4 perguntas para a atriz Lily Collins

Aos 28 anos, Lily participou de grandes produções de Hollywood, escreveu o livro Unfilter e agora é uma das estrelas da série The Last Tycoon

— Sua nova personagem trabalha com cinema e quer fazer carreira em Hollywood. Você acha que ela tem algo a te ensinar?

Sim, vejo muito de mim nela. Entre os 16 e os 17 anos eu já estava participando de reuniões e procurando uma chance para me provar na indústria. Ela faz a mesma coisa. Consigo me relacionar com a paixão que Celia tem pelo que faz. Claro que nossas histórias são diferentes, mas foi legal ter algo com o qual pudesse me identificar com a personagem.

 

— Foi difícil as pessoas te levarem a sério no começo da carreira por ter um pai famoso?

Sim. Tive que batalhar para provar que estava me dedicando àquilo porque queria, por isso demorei para chegar lá, sabe? Fiz tudo por conta própria, mas sempre quis poder dizer que consegui e que trabalhei duro. Tenho muito orgulho de onde vim e ao mesmo tempo quero deixar minha marca.

 

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— Qual conselho você daria para mulheres que também têm dificuldade para encontrar seu caminho?

Contanto que decida seguir o caminho porque ama o que faz, precisa entender que ouvir um “não” significa “Não agora”, e não “Você não nasceu para isso”. Não importa a indústria, sempre haverá adversidades. Quando se ouve a negativa muitas vezes, conseguir um “sim” é bem mais gratificante.

 

— Você é a protagonista de To the Bone, filme que conta a vida de uma anoréxica. O longa passa uma mensagem importante para quem se sente pressionado a ter certa aparência. De que forma você acha que o filme ajuda quem o assiste?

A intenção era gerar mais conversa em torno de um tópico que é considerado tabu. Compartilhando essa história e nos unindo com outras pessoas, com sorte vamos derrubar essa barreira e mostrar às mulheres que passam por isso que não estão sozinhas. Escrevi um livro sobre como eu mesma me pressionei para ser a versão que achava que era perfeita. Falar sobre as experiências diminui a sensação de solidão nesse momento. A ideia da recuperação é possível, mas cada uma de nós vai enfrentar uma jornada dura.

 

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