Conheça os novos tratamentos estéticos. Eles são menos invasivos e muito mais tecnológicos

Eles ajudam a empinar o bumbum, acabar com as manchas, detonar com as gordurinhas e combater estrias

Nem sempre exercícios físicos e creminhos dão conta de resolver questões de pele e corpo. E, melhor, nem sempre a última alternativa é encarar uma cirurgia. Todos os anos, equipamentos cheios de tecnologia são lançados e dermatologistas o mundo todo voltam de congressos cheios de novidades para abastecer os consultórios. A gente listou abaixo algumas das boas opções para empinar o bumbum, minimizar manchas, reduzir gordura localizada e as estrias.

De toda forma, vale sempre lembrar que o acompanhamento de um médico especializado no assunto é fundamental. Só profissionais podem fazer a melhor escolha para que o seu caso seja resolvido e você não sofra com efeitos colaterais. “Eu peço para a paciente trazer suas queixas e, depois, analiso seu perfil com base em perguntas como: qual é o motivo da visita? O que te incomoda? O que você começou a perceber de diferente? O que já existia, mas você não se importava e hoje chama atenção? Baseado nisso e numa análise do corpo dessa mulher, eu vou gerar o diagnóstico clínico”, explica a dermatologista e membro da Academia Americana de Dermatologia, Claudia Marçal, de São Paulo.

Radiofrequência antiestrias

O E-Matrix, da Skintec, é uma radiofrequência fracionada que distribui calor nas camadas mais profundas da pele, aumentando a produção de colágeno e melhorando o aspecto daquelas estrias brancas, que são as mais difíceis de eliminar — primeiro ela aparece roxinha ou vermelha e depois “cicatriza”, ganhando a aparência esbranquiçada.

Como funciona

A grande novidade desse procedimento é a tecnologia “sublative”, que funciona como um meio termo entre técnicas ablativas (aquelas que machucam um pouco a pele e deixam casquinhas) e não-ablativas. “O aplicador faz microperfurações na pele e a corrente chega nas camadas mais profundas da derme e na derme profunda, estimulando a formação de colágeno”, explica Fernando Emiliozzi, diretor da Skintec. O dano no tecido estimula a ação dos fibroblastos (aqueles que produzem o colágeno). Eles são atraídos para o local, regenerando a pele completamente. São necessárias cerca de quatro sessões de 15 minutos, com intervalos mensais.

Nova criolipólise contra gordura localizada

A criolipólise já é famosa: trata gorduras localizadas do abdômen, flancos e coxas sem bisturi, só congelando as células de gordura. Agora, a técnica ganha um novo equipamento, o CoolTech, que melhora a experiência (dolorida!) de quem opta pelo tratamento. “Antes, o procedimento que durava cerca de 70 minutos por área, passa a ser feito em 35 minutos, além disso, ele conta com um novo sistema de controle de temperatura, proporcionando maior segurança e melhores resultados” diz a dermatologista Alessandra Cristine Marta, de São Paulo.

Como funciona

O CoolTech conta com dois aplicadores, que otimizam o tempo de procedimento, e três acopladores que prometem bons resultados até em quem tem bem pouca gordura localizada. “A sucção garante que o aparelho atinja diferentes regiões uniformemente. Só então o processo de congelamento é iniciado. Com a formação de cristais congelados, a parede das células de gordura é rompida e eliminada pelo sistema linfático”, fala Alessandra. Ele é contraindicado para quem tem urticária por frio, varizes, processo inflamatório ou feridas na região a ser tratada. A redução de gordura da região tratada fica entre 18% e 25% por sessão.

Ponteira antimanchas

A vantagem da nova ponteira Vektra Q-Switched 532, da plataforma sólon, é o tempo de tratamento: com a nova tecnologia, você só precisa de até três sessões (com intervalo de um mês entre cada uma) para eliminar qualquer tipo de mancha.

Como funciona

“O laser fragmenta a mancha em partículas, que imediatamente é eliminadas pelo próprio organismo. O tratamento é totalmente indolor e atérmico”, explica o dermatologista Abdo Salomão, de Guaxupé, Minas Gerais.

Rejuvenecedor de corpo

O Fio Silhouette, uma técnica de sutura que corrige pequenas imperfeições no rosto sem precisar expor o paciente a uma técnica de plástica mais invasiva, passa a ser aplicado também no corpo. Um fiozinho passa por regiões como braços, umbigo, coxas, joelhos, bumbum e qualquer outra com aparente flacidez. Ele é responsável pelo efeito lifting, visto logo na primeira aplicação. “Na barriga, por exemplo, melhora a sobra de pele, acabando com aquele efeito de umbigo triste”, explica o cirurgião plástico Rodrigo Fuzaro, de São Paulo.

Como funciona


Após a anestesia local, um fio é aplicado com a ajuda de uma agulha logo abaixo da pele. Feito de 100% ácido polilático, é o primeiro totalmente absorvido pelo organismo. Ele carrega pequenos cones que permitem uma sustentação maior da pele e é moldado de acordo com a necessidade da paciente. Todo o procedimento é feito sem cortes e o efeito dura de 18 a 24 meses.

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