Kiko Pessolato, de “Amor à Vida”, conta com para NOVA sobre o câncer que teve aos 27 anos

O ator, Gato de NOVA da edição de outubro, vai bem além de um rosto forte e um corpo escultural. Ele já passou por muitas dificuldades, superou um câncer e se orgulha do seu caminho até a fama.

Foto: Cadu Maya

A entrevista, que geralmente acontece em breves intervalos durante a sessão de fotos, se estendeu por mais de uma hora, risos, lágrimas (sim, ele se emocionou) e reflexões profundas sobre o que realmente importa na vida. O ator contou pela primeira vez sobre o câncer que teve aos 27 anos.

Qual a melhor maneira de aproveitar um fimde semana chuvoso?
Em casa. Dá para ler um bom livro, jogar vídeo game, assistir TV. Ultimamente estou viciado em Game of Thrones.

Qual foi a experiência mais marcante da sua vida?
Os momentos de derrota são osque nosmarcam mais. Nunca contei isso para ninguém: tive uma doença muito séria, um tumor maligno no testículo, aos 27 anos. No começo da carreira, um dos meus empregos era promover palestras sobre medicina preventiva em escolas e empresas e falava muito sobre câncer de mama e colo do útero. Um dia senti um nódulo no meu testículo e na hora soube que não era algo bom. Na época, antes mesmo de fazer uma consulta, disse à minha esposa (então namorada) que estava com câncer. Ela achou que era exagero. Não era. Em apenas quatro dias,já estava na sala de cirurgia. Depois da remoção, descobri que era maligno, mas que não havia se espalhado. Fiquei com um testículo só. Essa é, sem dúvidas, uma experiência que faz com que valorizemos o que realmente interessa na vida.

Além da sua vitória contra o câncer, de qual outra conquista você mais se orgulha?
Acho que do relacionamento que tenho com os meus amigos. Mesmo eles me chamando de Capitão Caverna, porque não gosto muito de sair de casa, sei que posso contar com eles e eles comigo.

Quem foi a sua maior inspiração na vida?
Qualquer resposta a essa pergunta pode soar injusta. Meus pais sempre me apoiaram em tudo e lutaram muito. Mas tenho que citar meu primeiro professor de futebol. Não consigo nem falar dele sem me emocionar. Ele foi um segundo pai para mim. É muito difícil de explicar.

 

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