Tatuagem: cientistas descobrem algo revolucionário para a remoção

As inúmeras sessões de laser podem estar com os dias contados

Já faz alguns anos que tatuagem não é necessariamente sinônimo de algo definitivo. Mesmo assim, removê-las continua sendo uma tarefa árdua (para não dizer dolorosa), exigindo várias sessões de laser até que os desenhos e palavras escolhidos desapareçam por completo. A boa notícia? Um estudo publicado recentemente no periódico científico Journal of Experimental Medicine revela por que a tinta, apesar de desbotar, não sai da pele nem com a esfoliação mais poderosa. E partir disso vem a promessa de aparelhos mais eficientes nesse sentido.

De acordo com os cientistas envolvidos na análise, o pigmento é absorvido pelas camadas mais profundas da pele graças a uma reação imunológica gerada pelos macrófagos (células presentes no tecido conjuntivo que fica abaixo da derme).

Trata-se de uma descoberta importante porque os lasers disponíveis no mercado atualmente têm como foco a tinta em si. Compreendendo tal mecanismo, abre-se caminho para que esses e outros experts trabalhem no desenvolvimento de luzes que atinjam o pigmento e os benditos macrófagos.

Dedos cruzados!

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