Leia um trecho erótico do livro “Sob Seu Domínio”

Se o calor do verão não está o suficiente, se prepare que essa passagem do livro de Rebecca Cruz vai dar resultado!

Cristine ficou entre continuar os passos até ele, mexer a boca fechada de um lado para o outro e desistir. Sentia-se uma pin-up, sexy e erótica. E estaria sendo ridícula?

— Caramba, Cristine. Quer me matar?

E porque aquela poderia ser uma frase positiva, ela avançou.

— Gostou? — murmurou ainda murcha.

E ele se sentou ereto, a cabeça erguida diretamente em sua direção. Ainda mantinha nos olhos aquele brilho ardido e instintivamente levou uma mão espalmada á virilha.

— Se gostei. — ele engoliu seco, ela viu. — Vem cá.

E agora a voz dele era rouca e uma mão se ergueu ereta em sua direção para apressá-la porque ele queria tocar seu corpo. E ela adquiriu confiança e se sentindo sensual, caminhou até ele forçando uma segurança ainda cambaleante.

— Nossa! — foi o sussurro dele quando ela se aproximou e a puxou pela mão erguida até que seus corpos tivessem assim, colados. E ela estava no colo dele, agora.

— Quis provocá-lo, mas, eh fiquei indecisa se iria gostar ou não.

— P!@#$ m!@#$. — Sharker repetiu. — Indecisa? Está louca? — ele escondeu o rosto em seus cabelos presos, aspirando o perfume e passeando a boca até alcançar a pele sensível do pescoço. As mãos deslizando cada centímetro da lingerie que ela escolheu para agradá-lo.

E agora ele não mais deslizava, quanto pressionava a pele para sentir melhor os poros cheios de desejo e feminilidade que ela esbanjava. E ela arfou quando ele mordiscou o lóbulo da orelha, os dentes semicerrando á medida em que as mãos descobriam cada pedacinho daquele instigante método de prazer. Ele mudou a posição, avançando o corpo por cima dela, facilitando que a boca passeasse pelo colo lisinho e uniu as mãos pelo tecido rendado do bojo, espalmando seus seios pequenos com as palmas grandes e experientes, seus corpos se movendo reféns das carícias que ele proporcionava. E os lábios beijaram sua boca num beijo profundo e seria até romântico, não tivessem naquele grau de preparo sexual. Ela arfou. Ele gemeu.

E procurando seus olhos quando ergueu a cabeça, ele sorriu. Um curvar nos lábios que demonstrava seu agrado.

— Você está linda, Cristine. — ele falou rouco, as mãos deslizando pela barra da renda do corpete, e com toda a habilidade existente nos dedos ele desfez o fecho, um por um, os olhos fixos nos dela, emanando promessa. — Mas não faça mais isto.

Putz. E era uma reprimenda? O quê? Por quê?

Ela demorou um segundo ainda processando aquelas palavras, porque agora ele ficou ereto, aprumou o corpo enquanto a levava junto pela cintura e sem que ela dissesse uma palavra, apoiou suas mãos no encosto do sofá.

— Fique assim. — ele ordenou, seu tom agora era duro de quem manda.

E aquele sorriso foi embora, fazendo com que ela sentisse um friozinho na barriga. E no cérebro aquela perguntinha: Fez ou não o certo em se vestir assim? E com a posição que ele queria, ela se ajoelhou no assento macio, sentindo as mãos firmes passear por seu corpo seminu, os fechos soltos dançando em seu corpo e ele a despiu da calcinha, assim, com facilidade enquanto beijava suas costas, sua coluna e sua bunda, os lábios acariciando uma nádega depois a outra. E sua pele se arrepiou todinha. As mãos se movendo com destreza sobre seu corpo, e ele ergueu sua perna, abrindo-a mais para ele. Ouviu quando ele desceu o zíper do jeans e logo depois o sentiu ali, atrás. O corpo emanando calor, queimando-a como brasa. Um fogo bom e bem vindo, que atiçava uma parte logo entre suas coxas.

— Você me maltratou desde que cheguei, Cristine.

Ela piscou.

— Maltratei? — perguntou confusa.
— Sim, com sua boca. — ele respondeu rouco, as mãos pressionando sua cintura agora, colando-a mais em sua ereção gritante.

— Você disse que minha boca o agradava.

— Sim, — ele beijou sua orelha e ela se arrepiou. — mas você comandou. Eu não gosto disto.

— Eu não comandei. — ela negou indecisa em sua própria defesa, por que agora ele estava maltratando-a com aquela demora angustiante.

— Comandou. E foi além, porque depois se vestiu assim. Quer me matar, menina?

Ah. O problema foi aquele então? Comandou porque corpetes eram características de dominadoras? Bem, mas não era ele que insistia em dizer que não era sadomasoquista? Então.

E o corpo dele dançava para frente e para trás, levando o seu junto.

— Não. — e sua voz foi quase um sussurro. Empinou o corpo para ele, a bunda para trás para ele ver que estava pronta. E a mão dele deslizou em toda sua perna aberta, que se manteve dobrada e apoiada no encosto e quando segurou seu tornozelo ela sentiu a respiração mais grossa e forte em sua cabeça.

— Você sabe o quanto sou intolerante, Cristine?

Ela manteve os olhos apertados, a boca entreaberta e o corpo dançando lentamente, obediente ao ritmo dele.

— Hum?

E era para responder.

— Sim.

— Ótimo, porque eu não vou ser bonzinho com você.

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  1. Rebecca Cruz

    Eu super amei rever esse trechinho que amo muito! Sob Seu Domínio é uma linda e sensual trilogia que amei escrever. Vou torcer aqui para que vocês possam amar também. Esse trecho é do Vol 2… e já foi lançado o Vol 3 que encerra essa história. Obrigada meninas, pelo carinho de sempre. Se quiserem, espero vocês na Amazon. Venham me conhecer (Rebbeca Cruz) 😉

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