#ClubeDoLivroCOSMO – Conheça a história de “A Garota do Calendário”

A publicação já vendeu mais de 2,5 milhões de cópias, foi traduzida para 15 idiomas e há quem diga que é a sucessora de Cinquenta Tons de Cinza. Será?

O que você faria para salvar sua família da morte? Tudo? Inclusive se tornar uma acompanhante de luxo? Na série A Garota do Calendário, de Audrey Carlan, Mia Saunders vê sua vida mudar completamente depois que seu pai é espancado e entra em coma por não pagar uma dívida com um agiota. O valor é alto: 1 milhão de dólares. Se esse dinheiro não chegar às mãos do dono, ela, sua irmã mais nova e o pai estão jurados de morte. Como com o seu emprego de garçonete ela não iria conseguir chegar nem perto desse valor, Mia se torna uma acompanhante de luxo. Ela não é paga para fazer sexo com os clientes, só companhia. Mas se a transa rolar, uma grana extra entra no seu cachê no fim do trabalho. Para conseguir esse 1 milhão de dólares Mia precisará encarar desafios grandes: durante um ano ela ficará um mês com cada cara — embolsando 100 mil dólares por vez. Por isso a série tem 12 exemplares: cada livro conta a experiência da personagem em um mês do ano.

Tem quem compare as criações de Audrey com as de E. L. James, a mente por trás de Cinquenta Tons de Cinza — e seu livro já chegou  2,5 milhões de cópias já vendidas no mundo. Mas eu, que já li o primeiro (e o segundo!) livro, posso dizer que discordo fortemente dessa comparação: uma história não tem absolutamente nada a ver com a outra: nem em personagens, nem em trama, nem em estilo, nem em cenas de sexo… Vocês sabem quantos orgasmos Ana Steele teve na primeira publicação da autora inglesa? 21! Já o primeiro livro da Garota do Calendário tem apenas três cenas (hot!) de sexo. É claro que isso não desmerece a história, só derruba a comparação.

Audrey escreve bem, prende a sua atenção, e mesmo em um livro curtinho, faz com que você torça por Mia em todas as páginas — e para que a vida dela dê certo no fim. O que me deixou mais presa à trama é que, mesmo em meio ao turbilhão que se tornou sua vida, a personagem principal é uma mulher forte, que enfrenta os desafios sem mimimi e vai pra luta. Não é uma donzela indefesa, que aceita ajuda financeira do primeiro bonitão que aparece. Ela está determinada a conseguir o dinheiro dela sozinha — e não vai medir esforços pra isso. Como um bom romance (erótico ou não), a gente também se apega ao mocinho, e torce para que eles fiquem juntos. Só que ao fim de cada trabalho, outro a espera. Mia não pode abrir mão do dinheiro e escolher o amor. Ela não tem essa opção. 

Eu não gosto de histórias inacabadas. Preciso começar a ler uma série e terminar o mais rápido possível. Eu quero saber o final! Mas para descobrir o destino da Mia ainda me faltam 10 livros. Vamos esperar os próximos capítulos. 

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