Como é a sensação de andar de helicóptero para quem tem medo de voar

A repórter Rafaela Polo, que tem medo de voar, passou pela experiência e confessa: não é nada do que ela imaginou.

 

Eu adoro viajar, conhecer lugares novos, viver experiências diferentes… O único problema é o meu medo de voar. Me impede de marcar minhas férias pra lugares que o tempo de voo é de 10 horas, por exemplo? Não. Mas que eu tenho pânico, eu tenho. Então imaginem só a minha surpresa quando desci de uma van e descobri que iria entrar em um helicóptero.

A convite da Paco Rabanne fui ao Rio de Janeiro conhecer as duas novas fragrâncias da grife: Lady Million Privé e 1 Million Privé. Parte da experiência era encontrar o casal que representa a marca em sua campanhas publicitárias. Eis o motivo da viagem de helicóptero: estávamos procurando os top modelos internacionais Sean O’Pry e Hana Jirickova

Rafaela Polo Rafaela Polo

Rafaela Polo (/)

Eu fiquei bem mais animada com a ideia de entrar em um helicóptero do que assustada, mas a primeira coisa que procurei ao sentar naquele banco de couro bege foi o cinto de segurança (estar tranquila é uma coisa, voar solta dentro daquilo, outra). Ele levantou voo e fiquei esperando pela sensação de estarmos dentro de um liquidificador, mas ela nunca veio. Apesar do barulho alto, a aeronave (ainda bem!) quase não balança, e foi assim até o fim da viagem.

Depois de uns cinco minutos de voo, o piloto nos avisou que o passeio poderia chacoalhar um pouco por causa de um vento que vinha do sul que estava forte naquele dia. Pra minha sorte, não foi o caso. Saímos da Lagoa Rodrigo de Freitas e logo sobrevoamos o Cristo Redentor. Nessa hora a aeronave fez sua primeira curva no ar, mas foi tão suave que nem dá pra sentir frio na barriga. De lá seguimos a caminho de Angra dos Reis (nosso destino era uma praia particular na ilha) e a paisagem só foi ficando mais bonita. 

Rafaela Polo Rafaela Polo

Rafaela Polo (/)

A experiência de estar no céu dentro de uma máquina tão pequenininha durou cerca de 45 minutos, e quando desci queria puxar um coro de “De novo! De novo!”. Resultado final: nenhum balanço forte, nenhuma curva brusca e nenhuma surpresa indesejada. Ou seja: nunca mais quero pegar trânsito de carro. Ver o Rio de Janeiro de cima é uma experiência que todo mundo deveria ter pelo menos uma vez na vida. E como toda Ida tem uma volta, tive a sorte de fazer esse passeio duas vezes — e na segunda parte ainda fui de copiloto. 

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