16 filmes e séries da Netflix para matar a saudade dos anos 2000

Você já deve ter assistido mais de uma vez estes filmes e séries dos anos 2000. Mas é sempre bom rever e descobrir coisas que você não reparou.

The O.C.

A série que acaba de chegar à Netflix durou apenas quatro anos, mas foi o retrato de tudo o que a década tinha de mais legal: as roupas cheias de brilhos e texturas loucas, as músicas do pop ao indie que fizeram uma geração inteira descobrir bandas novas, a atitude Summer Roberts de acreditar que tudo é possível. Apesar das tramas bafônicas, havia uma universalidade – ou melhor, unanimidade. Fosse você Team Ryan ou Team Seth, todos nós torcíamos (e sofríamos) com Marissa Cooper.

 

Meninas Malvadas

Este filme de Tina Fey está para os anos 2000 assim como os clássicos de John Hughes estão para os anos 80. Àquela altura, apenas Lindsay Lohan já era uma estrela, mas o filme lançou para carreiras bem-sucedidas Rachel McAdams, Amanda Seyfried e Lizzie Caplan. Apesar da típica trama de disputa entre adolescentes misturada a altas doses de ironia, o roteiro é atual ainda hoje por tocar em temas como sororidade, bullying e body-shaming.

 

Kill Bill Vol. 1 e 2.

Quentin Tarantino já era um diretor consagrado quando o mundo entrou nos anos 2000, mas foi nesta década que ele criou sua saga de vingança protagonizada por uma mulher, Uma Thurman, a eterna Beatrix Kiddo. Além de serem um sucesso de público e crítica, os dois filmes foram os primeiros a misturar gêneros cinematográficos e estéticas que hoje sabemos serem favoritas do diretor: o western e ação do cinema oriental.

 

Gilmore Girls

E por falar em Kill Bill, temos como esquecer Rory Gilmore vestida de Gogo Yubari? GG reuniu ao longo de sete temporadas a mistura perfeita de referências pop, café, diálogos rápidos e fofuras que vão dos excêntricos vizinhos de Stars Hollow à relação mais do que bem sintonizada entre mãe e filha. E como esta é uma nostalgia que não passa, fazer uma maratona da série é uma ideia mais do que bem-vinda nestes tempos, já que a Netflix deve lançar novos episódios da série este mês.

 

Como Perder Um Homem em 10 Dias

Se tem uma tendência que os 00s certamente iniciou foi o fenômeno Kate Hudson em comédias românticas. Depois de viver a enigmática groupie Penny Lane de Quase Famosos, a atriz embarcou no gênero e teve um de seus primeiros sucessos neste filme ao lado de Matthew McConaughey. Ela interpreta uma editora de revista obcecada por testar a validade de uma pauta sobre relacionamentos – e a paciência de um cara que, ela não sabia ainda, tinha apenas apostado que poderia transar com ela.

 

O Senhor dos Aneis – As Duas Torres

Cada época tem a sua saga de fantasia/ficção científica, mas os anos 2000 se superaram. Houve Harry Potter para os mais novos e Crepúsculo, já no fim da década, para o público teen. Mas, se não era a mais famosa ou rentável, O Senhor dos Aneis teve o mérito de conquistar públicos mais amplos, além de criar um riquíssimo universo que foi explorado em uma trilogia nova na década seguinte. E, claro, a nos fazer viver aquele amor por Orlando Bloom como Legolas.

 

A Mexicana

Existem filmes de romance, existem filmes de ação. E, acima de todos eles, há A Mexicana. Uma das grandes bilheterias da época, o título reuniu as duas grandes estrelas do cinema americano – e que ainda ocupam lugar de destaque na indústria: Brad Pitt e Julia Roberts. A história de amor proibido de um casal mexicano está ligada à uma arma valiosa e desaparecida. Brad e Julia vivem um segundo casal, muito mais disfuncional, que questionam quais sacrifícios valem a pena para permanecer juntos. Encontrar a arma é a única saída para resolver uma trama de gângsters e as histórias de amor.

 

That’ 70s Show

Iniciada ainda no finalzinho da década anterior, That’ 70s Show foi um dos grandes sucessos dos anos 2000, sendo exibida por oito temporadas. Deu ao mundo os bem-sucedidos Mila Kunis, Laura Prepon, Ashton Kutcher e Wilmer Valderrama – que viraram ídolos do período – e conversava com o público jovem sobre temas mais universais (e menos surreais) do que The O.C.: primeiros amores, escolhas profissionais, reviravoltas familiares. E como o tema desta matéria é nostalgia, a série também tem tudo a ver por ter relembrado outra saudosa época, os anos 70.

 

Recém-Casados

E, por falar neste assunto, depois que o público se apaixonou por Michael Kelso, seu intérprete Ashton Kutcher se tornou um dos nomes mais requisitados do cinema romântico. Um de seus clássicos é Recém-Casados, em que o ator contracena com a então namorada, Brittany Murphy. Se o roteiro não é dos mais fortes, já que o filme mostra um casal que sofre com as interferências familiares, esta é uma boa oportunidade para se divertir com a química entre os dois e matar as saudades eternas da atriz de As Patricinhas de Beverly Hills.

 

Como Se Fosse a Primeira Vez

Onipresente nas comédias da época, Adam Sandler tem um de seus melhores momentos ao lado de Drew Barrymore em Como Se Fosse a Primeira Vez. Nele, ele vive um veterinário pegador que se apaixona à primeira vista por uma professora em um café no Havaí. Ela, no entanto, não tem como se lembrar do encontro, já que todos os dias sua memória recente é apagada, devido à lesão que ela sofreu em um acidente de carro. Ele então toma para si a missão de relembrá-la, todos os dias, de quem ele é e o que viveram.

 

Lost

Um dos grandes mistérios do período – e talvez, para sempre, já que o grande público nunca se satisfez com o final da série, Lost apresentava uma série de perguntas bizarras envolvendo um acidente de avião e os motivos pelos quais seus sobreviventes foram parar em uma ilha aparentemente deserta que parecia, de alguma forma, pronta para recebê-los e dizimá-los de maneiras crueis. Projetos governamentais secretos, sequestros, habitantes hostis, tecnologias jamais vistas antes e até monstros de fumaça tiravam nosso sono semana após semana.

 

Donnie Darko

O suspense de ficção científica é um dos filmes mais simbólicos daquela era e fez de Jake Gyllenhaal, o personagem-título, um nome a ser observado. A história do garoto assombrado por um monstruoso coelho que anuncia o fim do mundo (e uma sequência de eventos bizarros e arrepiantes) também trazia um elenco de apoio que era pura magia 00s: Jena Malone, Drew Barrymore, Noah Wyle – o doutor Carter de E.R.! –, Patrick Swayze, Seth Rogen, Ashley Tisdale, entre outros. Vale reassistir.

 

Paixão de Aluguel

Não dá para falar dos tempos em que Britney e Christina beijavam Madonna sobre palcos sem mencionar Hillary Duff, a eterna Lizzie McGuire. A atriz fez muitos filmes românticos de sucesso no período, como A Nova Cinderela, mas poucos são tão fieis às raízes da estrela da Disney cheia-de-artimanhas como este título em que ela tenta ajudar a mãe a encontrar o homem perfeito, enquanto aprende uma ou duas coisas sobre o amor ela mesma. Com Chris Noth, o Mr. Big de Sex and the City.

 

Legalmente Loira

Reese Witherspoon construiu uma carreira repleta de personagens dramáticas desde Johnny & June, mas é provavelmente Elle Woods seu papel mais querido pelo público até hoje. A patricinha californiana apaixonada por moda (e pela Cosmo!) que decide estudar direito em Harvard para impressionar um cara e descobre uma vida nova para si mesma nos ensinou algumas doses de amor próprio e feminismo – por que não? Afinal, Elle supera o assédio do chefe e a discriminação dos colegas para seguir em frente na carreira que escolheu.

 

Quatro Amigas e Um Jeans Viajante 2

Road movies, apesar de bem universais, pareciam estar em alta no período – Crossroads: Amigas Para Sempre, alguém? Mas nenhum talvez tenha sido tão marcante quanto a saga do jeans viajante que reunia quatro amigas próximas que viviam vidas bem diferentes e, por vezes, distantes. Blake Lively, Amber Tamblyn, Alexis Bledel e America Ferrera tinham uma química tão boa e real que são grandes amigas até hoje, nos fazendo ansiar por um terceiro filme da franquia.

 

Um Amor Para Recordar

Mandy Moore fez uma sólida carreira musical e hoje brilha na tevê americana com a série This is Us. Mas, muito antes disso, Um Amor Para Recordar a marcou no imaginário do público ao interpretar a religiosa e muito doente Jamie Sullivan, que transforma a vida do bad boy Landon Carter ao se apaixonarem um pelo outro. A primeira adaptação bem-sucedida de um filme baseado nos livros de Nicholas Sparks, ele abriu caminho para o fenômeno Diário de Uma Paixão, que seria lançado em 2004, dois anos depois deste.

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