Leia um trecho quente do livro “Devora-me”

A gente garante que o trecho escrito por Katherine Laccomt é tão hot quanto a capa! Se prepare.

“Tiro minha roupa e deixo-as organizadas de uma maneira que eu as possa pegar de uma vez só e sair rapidamente. Hoje não estou de sutiã, apenas uma pequena calcinha de renda preta. Arrumo a poltrona no canto para ficar submersa na escuridão e entreabro a porta. Volto e sento na poltrona. A ansiedade estava prestes a me engolir quando um arrepio passou pelo meu corpo.

Ele chegou…

Ouço seus passos, seus objetos sendo colocados sobre a cômoda e a seguir, a música This love do Maroon 5, toca. Sorrio com o fato de ele estar compartilhando suas músicas favoritas. Alguns meses atrás ele presenteou-me com um Ipod com todas suas músicas e no cartão dizia: “Boa música para uma boa garota”.

Quando penso em me levantar e chegar até ele, sinto suas mãos deslizarem pelos meus ombros. Seu calor fazendo minha pele arder de desejo. Benjamin desce até os meus seios e os aperta fazendo-me gemer. Ele dá a volta, levanta-me e senta na poltrona puxando-me para seu colo de costas para ele. Ben coloca meus cabelos para o lado e desliza suas mãos pelas minhas costas, subindo pelas laterais.

Sua boca beija meu pescoço preguiçosamente, fazendo minha pele arrepiar. Suas mãos pressionam-me para trás até que minhas costas encostem em seu peito. Benjamin toca meu rosto minuciosamente e quando seus dedos passam pela minha boca, chupo um. Seu gemido gutural excita-me. Suas mãos continuam a descer pelos meus seios, beliscando cada mamilo. Passam pela minha barriga até o meio das minhas pernas. Seu dedo traça minha abertura por cima do tecido lentamente e só parou quando sentiu umedecer.

— Sua pele é como fina seda – sua voz em meu ouvido é apenas um sussurro. — Tenho sonhado estar dentro de você desde o nosso último encontro.

De repente ele tira suas mãos de mim e quando vou protestar, ouço um rasgo e sinto as tiras laterais da minha lingerie cederem. Droga! Eu adorava essa calcinha. A raiva que comecei a sentir foi dissipada rapidamente com sua mão apalpando o “v” entre minhas pernas. Seu dedo espreitando minha abertura, mas nunca penetrando, apenas torturando-me. Na ânsia por mais, rebolo levantando do seu colo e ele fala em meu ouvido:

— Shhh… quietinha – uma de suas mãos pressiona-me contra seu corpo, enquanto a outra me tortura. — Estava com saudade de mim, não é? – ele morde minha orelha e a pequena dor faz conexão direta com meu clitóris que pulsa ainda mais. Sua mão que estava em meu peito, subiu para o meu pescoço na intenção de deixar claro quem comanda a cena. — Essa boceta apertada tem me atormentado há três longos dias. Agora é minha vez de atormentá-la.

Tento manter o controle e vergonhosamente falho, quando seus dedos penetram-me. Benjamin segura meu cabelo virando meu rosto de lado para capturar minha boca em um beijo carnal. Ele tira-me de seu colo colocando-me sentada na poltrona e minhas pernas em cada encosto. Eu estava aberta e mesmo na escuridão, sentia-me exposta. Senti seus dedos e em seguida sua língua… Mãe de Deus!

Em um impulso, seguro seus cabelos com uma mão e abafo meus gemidos, mordendo a outra. Benjamin segue um ritmo torturante, sua língua desliza levemente sobre meu clitóris e isso aumenta o tesão.

— Não quero que segure seus gemidos, princesa – ele fala enquanto seus dedos circulam dentro de mim. — Talvez precise de um estímulo? – nesse exato momento, ele pressiona um lugar especial que faz meus olhos revirarem. Benjamin não perdeu a minha reação. — Vamos fazer a Rainha gritar.

Sua boca voraz desce sobre minha abertura novamente e seus dedos trabalham incansavelmente naquele ponto sensível dentro de mim. Remexo-me para sair de seu aperto, mas ele segura-me. Uma tensão começa a me oprimir, espasmos percorrem meu corpo ficando cada vez mais intensos. Até que Ben dá o seu último golpe de misericórdia, pressionando os dedos e mordendo meu clitóris. Fogos de artifício estouram pelo meu corpo e sou lançada em queda livre para o nada.

— Aaahhh – deixo-me levar pela loucura e grito ao experimentar o maior prazer que senti na vida. Esse homem não é de Deus.

Definitivamente, não é!

Enquanto meu corpo não me obedece, Ben beija-me. Reúno minhas forças e me concentro em tudo o que Mad me falou.

Levanto-me e deslizo pelo seu corpo, beijando cada parte em meu caminho.

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