Sem neuras: conheça destinos de viagem que você vai adorar curtir sozinha

A redação de NOVA conferiu (ao vivo) os melhores roteiros para quem quer fazer as malas e cair na estrada sem companhia

Foto: Reprodução/NOVA

 

Lugar: Amsterdã, Holanda
Por que gostou de ir sozinha? “Amsterdã é cheia de museus, e você pode visitá-los sem medo de entediar alguém. Não é fã de arte? Conheça o Museu do Sexo. A noite é muito agitada, e a possibilidade de conhecer um gato é enorme. Como a cidade é cheia de turistas, tem para todos os gostos.” (Fabíola Pedroso, atendimento ao leitor)

Lugar: Londres, Inglaterra
Por que adorou ir sozinha: “Não faltam coisas para fazer por lá e sozinha é mais fácil listar suas prioridades. Fora isso, a capital da Inglaterra é “O” lugar para fãs de boa música. A dica é passar o dia fazendo os programas turísticos obrigatórios e, no fim da tarde, entrar em algum pub para tomar uma cerveja com os gatos que acabaram de sair do trabalho. A melhor parte? Eles são verdadeiros gentlemen, discretos e chegam para conversar numa boa – você pode acumular amigos em vez de só dates. De lá, vale emendar em uma casa de jazz ou de rock. Entre meus cantos preferidos estão o bar intimista The Jamboree (566, Cable Street) e a casa de show Koko (1a Camden High Street).” (Tathiane Forato, repórter)

Lugar: Berlim, Alemanha
Por que adorou ir sozinha? “É a capital das baladas, que são bem louquinhas. Algumas chegam a durar um fim de semana inteiro, e outras são feitas em prédios abandonados!  Além disso, o lugar é muito artístico, cheio de passeios que você pode fazer sozinha sem se sentir solitária: nos museus, por exemplo, é comum ver pessoas andando sem companhia. Fora que os caras são muito gatos. Uma outra vantagem é que a cidade é muito barata e tem cerveja em todos os lugares.” (Tarsila Isabela, estagiária)

Lugar: Rio de Janeiro, Brasil
Por que adorou ir sozinha? “Quando fui, me hospedei em um hostel, e os cariocas do lugar foram muito receptivos comigo. Me indicaram lugares para ir, me chamaram para conversar… Lá as pessoas são muito calorosas então, mesmo sem companhia, fica difícil se sentir abandonada. Pode se jogar em uma roda de samba sem medo de ser feliz..” (Glenda Capdevile, designer)

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