15 anos de Amélie Poulain: por onde andam os atores do filme?

Descobrimos o que andam aprontando 8 principais estrelas deste elenco que deixou saudade

Se pudéssemos rever a francesinha que tinha paixão por quebrar cascas de crème brûlée hoje, ela estaria quase quarentona! Para relembrar e comemorar os 15 anos do lançamento de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, descobrimos o que andou aprontando e como estão as principais estrelas do filme. Vem ver!

 

Audrey Tautou, a Amélie Poulain

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Com a carreira mais expressiva de todo o cast, Audrey andou bem ocupada. Logo depois de viver Amélie, ela embarcou no primeiro filme da trilogia jovem de Cédric Klapisch, Albergue Espanhol. Ao longo dos anos, Audrey privilegiaria ainda outros dramas e romances como Bem Me Quer, Mal Me Quer, Eterno Amor, Bonecas Russas (continuação de Albergue), Coco Antes de Chanel e Espuma dos Dias. Ela completou a trilogia recentemente, em 2014, com O Enigma Chinês (acima), mas não antes de expandir a fama mundial encarando o suspense O Código da Vinci ao lado de Tom Hanks.

 

Mathieu Kassovitz, o Nino Quincampoix

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Mathieu é um artista versátil e boa parte de sua carreira pós-Amélie divide-se entre os filmes em que participou atuando, como Asterix & Obelix: Missão Cleópatra, aqueles que dirigiu, como Na Companhia do Medo com Halle Berry, além daqueles que escreveu, produziu ou dublou. Ufa! Este ano, pudemos conferir seu trabalho mais recente na série War & Peace (acima) da BBC One, em que o Nino deu lugar à Napoleão Bonaparte no drama inspirado pelo célebre livro Guerra e Paz, de Liev Tolstói.

 

Rufus, o pai de Amélie

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Rufus é um veterano da tevê francesa, mas se ocupou de diversos curtra-metragens também desde seu papel como o médico Raphäel Poulain, o pai distante da garçonete. No breve currículo de longas, houve um repeteco na parceria com Jean-Pierre Jeunet, diretor de Amélie, em Eterno Amor (2004) atuando também ao lado de Audrey Tautou. Mais recentemente, ele viveu o filósofo Voltaire no road movie Soleils (2014) e o concièrge que protagoniza a comédia Chant d’Hiver (acima), de 2015.

 

Serge Merlin, o Homem de Vidro

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Raymond Dufayel, o vizinho de Amélie, é um homem que empresta seus talentos a muitas bandeiras. Desde 2001, o ator Serge Merlin encarou películas longas e curtas de nacionalidades italianas, francesas e, mais recentemente, alemãs, como é o caso de Ich un Kaminski (2015) com Daniel Brühl – de Adeus, Lênin! – e Geraldine Chaplin. Mas foi no teatro que ele conquistou seu papel mais celebrado: o premiado Rei Lear da última versão francesa para a obra de Shakespeare, em tour desde 2014.

 

Maurice Bénichou, o Dominique Bretodeau

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Talvez devido ao apelo de Amélie – e ao seu papel marcante com o ex-locatário do apartamento da garçonete que a desperta para a vida – o ator experimentou uma onda de comédias românticas após o filme. Mas Bénichou se destaca mesmo é nos dramas de gente grande: realizou duas obras com o polêmico diretor Michael Haneke, O Tempo do Lobo (2003) e Caché (2005), e se envolveu com os melancólicos Boxes (2007), de Jane Birkin, e Paris (2008), de Cédric Klapisch. Recentemente, abraçou o polêmico cinema franco-árabe local com Omar m’a tuer (2011) e The Kind Words (2015).

 

Yolande Moreau, a vizinha Madeleine Wallace

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Desde então, Yolande acumulou filmes de peso em sua bagagem. Entre eles está Paris, Te Amo (2006), em que ela vive a mímica do segmento Tour Eiffel, a cinebiografia Gainsbourg – O Homem Que Amava As Mulheres (2010)em que interpretou a icônica cantora Fréhel e Camille Outra Vez (2012), uma comédia surreal de tons dramáticos como Amélie em que encarnou a mãe da protagonista. Outros trabalhos seus que se destacam estão em The Childhood of a Leader, ao lado de Robert Pattinson e Liam Cunningham, e O Novíssimo Testamento, ambos de 2015, em que ela é a mulher de Deus!

 

Urbain Cancelier, o quitandeiro Collignon

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Outro ator que oscilou entre a tevê e o cinema com curtas e séries dividindo espaço com longas, Urbain manteve seu foco nas comédias desde Amélie. Assim como Yolande, Rufus e Audrey, ele repetiu a parceria com o diretor Jean-Pierre Jeunet em Eterno Amor, de 2004, e MicMacs – Um Plano Complicado, de 2009. No entanto, seu título de maior destaque é a franquia Belle et Sébastien (acima), versão live action do desenho animado de sucesso. Nela, Urbain é o prefeito da cidade onde o garoto e seu cão tentam enganar nazistas para ajudar a resistência francesa.

 

Jamel Debbouze, o ajudante Lucien

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Outro artista com talento natural para comédia, Jamel se dedicou ao gênero desde que viveu o ajudante humilhado por Collignon em Amélie. Seu caminho voltou a cruzar com o de Mathieu em Asterix & Obelix: Missão Cleópatra (2002), franquia que ele abraçou novamente com Asterix nos Jogos Olímpicos (2008). Seu trabalho ganhou tons críticos nos títulos Enquanto o Sol Não Vem (2008) e A Marcha (2013), sobre a caminhada de Paris a Marselha feita em 1983 contra discriminação racial na França. Jamel voltou, no entanto, às comédias este ano com La Vache (acima).

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