Leia um trecho quente do livro “Proibida Para Mim”

A autora Elizabeth A. Bezerra sabe muito bem como deixar o final de semana ainda mais quente, que tal tirar algumas ideias?

Acordo de manhã, e ela ainda está dormindo. Fico apenas contemplando sua beleza. Não quero acordá-la, quero que descanse. Tivemos uma noite maravilhosa. Há muito tempo não me sentia tão satisfeito. Como não encontrei essa mulher antes? Ela é tudo que eu sempre quis. Tem todos os requisitos físicos que admiro, além de ser doce, inteligente. “P!@#$! Mas eu não posso ficar com ela estando casado.” Esse pensamento não sai da minha cabeça. Tenho que dar um jeito de me separar de Sophia o quanto antes. E também tenho que apresentá-la direito a Anne. Quero me casar com ela, ter filhos. “Inferno! Como posso me casar e ter filhos com ela?” Eu sou um m!@#$ e não posso fazê-la feliz. Não com todo meu passado sombrio.

Jennifer suspira e se aconchega mais em meu corpo, tirando-me dos meus pensamentos lúgubres. Passo os dedos delicadamente em sua pele, que é fina e suave como seda. Ela esfrega sua bunda em meu pau, que já está acordado.

Deslizo minha mão pela sua barriga e chego a seu sexo. Começo a brincar com seus clitóris e introduzo um dedo dentro dela. Ela está úmida, pronta para mim, e tão cedo! Faço movimentos circulares, e ela geme. Sinto sua lubrificação aumentar.

— Hummm… — geme novamente, ainda sonolenta — Isso é bom.
Afasto meu braço que apoiava sua cabeça, deito-a de costas na cama e me inclino sobre ela para beijá-la. Nosso beijo é longo, quente e cheio de paixão.

Eu poderia beijá-la por toda eternidade e não me fartaria nunca. Deslizo minha boca passando pelo seu pescoço até chegar a seus seios. Ela é bastante sensível aqui. Sopro seus mamilos, dou lambidas e chupo sem misericórdia. Ela fecha as pernas em meus dedos como se quisesse intensificar o prazer. Continuo dando atenção aos seus seios, enquanto massageio seu clitóris implacavelmente. Ela estica e cruza as pernas. Minha mão está presa, mas meus dedos ainda conseguem brincar com seu sexo.

— Neil! — Ela grita curvando as costas, o que dá mais acesso aos seus seios. Mordo um dos mamilos e com a língua faço movimentos circulares. Em seguida, chupo-os com força e abocanho a maior quantidade possível. — Neil, eu, eu… Por favor — ela se contorce.

Sei o que ela precisa. Afasto suas coxas e introduzo mais um dedo em sua b!@#$. Enquanto meus dedos trabalham dentro dela, meu polegar estimula o seu clitóris. Meus dedos deslizam com facilidade em seu sexo encharcado.

Jennifer me puxa e me beija apaixonadamente. Continuo o movimento com os dedos e então sinto pequenos solavancos dominarem o seu corpo. Ela está quase gozando. Afasto-me rapidamente e pego um preservativo. Tiro-o da embalagem com os dentes e coloco em meu pau. Volto a beijá-la chupando seus lábios. Adoro sua boca e a mordisco várias vezes até que fique vermelha.

— Bebê, eu vou f!@#$ você — sussurro em seus lábios.
Minha mão desliza por seu corpo, e eu agarro as costas das suas coxas com firmeza. Deslizo meu pau até a entrada da sua b!@#$ molhada. Ela geme e se agarra em meus ombros. Continuo nessa deliciosa tortura, de cima a baixo, a cabeça do meu pau cutucando a entrada, provocando-a e me enlouquecendo de desejo. Ela me puxa tentando forçar-me a penetrá-la mais.

— Ansiosa, gatinha? — Provoco-a.

Paro por alguns instantes para observar seu rosto se contorcendo de prazer. Seus cabelos ruivos espalhados pelo lençol, exatamente como eu havia imaginado. Não consigo resistir mais e a penetro profundamente. Ela geme alto e agarra o meu ombro com força. Suas unhas cravam em mim enquanto ela rebola e se contorce, acompanhando meu ritmo.

Sento-me na cama e a trago comigo, sem desconectar nossos corpos em nenhum momento. Cruzo as pernas dela em minha cintura e enfio meu pau com força. Seguro suas nádegas e levanto seu corpo para cima. Meu membro sai alguns centímetros, e eu a puxo para baixo, firme e fundo.

— Isso, bebê — murmuro com a voz rouca.

— Neil! Ah! Neil! — ela grita o meu nome.

Seguro seus seios acariciando os mamilos com os dedos. Ela morde os lábios e geme. Nossos movimentos ficam cada vez mais rápidos, e eu sinto sua b!@#$ apertar meu pau, como um punho fechado.

— P!@#$, Jennifer! — Eu grito enlouquecido. Ela é muito apertada e está muito molhada.

Continuamos nesse ritmo até explodirmos em um orgasmo violento, e eu sinto uma eletricidade passar entre nossos corpos.
Sexo sempre foi bom pra mim, mas com ela é diferente. Sempre soube que existia diferença entre sexo e amor, mas até então eu não havia experimentado a segunda opção. Sexo é quando dois corpos se unem em busca de prazer. Fazer amor é o encontro de duas almas, com um prazer muito mais intenso e poderoso. Eu agora sei o que é fazer amor. Ficamos abraçados por um tempo enquanto nossa respiração volta ao normal.

— Bom dia, querida — digo sorrindo.

— Bom dia — ela murmura languida.

— Dormiu bem?

— Sim. Muito — ela se senta e abraça as pernas. Parece perdida.

— O que foi? Está arrependida? — Pergunto em um tom de voz que acusa meu pânico.

— Não. Faria tudo de novo, mesmo sabendo que é errado — ela segura minha mão e dá uns beijinhos suaves nos meus dedos.
Sento-me em frente a ela e seguro seu rosto. Olho bem no fundo dos seus olhos, mesmo sabendo que ela não me vê.

— Nada do que aconteceu aqui foi errado, Jennifer. Se há uma coisa real, certa e verdadeira no Universo é o que nós vivemos ontem e hoje. Nunca duvide disso — digo com firmeza.

Eu sei que ela está cheia de dúvidas, reticente e compreendo-a. Gostaria de afastar todos esses fantasmas, dizer que tudo está bem, mas não posso. Ainda tenho uma luta pela frente, mas não vou desistir dela, nunca.

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