Como encarar o sofrimento e crescer na dor

A sensitiva estuda a espiritualidade há mais de 40 anos. É sucesso na tv e nas redes sociais - são 885 mil seguidores no Facebook e 222 mil no Instagram.

 

Em ‘Hamlet’, Shakespeare questiona: “Ser ou não ser, eis a questão”. Pois eu pergunto a você: “Sofrer mais ou sofrer menos, eis a opção”.  Neste planeta de expiação e provas, o sofrimento é compulsório e democrático, não poupa ninguém. Mas cada pessoa pode decidir a intensidade dessa dor. Curvar-se diante dela vai fazer o tormento ser ainda pior.

Já enfrentar o sofrimento com resiliência proporciona recuperação mais rápida e uma visão menos pessimista da existência na Terra. Ser resiliente não significa ser fraco ou conformista; e sim agir de maneira realista e com sabedoria. Requer inteligência emocional e grandeza espiritual.

Ao invés de mergulhar na tristeza, a pessoa se levanta e segue em frente, passo a passo, na busca da superação. Disse o escritor americano Mark Twain: “Coragem é a resistência ao medo, o domínio do medo, e não a ausência do medo”. Todos nós entramos em pânico quando sofremos perdas humanas, sentimentais e materiais.

A vantagem das pessoas resilientes é que se fortalecem ao experimentar o sofrimento e passam a valorizar muito mais os momentos alegres. Em meio a tantos dramas no dia a dia, elas conseguem identificar as oportunidades de saborear a felicidade, ainda que efêmera.

Imprescindível compreender e aceitar que este planeta não é um paraíso. Está mais para prisão e manicômio. Um lugar de opressão, padecimento e resgate.

Mas há uma boa notícia, uma luz no fim do túnel: espiritualmente, a Terra está saindo de um período de trevas.  Nos próximos 50 anos viveremos um tempo de redenção, com a chance de evoluirmos mais rápido. O sofrimento vai continuar, obviamente. Contudo, estaremos mais fortes para encará-lo e cumprirmos nossa missão aqui.

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