Os momentos mais #girlpower de 2015

Relembramos tudo de mais incrível que rolou na cultura pop neste ano de Primavera das Mulheres

2015 ainda nem acabou, mas já será lembrado como o ano da Primavera das Mulheres, em que as lutas pela igualdade de direitos culminaram em conquistas femininas em todas as áreas. Para celebrar este ano de vitórias e levar adiante este espírito para 2016, relembramos dez destes momentos importantes na cultura pop.

Vem ver! 

Misty Copeland é a primeira negra a ser Primeira-Bailarina do American Ballet Theatre

A companhia é sinônimo de elite do balé clássico e Misty, 33 anos, desafiou os padrões de corpo (ela é mais musculosa, enquanto bailarinas tradicionais costumam ser esguias) e o preconceito racial ao alcançar o topo. Palmas são poucas! Aqui, o trailer do documentário A Ballerina’s Tale, lançado este ano e selecionado pelo Festival de Sundance pelo retrato incrível de sua trajetória profissional.

 

A ascensão das superheroínas

Os Vingadores, a franquia X-Men e os ainda não lançados Esquadrão Suicida, Batman vs. Super-HomemCaptain Marvel todos têm importantes personagens femininas, provando que temos conquistado espaço neste universo. Mas este ano não nos contentamos em ser apenas coadjuvantes e assumimos papeis principais em Supergirl e Jessica Jones, que discutiu ainda os desafios de se superar um relacionamento abusivo. 

 

A vencedora do Oscar de Melhor Atriz pede igualdade nas remunerações

Patricia Arquette levou a estatueta por sua atuação em Boyhood, mas não arrasou apenas nas telas: ela aproveitou o momento de agradecimentos para pedir que homens e mulheres tenham salários equivalentes – dando visibilidade para um problema e luta silenciosos. Mereceu até um “uhu” da deusa Meryl Streep.

 

Que Horas Ela Volta? foi escolhido para representar o Brasil no Oscar

Ter um filme sobre uma mulher pobre e parda, também dirigido por uma mulher, representando o país em uma disputa mundial é uma conquista gigante, principalmente porque a indústria do cinema é tão excludente. O talento e a delicadeza da cineasta Anna Muylaert e da atriz Regina Casé se destacaram e trouxeram a oportunidade de discutirmos essas questões abertamente – e em nível global.

 

Paola Carosella (e a internet!) se posicionando contra o assédio à Valentina, participante do Masterchef Junior

A chef (ou cozinheira, como ela prefere) Paola Carosella não deixou por menos os comentários abusivos contra Valentina nas redes sociais. E as mulheres nas redes entraram no coro, dando voz às suas histórias com a hashtag #primeiroassedio. É um movimento importante que devolve poder às vítimas. 

 

 

Ganhamos também os filmes de ação

As duas maiores sagas de ação/sci-fi que lançaram filmes este ano se renovaram com protagonistas femininas. A Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) é o grande motor de Mad Max: Estrada da Fúria e Rey abriu seu caminho para comandar a nova trilogia Star Wars em O Despertar da Força. O legado jedi de Luke Skywalker ganhou a coragem de uma mulher. 

 

Clarice Falcão quebrou a internet com Survivor

A cantora fez um vídeo-remake da música do Destiny’s Child para dar voz às vítimas de assédio. A produção alcançou o #1 da iTunes store, os mais de 2 milhões de views no Youtube e teve toda a sua renda revertida para a ONG feminista Think Olga. 

 

O filme brasileiro O Olmo e a Gaivota

A diretora Petra Costa, de Elena, acompanhou os dilemas da maternidade durante toda a gravidez de uma mulher. Este retrato é O Olmo e a Gaivota, que discute o estilhaçamento de identidade diante das pressões de corresponder ao ideal de mãe. O filme venceu o Festival do Rio com sua pertinência ao tocar este tema feminino tão delicado.

 

Viola Davis levando o Emmy – e discutindo representatividade

Ela arrasa como Annalise Keating em How to Get Away with Murder, mesmo assim, sua escolha como Melhor Atriz do ano não era óbvia: tudo porque a talentosíssima Viola Davis é negra. Ao ter a oportunidade de receber o prêmio de maior visibilidade da tevê americana, a atriz usou seu discurso para pedir oportunidades iguais para mulheres de todas as etnias.

 

O novo calendário Pirelli

Todos os anos, a marca convida Annie Leibovitz a clicar modelos para o seu calendário. Para 2016, no entanto, a coisa foi diferente: as doze mulheres foram escolhidas por seu talentos de destaque em suas respectivas áreas. Amy Schumer, Patti Smith, Serena Williams e Yoko Ono são apenas algumas das poderosíssimas que posaram sendo elas mesmas, sem artifícios, e arrasaram. Que venha 2016 – vai ser lindo!

 

 

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