A Mulher da Cabine 10: leitoras do #ClubeDoLivroCOSMO dão opinião

A obra foi a primeira a ser comentada em Clube do Livro com as leitoras

Eu gosto de ler (ah, você jura, linda?) e tenho minhas preferências por gênero, claro. Thrillers e mistérios são alguns dos meus preferidos. Desde bem pequena leio (e amo!) Agatha Christie, e só de ler a sinopse de A Mulher da Cabine 10 senti que ele tinha essa pegada. Por isso ele foi o primeiro a ser escolhido para rolar uma discussão entre eu e as leitoras do #ClubedoLivroCOSMO.

(Se você quiser se inscrever e fazer parte dessas conversas, mande e-mail para cosmopolitan@abril.com.br)

Agora, sem mais delongas, veja só o que as leitoras acharam dessa primeira obra:

 

“Amei o livro e a história.  Foi um suspense que me prendeu tanto que li tudo em dois dias.  Ao longo do livro, deixei de acreditar várias vezes na protagonista, até chegar ao final e me surpreender totalmente. Fiquei hipnotizada com o andamento da história, me lembrou muito Garota Exemplar e A Garota no Trem.”

Karina Cristina

 

“A palavra que descreve minha opinião sobre o livro A Mulher da Cabine 10 é: fantástico! Amei a história, fiquei surpresa e chocada com a solução do mistério. É uma trama bem inteligente e a autora escreve de maneira simples e agradável — o que te deixa louca para saber o fim da história.”

Juliana Chaves

 

“O livro A Mulher na Cabine 10 surpreende do começo ao fim, prende muito a atenção do leitor que quer logo descobrir se aquilo que Lo Blacklock presenciou foi verdadeiro ou fruto de sua própria imaginação. Quando comecei a ler, me lembrei de outros livros neste estilo, com protagonistas fortes e que, assim como esta, tem força o suficiente em confiar em si e em seus instintos, apesar de tudo parecer dizer o contrário e os ventos soprarem contra. E Lo não ter acreditado simplesmente no que lhe disseram fez toda a diferença nesse thriller. A cada capítulo vamos descobrindo novas informações, fazendo novas conexões entre personagens e fatos. Nos vemos dentro do suspense junto com Lo e tentamos desesperadamente sair daquela situação. A história me tirou o fôlego e, ao mesmo tempo, foi leve e com tiradas engraçadas. Um livro que realmente valeu muito a pena eu ter lido.”

Camila Gorgone

 

“A autora tem uma narrativa que desperta a curiosidade de quem está lendo do início até ao fim.A trama gira em torno da misteriosa existência de uma mulher na cabine 10 e do seu suposto assassinato — já que ela não foi vista por ninguém a bordo, nem por passageiros ou pela tripulação do luxuoso cruzeiro. Apenas a personagem principal confirma a sua presença no navio e procura sozinha desvendar esse enigma.  É nesse cenário claustrofóbico e de requinte que acontece o enredo. Eu já desconfiava de quem seria o vilão desde o início, mas a sacada foi em descobrir sobre a mulher da cabine 10, que dá título ao livro.

Depois de ler esse livro, minha vontade de ver a aurora boreal só aumentou. Espero ter a chance de ver antes de morrer, como recomenda o Lorde Richard Bullmer”

Patricia Futtino

 

“Achei o livro realmente surpreendente, uma leitura que deixa você envolvida, gostosa e fácil de acompanhar. É uma leitura que não cansa e a faz querer saber o que acontece no próximo capítulo. Leitura boa é assim né? Aquela que te deixa ansiosa! E o final? Esse é extasiante!”

Vivian Assis

 

“Os americanos definem thriller como um gênero de narrativa que mistura expectativa, adrenalina, emoção, apreensão, suspense, tensão e todas as componentes pulsantes que movem a trama até o momento final. Haja fôlego! Esse tipo de história tem a capacidade de nos prender e aguçar a curiosidade. Não queremos parar de ler. Comigo foi assim. Nunca tinha me acontecido de querer ser esquecida na sala de espera do dentista a vontade era tanta de avançar no livro. A história tem, ainda, a capacidade de nos envolver e ficamos pensando em várias possibilidades, suspeitos, ficamos desconfiados, vamos descobrindo indícios, tentando deduzir o que se passou, e quem pode ser confiável… E de repente vem uma reviravolta que desconstrói toda e qualquer certeza.”

Monyse Almeida

 

“Enquanto a história se desenvolve, você sente como se estivesse junto da protagonista, descobrindo lado a lado cada nova pista. Um suspense incrível com um final surpreendente que vai mexer com seu psicológico!”

Fernanda Nogueira

 

“Nunca tinha lido nada da Ruth. Ela escreve com uma linguagem simples e direta, de forma muito cativante. O livro prende a atenção logos nos primeiros capítulos. A Mulher da Cabine 10 é um daqueles livros que ficamos com vontade de ler sem parar para ver o que vai acontecer nas próximas páginas. A sensação de estar dentro daquele navio era constante e foi uma deliciosa experiência de leitura — como não sentia a muito tempo. Pra quem gosta deste do mix:  mistério + tramas bem engenhadas + reviravoltas + trillher psicológico, esse é um livro imperdível”

Rosangela Petinati

 

“Confesso que A Mulher na Cabine 10 foi meu primeiro livro do gênero suspense. No entanto, me surpreendi com a forma como ele me prendeu e fez com que eu mergulhasse em sua narrativa misteriosa. Realmente, é de perder o fôlego e eu perdi em algumas páginas em que me via, assim como Lo Blacklock, em uma crise de ansiedade enorme para descobrir o final da trama. Recomendo muito!”

Thais Sousa

 

“O meu primeiro livro da autora Ruth Ware e posso afirmar, fiquei envolvida até a última página desse livro intrigante e surpreendente. Também gostei muito de sua escrita simples, gostosa e envolvente. A escritora faz jus à comparação com a renomada Agatha Christie. A Mulher na Cabine 10 é um grande thriller de suspense”

Ivin Amaral

 

“Um suspense único! Nunca foi tão difícil apreciar a Aurora Boreal. A história é cheia de angustias da vida moderna (namoro, trabalho, problemas de saúde) e uma emoção nova a cada página virada. A história nos instiga a querer saber mais e mais da trama, é muito bem escrita e envolvente, unindo personalidades diferentes e nos colocando em um cenário que se não fosse a real suspeita de um assassinato, seria ideal para descrever o destino das próximas férias. Me senti um detetive, suspeitando de tudo e de todos, mas sem nunca levantar a mínima suspeita sobre situações e pessoas que estavam ali sempre sendo vistas, mas nunca enxergadas”

Daniele Vieira

 

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