra o dele.

 

 

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