7 séries para quem é fã de Friends

Afinal, nem só com maratona se mata uma saudade...

Quando Friends encerrou as histórias de Ross, Rachel, Monica, Chandler, Phoebe e Joey  em 2004, deixou não só muitas saudades nos fãs, mas um imenso espaço a ser preenchido na tevê americana.

Afinal, que outra série poderia retratar de maneira divertida o que é ser jovem, embora já navegando os primeiros problemas da vida adulta? Algumas produções mandaram bem nestes últimos 12 anos se inspirando no charme ou tomando emprestados formatos do bem-sucedido roteiro da série. Vem ver!

 

1. How I Met Your Mother

Divulgação (/)

Pa-pa-pa-pa… Entre todas as séries que pareceram carregar um pouco do legado de Friends nos últimos anos, HIMYM é a que mais se aproxima da inspiração. Ted (Josh Radnor), o narrador, é parte de um grupo de amigos nova-iorquinos explorando a loucura que é não só se apaixonar, mas por na balança quem faz sentido estar na sua vida entre os 20 e os 30 e poucos. Robin (Cobie Smulders) é seu amor à primeira vista, Marshall (Jason Segel) é o fiel melhor amigo, Lily (Alyson Hannigan), a parceira de Marshall na vida e Barney, o pegador que guarda um romântico por dentro. Ao longo de nove temporadas, o mistério de quem seria a mãe dos filhos de Ted ficou de lado para mostrar o crescimento pessoal e profissional da galera que se encontrava no bar McLaren’s, o Central Perk deles. Outra semelhança com Friends: a série usou e abusou das running gags, aquelas piadas internas que se repetem por anos.

 

2. New Girl

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O tom nonsense no humor é um dos aspectos que mais aproxima New Girl de Friends. Quem já riu muito de Ross sorrindo com dentes fluorescentes no meio de um date vai se identificar com Jess “sensualizando” no strip-poker. O vai-e-vem de amigos no loft e a rotina de roommates (que, inclusive, também se envolvem um com o outro) faz lembrar muito a dinâmica da primeira série, com os personagens se alternando no apartamento da avó de Monica ao longo dos 10 anos de exibição. Outro ponto forte e semelhante da comédia protagonizada por Zooey Deschanel: o foco prioritário nas amizades. Sua personagem tem com Cece (Hannah Simone), por exemplo, uma relação de irmãs que lembra a de Mon e Rachel. E os caras são bem parceiros, como Chandler e Joey.

 

3. That’ 70s Show

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Troque Nova York por Winconsin, os anos 90 pelos 70 e os 20 e poucos pela adolescência e você terá That’ 70s Show. O formato dos episódios, clássico de sitcom, contava inclusive com as transições de cena pré-gravadas como em Friends. E se a galera do Central Perk vivia espiando o Peladão pela janela do apartamento de Monica, os amigos de Eric Forman (Topher Grace) se reuniam em seu porão para conversar assuntos absurdos sentados no “círculo”, uma alusão à experimentação de maconha na época. Os seis amigos cresceram juntos, se apaixonaram uns pelos outros em diferentes momentos, questionaram suas escolhas de vida e primeiros empregos – em ambas as séries. E as duas produziram grandes nomes. As estrelas de cinema Ashton Kutcher e Mila Kunis despontaram ali como Michael Kelso e Jackie Burkhart, Laura Prepon, a Alex Vause de Orange is the New Black foi Donna Pinciotti, e Wilmer Valderrama, o agente Torres de NCIS era Fez.

 

4. Cougar Town

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Friends cresceu! Ou melhor, Courteney Cox. A eterna Monica ganharia uma outra turma, o cul-de-sac crew (a expressão usada na série que mistura o francês e o inglês quer dizer “galera da rua sem saída”), alguns anos mais tarde em Cougar Town. Sua personagem Jules é uma quarentona recém-separada e com um filho crescido que está redescobrindo as possibilidades da vida e das relações após ter passado os 20 e os 30 dedicada à vida familiar. Ela conta com os amigos-vizinhos, o filho e o ex nessa jornada, além do vinho sempre à mão em meio a muita conversa jogada fora na sua cozinha. Se o humor fica um tom acima – além da ambientação na Florida, muito mais ensolarada em muitos sentidos – a temática que privilegia justamente aquele momento de recomeços lembra muito a da queridinha dos anos 90.

 

5. Happy Endings

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A comparação é inevitável, até porque Happy Endings começa exatamente da mesma forma que Friends: a partir de um casamento que não acontece. A diferença aqui é que tanto noivo quanto noiva se tornam partes integrais do elenco. São os melhores amigos Alex (Elisha Cuthbert) e Dave (Zachary Knighton). A estranheza inicial de ter dois ex convivendo na mesma turma – com o resto em dúvida se deveria escolher lados – foi logo abandonada em favor de ter uma dinâmica de grupo mais forte e clima mais leve, exatamente como no clássico. Cada episódio conta com duas tramas paralelas, o que é um outro ponto em comum das duas séries. O lado ruim? Happy Endings durou menos do que poderia (e deveria!). Apenas três temporadas.

 

6. The Big Bang Theory

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Friends para nerds. Ou melhor, o que seria de Friends se quase todo mundo no elenco fosse Ross Geller! Brincadeiras à parte, a veterana atual, também em sua décima temporada, promete ser ainda mais duradoura e o segredo talvez esteja em seus elementos em comum: piadas rápidas (o que faz todo o sentido em episódios de apenas 30 minutos), um elenco convidado recheado de estrelas, química potente entre os atores, além do clássico relacionamento entre vizinhos de apartamento. E assim como Friends se agarrava fortemente à sua identidade nova-iorquina, TBBT sabe muito bem utilizar seu universo nerd como força total. Cada personagem faz sentido, por mais irreal que seja, dentro dele. Sheldon (Jim Parsons), por exemplo, é como Phoebe (Lisa Kudrow): tem traços de alguém que podemos até conhecer, mas que nunca existiriam na totalidade no mundo real. 

 

7. Younger

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De todos as produções que citamos, Younger é a que, ao menos à primeira vista, menos se relaciona com o universo de Friends. De Darren Starr, produtor de Sex and the City Barrados no Baile, a série traz Sutton Foster no papel de Liza, uma quarentona que decide perseguir seus sonhos de carreira após um casamento que não dá certo. Só que, para conseguir a chance que tanto gostaria, ela se passa por uma jovem de 26 anos. Vivendo uma vida dupla, ela faz amigos e arruma um namorado mais jovem. Se o foco da primeira temporada fica em Liza (e na mentira), agora em sua terceira temporada com as relações mais cristalizadas, a série funciona mais como uma partida em equipe – e nas loucuras que fazemos para correr atrás dos nossos sonhos. A série também pega pesado nas referências culturais, algo que Friends fazia muito bem.

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