Leia um trecho erótico do livro “Provocante”

Está sem ideias para animar a noite com o boy? Que tal ler um trecho do livro "Provocante"? A gente garante que te dará ótimas sensações.

— Paola, espere.

— Esperar o que Pedro? Você terminar com a jovem morena lá dentro? Depois você pega a coroa loira aqui? Não obrigada! — puxei meu braço, tentando me desvencilhar, mas ele era mais forte.

— Paola, escute! Não é nada disso que você está pensando. — e foi me puxando para a recepção, mais especificamente para uma porta que dava numa copa ou cozinha. Eu tentava acompanhá-lo, me equilibrando nos saltos. Entramos e ele fechou a porta.

— Ah, me poupe né Pedro! Essa de que não é o que você está pensando já é velha demais. Até para mim. Você poderia pelo menos ser mais criativo. — eu já falava alto, quase gritando, tomada pela raiva e decepção.

Apesar da porta fechada, tenho certeza que era possível me ouvir. Como pude ser tão burra? Tudo isso seria carência da minha parte? Por me deixar levar por todo aquele papo? E eu o apresentei para a minha filha. E quase transamos na cozinha do meu apartamento com ela presente. Burra, idiota, imbecil! Isso que eu era.

— Fique quieta e me ouça Paola. — ele me segurava com ambas as mãos, me mantendo firme contra uma mesa. Mas eu não queria ouvir. Não queria ser enganada.

— Não me venha com desculpas ou mentiras Pedro. Eu sei o que eu vi. Tudo bem. Não precisa se justificar para mim. Afinal não temos nada. Fique tranquilo. Estou saindo de cena.

Ele avançou sobre mim, atacando minha boca com a sua. Não foi um beijo carinhoso, nem tampouco apaixonado ou luxurioso. Era mais como um castigo. Uma punição! Foi tão feroz que chegou a machucar. Senti gosto de sangue na boca. Ele tinha me mordido! E assim como começou, ele parou. Eu via fúria em seus olhos? Mas por quê? Se alguém tinha que estar furiosa ali, essa pessoa era eu.

— Você disse que sabe o que viu, mas não sabe não. Pare para pensar Paola. E me diga, analisando friamente, o que estava acontecendo naquela sala? — ele ainda me mantinha presa em seus braços e junto à mesa. Confesso que aquele beijo conseguiu me acalmar um pouco. Mas eu não podia deixar ele me enrolar — A Silvia tem uma queda por mim…

— Ah sério? — não deixei que terminasse de falar — Quem poderia imaginar? Uma mulher ter uma queda por você! — ele voltou a me segurar com força.

— Pare de gritar! Deixe-me terminar, por favor? E não fale como se todas as mulheres se jogassem aos meus pés. Ou como se eu fosse culpado por isso.

— Falo porque é verdade. E você é culpado sim. Fica jogando seu charme para cima de todas! Com esse seu jeito todo… todo…

— Todo o que Paola? — ele rapidamente mudou sua estratégia.

Me imprensou com seu corpo novamente, me deixando embriagada com seu perfume, e de pernas bambas ao sentir sua ereção. Uau! Nós estávamos ali discutindo e ele estava excitado? Bem, não posso falar muito, pois eu também estava. E como! Seu rosto muito próximo do meu me permitia enxergar todo o desejo estampado em seus olhos.

— Diga Paola, meu jeito todo o quê? — e lentamente esfregava aquele volume no meu ventre. Puta merda! Como me concentrar em discutir, argumentar, com ele daquele jeito?

— Você sabe. — falei encarando aqueles olhos e aquela boca.

— Talvez eu saiba, mas quero ouvir de você. E não vou te largar enquanto não me disser! — ele estava virando o jogo contra mim?

— Ah, vai se foder! Você quer ouvir é? Com seu jeito sexy, gostoso e sedutor e ….. — ele não me deixou terminar.

Atacou minha boca, agora sim, com paixão, luxúria, desespero por assim dizer. E não tive como não corresponder. Ele era muito bom naquilo. Em persuadir as pessoas, as mulheres, eu principalmente. Seus lábios tomaram os meus, enquanto suas mãos me apalpavam. Não com carinho ou gentileza. Ele era bruto, como se estivesse esfomeado. Logo seus lábios estavam no meu pescoço. Suspendeu meus cabelos, virando meu rosto para o lado, para lhe permitir acesso à parte da minha nuca. E ali ele me mordeu, me fazendo gemer. Um pouco de dor, outro pouco de prazer.

Suas mãos agora estavam em meus seios, apalpando-os por cima do vestido. Então, ele as desceu e puxou a barra do mesmo para cima, enroscando-o em minha cintura, expondo minha calcinha. Eu tinha ciência de que era loucura o que estávamos fazendo ali, mas não queria parar. Suas mãos seguraram em meus quadris, suspendendo-os, me depositando sentada na beirada da mesa. Em seguida se enroscaram nas laterais da minha calcinha, descendo-a até meus pés. E lá estava eu, totalmente exposta para ele, que me olhava safado. Desceu, se ajoelhando no chão, ficando cara a cara com a minha intimidade. Meu Deus! Era totalmente insano aquilo que fazíamos ali, na cozinha do seu escritório, apenas uma porta nos separando do restante do pessoal.

— Abra as pernas coração!

P!@#$, o que era aquele jeito dele falar? Mas eu não poderia deixar de fazer o que me foi pedido. Ou melhor, não queria. E sim, eu me abri para ele. Pedro foi chegando a boca mais perto, agora sem pressa, me torturando, segurando meu olhar. C!@#$, aquilo era sexo em seu estado mais puro, mais devasso! Foi quase como um choque quando ele passou a língua lentamente por toda a extensão do meu sexo. Precisei morder o lábio para não deixar os gemidos ecoarem ali naquela cozinha. Quanto tempo não sentia aquilo? Na verdade, aquilo eu nunca havia sentido! Sim, porque nunca havia sido daquela forma. Preciso dizer que meus ex nunca foram chupadores de verdade. Eram totalmente amadores. Já Pedro era doutorado! Ah sim, Dr. Pedro Lacerda, advogado, expert em chupada!

 B!@#$ deliciosa! — ah aquela boca suja dele me deixava ainda mais louca.

Sua língua passeava, primeiro pelos grandes lábios, depois se dirigiam aos pequenos, para então segurá-los, apertando.

Primeiro um, depois o outro e assim sucessivamente. Logo circulava o clitóris e não bastasse tudo isso, ainda me invadia com a língua. Era mágico! E apesar de eu querer que aquilo se prolongasse eternamente, eu não conseguia mais segurar o orgasmo que estava ali, à beira. Senti meu ventre contrair e não tive vergonha de agarrar seus cabelos com uma mão, enquanto com a outra eu tentava me equilibrar em cima da mesa.

— Olha para mim! Eu…vou… gozar…. Ahhhh…

— Isso minha loba, goza gostoso! Goza para mim!

E me deixei levar pelo orgasmo fulminante que me arrebatou. Estremeci, arquejei, puxando sua cabeça para mais perto, querendo sentir cada vez mais sua boca ali. Como eu ansiei por aquilo. E mesmo após cessar meus espasmos ele continuava a me lamber, sempre me olhando, analisando minhas reações.

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  1. Maria Petrucia Roque

    Gostaria de ter uma amostra desse livro

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