TOP 5: as maiores dúvidas das leitoras de COSMO sobre solteirice

Agora você está solteira — e ninguém vai te segurar. Para te ajudar separamos as dúvidas mais frequentes das leitoras recém solteiras de COSMO.

1. “O que fazer quando você não tem companhia para sair?” Priscila, 29 anos, de São Paulo, terminou o relacionamento de um ano e meio há um mês.

Normalmente, quando estamos em um relacionamento, é natural ficarmos rodeadas por alguém, seja essa pessoa seu namorado/marido, outros casais, sua família ou a dele, e por aí vai. “Aproveite a sua companhia e seja agradável para você mesma”, diz a coach de relacionamentos Cátia Damasceno, de Brasília. Mas claro que também temos que sair (e muito!) com as amigas. Esse é o momento de chamaras “miga tudo” pra curtir. Se a maioria está solteira, ótimo! É um #PartiuBalada atrás do outro, sem medo da ressaca! Se não, talvez os programas tenham que ser mais leves, afinal geralmente uma noite de sexta-feira para quem está solteiro é diferente de uma para quem está em um relacionamento. E tudo bem. Tem muita alegria em almoços de domingo com um casal de amigos legal, daqueles que sabem bater papo e dar risada sem fazer você sentir que está segurando vela. Eita, todas as amigas estão namorando? Nada está perdido. Resgate antigas amizades: as redes sociais são uma boa ferramenta para ver quem está solteiro. Reparou que aquela parceirona da faculdade postou uma foto de galera animada na pista? Manda um inbox contando que está atrás de programas e pessoas com essa vibe.

 

2. “Tem um jeito certo de comportar na balada?” Prisicila, 32 anos, de São Paulo, terminou o relacionamento de oito anos há um ano.

A pixxxta de dança mais próxima é certamente o lugar com a maior concentração de solteiros por metro quadrado. Se quer beijar na boca, está no lugar certo! Vá de coração e sorriso abertos. Cátia Damasceno avisa: “A paquera já começa na fila. É superimportante pra ver quem está curtindo a noite no mesmo clima que você”, diz. Entrou? Depois de tomar um drinque, pode deixar suas amigas no bar e dar uma volta sozinha: já dá pra mapear o local e perceber o melhor lugar para dançar, onde está o gatinho da fila (opa!) e como está o clima do ambiente.

 

3. “Como volto a paquerar?” Gisele, 29 anos, de São Paulo, terminou o relacionamento de quatro anos há três meses.

Simpatia e abertura são pré-requisitos. Sorria e se mostre interessada pelas conversas das pessoas ao redor. A linguagem corporal também é essencial. “Deixe os ombros alinhados com o queixo sempre reto (nem muito para cima nem muito para baixo), e se viu alguém interessante troque olhares e segure esse olhar por três segundos”, diz Cátia.

 

4. “O que faço se não tenho mais paciência para dates?” Julia, 34 anos, de São Bernardo do Campo (SP), terminou o relacionamento de três anos há seis meses.

Bem-vinda ao clube que mais cresce no país: o das solteiras que não gostam de dates. Infelizmente depois de alguns meses, anos, décadas namorando a gente já não tem tempo para ficar com aquele blá-blá-blá de “Onde você estudou?” ou “Você tem irmãos?” Sem problema! Os aplicativos de relacionamento facilitaram nossa vida! Os encontros ficaram mais rápidos, e junto deles o papo também. Mas, se não está na vibe dos cineminhas e chopes a dois, nosso conselho é simples: desencana! Se conheceu um cara legal na balada e não tá a fim de sentar em uma mesa para um interrogatório, convide-o para um programa mais aberto. Por exemplo: “Domingo vai rolar um pré-Carnaval perto de casa. Por que você não vai e leva uns dois amigos também?”

 

5. “Como sei a hora certa de mandar mensagem ao boy?” Marina, 25 anos, de Brasília, terminou o relacionamento de sete anos há dois meses. 

Quando der vontade. Claro, ninguém precisa bancar a tia do grupo da família no WhatsApp e lotar o boy com correntes, memes e fotos de bom-dia. Mas, se conheceu um cara legal e quer vê-lo mais vezes, vale seguir o script “oi + comentário engraçadinho sobre a última vez que se viram + pergunta” para ver o que vem depois que as setinhas azuis aparecerem. A parte da pergunta é essencial, pois joga para ele a responsa de fazer o diálogo continuar. Se o cara não responder ou for frio e blasé, sem neuras, ok? Ele não é seu namorado, e esse momento é de aproveitar, não de ficar preocupada.

 

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